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Bebidas energéticas com cafeína propiciam alcoolismo

O consumo regular de bebidas energéticas com altos índices de cafeína favorecem o alcoolismo, revela um estudo publicado nesta terça-feira.

A pesquisa, baseada em cerca de mil estudantes de universidades americanas, concluiu que consumidores frequentes de energéticos cafeinados bebem álcool mais regularmente e em maior quantidade que os demais, aumentando seu risco de alcoolismo.

Os consumidores frequentes de bebidas energéticas correm ainda mais risco de sofrer problemas relacionados ao álcool, como desmaios e ressaca, e são mais suscetíveis a se machucar, revela o estudo, liderado por Amelia Arria, pesquisadora da Universidade de Maryland.

O trabalho faz parte de uma pesquisa mais ampla sobre o alcoolismo, que será divulgada no próximo ano.

O relatório é divulgado em meio a um intenso debate nos Estados Unidos sobre os riscos de bebidas que combinam álcool e cafeína e são especialmente direcionadas aos jovens.

Michigan, Nova York, Oklahoma, Utah e Washington preparam medidas que proíbem bebidas que combinam cafeína ao álcool, do mesmo modo que muitas universidades americanas.

Fonte: Yahoo

Álcool é pior do que heroína e crack

Droga mais prejudicial

O álcool é mais prejudicial à saúde das pessoas do que a heroína ou o crack, garante o professor David Nutt e seus colegas da Universidade de Bristol, no Reino Unido.

Em seu estudo, que acaba de ser publicado na revista científica Lancet, Nutt e seus colegas classificaram os danos que cada substância causa, em uma escala de 16 pontos.

Os danos são avaliados não apenas em relação ao próprio usuário, mas também em relação à sociedade como um todo.

Entre os critérios avaliados estão os efeitos sobre a saúde física e mental do usuário, danos sociais - incluindo crimes e problemas de relacionamento familiar -, danos ambientais, custos econômicos e até problemas de política internacional.

Droga lícita

A heroína e a metanfetamina foram consideradas as drogas mais prejudiciais ao usuário diretamente. Esta última, uma espécie de anfetamina, é várias vezes mais barata do que a cocaína, mas é capaz de produzir efeitos muito mais poderosos. É também conhecida como ice ou crystal meth.

Mas quando são considerados os danos globais, incluindo os sociais, o álcool, a heroína e o crack ocupam os primeiros lugares.

O que chama a atenção é que o primeiro posto é ocupado por uma droga lícita, aceita naturalmente pela sociedade como se fosse uma substância benigna. Na verdade, o álcool é classificado como sendo três vezes mais danoso do que a cocaína ou o cigarro.

"Nossas conclusões dão suporte a outros trabalhos, realizados no Reino Unido e na Holanda, que afirmam que o atual sistema de classificação das drogas tem pouca relação com as evidências de danos [que cada uma causa]", diz o estudo.

"Elas também concordam com as conclusões de relatórios anteriores de especialistas de que combater agressivamente os danos causados pelo álcool é uma estratégia de saúde pública válida e necessária," prosseguem os cientistas.

Outras

Segundo os cientistas, o cigarro - outra droga lícita - e a cocaína são igualmente nocivos quando é levado em conta o aspecto social imediato do usuário, ou seja, seu círculo mais próximo.

O LSD e o ecstasy foram consideradas as drogas menos danosas à sociedade como um todo.

Embora as drogas ilícitas normalmente causem dependência mais facilmente (veja Cientistas descobrem por que a cocaína vicia tanto) do que as drogas lícitas, como o cigarro e o álcool, como há muito mais pessoas usando estas últimas, o prejuízo global à sociedade é muito maior, consideram os pesquisadores.

Fonte: Diário da Saúde

Cerveja aumenta doença de pele em mulheres

Mulheres que bebem cerveja regularmente têm mais chances de desenvolver psoríase, uma doença de pele crônica, segundo sugere um estudo de pesquisadores americanos. O estudo descobriu que as mulheres que bebem cinco cervejas por semana têm o dobro de risco de desenvolver a doença em comparação com as mulheres que não bebem. A pesquisa, da Harvard Medical School, nos Estados Unidos, analisou dados de mais de 82 mil enfermeiras entre 27 e 44 anos e seus hábitos de consumo de bebidas alcoólicas entre 1991 e 2005. Os pesquisadores disseram observar um aumento de 72% no risco de psoríase entre as mulheres que bebiam mais do que uma média de 2,3 cervejas por semana em relação às mulheres que não bebiam. Para as mulheres que bebiam cinco copos de cerveja por semana, o risco era 130% maior. [...] "A cerveja comum foi a única bebida alcoólica que aumentava o risco de psoríase, sugerindo que alguns componentes não-alcoólicos da cerveja, que não são encontrados no vinho ou nos destilados, podem ter um papel importante no estabelecimento da psoríase", afirma o autor da pesquisa, Abrar Qureshi. [...]

A psoríase é uma doença crônica de pele caracterizada por escamações com coceira que normalmente aparecem nos joelhos, nos cotovelos e no coro cabeludo, mas que podem também atingir outras áreas do corpo, incluindo a face. A doença, cuja origem é genética, é normalmente desencadeada por alguma situação específica. Seus efeitos são comumente leves, mas em alguns casos extremos chegam a deixar os pacientes desfigurados.

Fonte: Diário da Saúde
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