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Alimentos que previnem o câncer

O que frutas vermelhas, uvas, brócolis e tomate têm em comum? Eles estão no topo da lista dentre os alimentos que protegem contra o câncer.

O Instituto Americano de Pesquisa do Câncer estima que cerca de 1/3 dos 1,4 milhões de casos de câncer que ocorrem anualmente nos Estados Unidos poderiam ser prevenidos se as pessoas adotassem uma dieta saudável.

Se pensarmos que o que comemos se traduz em como o nosso corpo reage, faz todo o sentido de que frutas e legumes orgânicos sejam considerados "estrelas" do cardápio.

Frutas Vermelhas - framboesa, amora, mirtilo (blueberry) são consideradas uma fonte riquíssima de vitamina C, flavonóides, ácido elágico, fibras e outros antioxidantes (substâncias que ajudam na proteção das células do corpo contra os danos cumulativos), que evitam o aparecimento de diversos tipos de câncer, em especial os de cólon, esôfago, pele, bexiga, pulmão e mama.

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Uvas
Fruta abundante em antioxidantes, em especial o resveratrol. Pesquisa científica identificaram que o resveratrol tem a capacidade de impedir que células cancerosas desenvolvam-se na mama, fígado, estômago e sistema linfático. A maior fonte de resveratrol encontra-se na casca da uva. Outro ponto importante: uvas vermelhas são muito mais ricas em resveratrol do que as uvas verdes.

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Brócolis
São vegetais crucíferos, da mesma família da couve-flor, repolho, couve e couve de Bruxelas. Pesquisas descobriram que os vegetais desta família são ricos em isotiocianatos que regulam um complexo sistema enzimático que protegem as células no nosso corpo contra o câncer de estômago, boca, faringe e laringe (garganta) e esôfago.

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Tomate
A cor vermelha do tomate deve-se ao licopeno, antioxidante importante na luta contra o câncer de próstata, mama, útero e melanoma (o mais agressivo tipo de câncer de pele). O interessante é que quanto mais concentrado o tomate, melhor, pois o processamento faz com que o licopeno seja absorvido mais facilmente (extrato de tomate e ketchup, por exemplo).

IMPORTANTE: Vale à pena lembrar que o uso de pesticidas e agrotóxicos de forma não controlada no Brasil ainda constitui um fator preocupante - sempre que possível, compre vegetais orgânicos. Nenhum vegetal possui propriedade de prevenir o aparecimento do câncer isoladamente. Para a prevenção do câncer, recomenda-se uma dieta balanceada, que seja rica em vegetais, fibras e carnes magra e pobre em gorduras (saturadas e trans).

Fonte: Minha Vida


Óleo de alho protege diabéticos contra doenças do coração

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Melancia é eficaz contra a pressão alta

Melancia contra hipertensão

Não importa em quantas fatias você a divida, a melancia ainda manterá uma série de benefícios - o agradável saber adocicado, baixas calorias, alto nível de fibras e muitos nutrientes.

E agora há mais um item nessa lista: um novo estudo concluiu que a melancia pode ser uma arma natural eficaz contra a pré-hipertensão, um precursor das doenças cardiovasculares.

A pesquisa, a primeira desse tipo realizada em humanos, foi feita por Arturo Figueroa e Bahram H. Arjmandi, cientistas da Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, e publicada na revista científica American Journal of Hypertension.

Efeito vasodilatador da melancia

Os pesquisadores descobriram que a ingestão diária de seis gramas do aminoácido L-citrulina/L-arginina, retirados do extrato da melancia, durante seis semanas, resultou em uma melhoria da função arterial.

"Essa descoberta sugere que este 'alimento funcional' tem um efeito vasodilatador, que pode impedir que a pré-hipertensão progrida para a hipertensão total, um importante fator de risco para ataques cardíacos e derrames," afirma Figueroa.

O efeito imediato foi uma redução da pressão arterial aórtica em todos os nove participantes pré-hipertensivos - quatro homens e cinco mulheres na pós-menopausa, com idades entre 51 e 57 anos.

"Dadas as evidências encorajadoras geradas por este estudo preliminar, vamos continuar a pesquisa e incluir um grupo muito maior de participantes na próxima rodada," acrescentou o pesquisador.

Por que a melancia?

"A melancia é a mais rica fonte natural comestível de L-citrulina, a qual está intimamente relacionada com a L-arginina, um aminoácido necessário para a formação do óxido nítrico essencial para a regulação do tônus vascular e para a manutenção de uma pressão arterial saudável", explica Figueroa.

Uma vez no corpo, a L-citrulina é convertida em L-arginina. Simplesmente consumir a L-arginina como suplemento dietético não é uma opção para muitos adultos hipertensos porque ela pode causar náuseas, desconforto gastrointestinal e diarreia.

Por outro lado, a melancia é bem tolerada por praticamente todos os pacientes. Os participantes no estudo-piloto não relataram nenhum efeito adverso.

E, além dos benefícios vasculares da citrulina, a melancia é uma fonte abundante de vitamina A, B6, C, potássio, fibras e licopeno, um antioxidante poderoso.

De acordo com Arjmandi, a melancia pode até mesmo ajudar a reduzir os níveis de glicose no sangue.

Alimentos funcionais

Segundo o Dr. Arjmandi, os alimentos funcionais, como a melancia, podem ajudar a combater condições de saúde que atingiram níveis epidêmicos, como os elevados níveis de colesterol.

"Por alimentos funcionais queremos dizer aqueles alimentos que já foi demonstrado cientificamente que são capazes de promover a saúde ou de prevenir doenças, acima e além dos outros nutrientes intrinsecamente saudáveis que eles também contêm," explica ele.

Figueroa acrescenta que a suplementação de L-citrulina oral pode permitir a redução na dosagem de anti-hipertensivos necessários para controlar a pressão arterial.

"Melhor ainda, pode impedir a progressão da pré-hipertensão para a hipertensão," conclui ele.

Fonte: Diário da Saúde

Glutationa (GSH)

A Glutationa (GSH) é uma molécula antioxidante usada para impulsionar as funções do fígado em seres humanos. É sintetizada nas células através da formação de aminoácidos.

A Glutationa (γ-glutamilcisteinilglicina) é muitas vezes referida como o melhor antioxidante do corpo humano por causa de seus inúmeros papéis, considerado por muitos como o "tiol" não protéico mais importante nos sistemas vivos. De fato, é importante salientar que o nível de Glutationa presente em nossas células, está ligado intimamente como o potencial indicador da longevidade humana, sempre associada a uma melhor qualidade de vida.

Foi descoberto justamente por ser o antioxidante mais abundante do corpo humano. Executa várias funções que incluem:
- prevenção do acúmulo de gorduras oxidadas no organismo;
- promove a conversão dos carboidratos em energia;
- prevenção relacionada com a arterosclerose;
- combate severo aos radicais livres.

Glutationa é classificada como um tri-peptídeo, devido à sua combinação de três aminoácidos diferentes: ácido glutâmico, cisteína e glicina, por isso, é também conhecida por L-gama-glutamil-L-cisteinil-glicina.

Ela é encontrada em todo o corpo, sobretudo no trato intestinal e no fígado, onde ajudam na luta contra compostos prejudiciais que são eliminados do organismo através da bile.

Reconstrói o sistema imunológico fornecendo a Glutationa Peroxidase (GSH) para os glóbulos vermelhos e brancos, portanto, a deficiência desta molécula antioxidante hidrossolúvel, levará o corpo a uma maior vulnerabilidade, podendo ser ainda mais danificado pelos radicais livres. Falta de equilíbrio e coordenação, distúrbios mentais e tremores são algumas das doenças associadas à falta de Glutationa no sistema nervoso central (SNC).

A Glutationa é essencial para proteger as células do corpo de vários riscos e exposições, como ingestão excessiva de álcool e drogas, e toxinas produzidas durante o processo metabólico do corpo. Ela ajuda o organismo na produção de algumas células assassinas, que ajudam o sistema imunológico do corpo a combater determinadas doenças. É a presença de Glutationa no corpo ajuda a construir uma defesa contra os radicais livres. A falta dela pode resultar em graves danos ao sistema imunológico, bem como doenças crônicas degenerativas, incluindo numerosas doenças do dia-a-dia.

A presença de várias toxinas ambientais no corpo irá, naturalmente, provocar uma diminuição na quantidade de glutationa no corpo. Assim, é um dos antioxidantes mais importantes no corpo devido à sua alta concentração e papel central na manutenção do estado "redox" (reações de redução-oxidação) das células no corpo humano.

Também é um desintoxicante, especialmente no fígado, já que o corpo humano está sujeito a vários riscos ambientais e metabólicos diariamente.

Possui enxofre contendo o aminoácido cisteína, que ajuda a destruir os materiais tóxicos prejudiciais do organismo devido a suas propriedades de ação anti-radical livre. A cisteína funciona também como um aglutinante eficaz de metais pesados no organismo. O esgotamento de cisteína, uma parte essencial da Glutationa, pode resultar em doenças frequentes e a danos ao fígado.

Frutas e legumes são algumas das fontes naturais para a Glutationa, tai como: morango, tomate, melancia, abóbora, aspargo, abacate, melão, brócolis, repolho, couve de bruxelas, couve-flor, couve e salsa, são alguns dos alimentos que contêm glutationa em abundância.

O esgotamento de cisteína na Glutationa resultará na infiltração de toxinas não neutralizadas e de radicais livres na corrente sanguínea, o que acabará por levar os tecidos do corpo a serem danificados, portanto, suplementos de Glutationa são bem vindos na dieta humana. N-acetil-cisteína (NAC) é uma das melhores formas de suplementos de glutationa. Outro suplemento espetacular neste sentido, provavelmente o mais conhecido do mundo, é o Whey Protein (Proteína do Soro do Leite). Estudos mostram que o consumo de 20grs/dia por 12 semanas, aumentam significativamente as quantidades de Glutationa. Melhoram a performance anaeróbica e proporcionam uma redução importante do percentual de gordura corporal total.

Os suplementos alimentares neste contexto, nada mais são do que uma novíssima e inteligente tecnologia que proporciona o aumento destes níveis com segurança, através de uma simples cápsula, tablete ou shake. Experimente!

Alimentos bons para a memória

A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro:

- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.

- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas.

- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.

- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.

- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Acetil-colina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fosfolipídeos (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.

- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante.

- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e na performance cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes.

Fonte: Yahoo

Suco de uva pode reduzir perda de memória

Uma pesquisa realizada na Universidade de Cincinnati, em Ohio, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas que tomam suco natural de uva têm melhor memória do que as que evitam consumir o produto em seu dia a dia. Os cientistas, que submeteram 12 pessoas ao consumo de suco de uva por 12 semanas, acreditam que os antioxidantes são os principais responsáveis pela notável melhora no grupo submetido à experiência. As enzimas, minerais e vitaminas que podem melhorar a memória podem ser encontradas em grande escala na casca da fruta ou em seu composto. A pesquisa foi liderada pelo médico Robert Krikorian, que apresentou as conclusões durante a conferência International Polyphenols and Health, realizada em Yorkshire, na Inglaterra.

"Enquanto não se notou nenhuma diferença significativa no grupo que não foi submetido ao tratamento, aqueles que tomaram suco de uva natural demostraram uma relevante melhora no aprendizado", disse Krikorian.

Segundo os pesquisadores, o levantamento baseado no consumo da substância sugere um progresso a curto prazo na memória de retenção e espacial, além de um avanço na memória não-verbal.

Krikorian afirma que o suco pode beneficiar, principalmente, idosos, ajudando-os a preservar as funções congnitivas e reverter o quadro de perda de memória, comum na idade avançada.

Um estudo americano realizado em 2006 pela Universidade Vanderbilt indicou que beber sucos de frutas e vegetais pode diminuir os riscos do desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Segundo a pesquisa, as chances de adquirir a doença são 76% menores em pacientes que tomam sucos naturais pelo menos três vezes por semana.

Fonte: Veja, via Saude e Família
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