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Estudo confirma efeito protetor nos ossos de suplementos de cálcio

Pessoas com mais de 50 anos de idade que tomam suplementos de cálcio tem aproximadamente 25% menos fraturas e melhor qualidade de vida, segundo revisão realizada por pesquisadores autralianos.

Os especialistas da Universidade do Oeste de Sidney realizaram uma análise que envolveu 63 mil pessoas que tomavam suplementos de cálcio isoladamente ou em combinação com vitamina D.

Os resultados publicados na revista The Lancet, sugerem que o uso, em longo prazo, de suplementos (1200 mg de cálcio, com 800 unidades internacionais de vitamina D) diminuía o risco de fraturas em pessoas mais velhas, tendo importante papel preventivo contra osteoporose.

Fonte: Blog Boa Saúde

Suplemento à base de soja pode reduzir risco de doenças cardíacas

Suplementos diários de um composto encontrado na soja, a genisteína, combinada com cálcio e vitamina D, podem ajudar a prevenir doenças cardíacas e regular a glicose do sangue em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo italiano.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos da genisteína em aproximadamente 400 mulheres saudáveis, com média de idade de 54 anos, e que passaram pela menopausa por volta dos 49 anos. Metade delas passaram a tomar, diariamente, suplementos de genisteína, e a outra metade, suplementos de placebo, ambos com cálcio o vitamina D. E todas, durante o estudo, tiveram uma alimentação saudável.

Com as análises, os autores concluíram que o componente da soja, junto com cálcio, vitamina D e uma boa alimentação, tem efeitos terapêuticos contra preditores de doença cardíaca.

Fonte: Blog Boa Saúde


Mais sobre Vitaminas e Minerais

. Um cigarro destrói de 25 a 100 mg de vitamina C.

. Leite com vitamina D sintética pode privar o corpo de magnésio.

. Pessoas que vivem em cidades com muita nebulosidade não recebem a mesma quantidade de vitamina D que seus primos do campo, porque a nebulosidade absorve os raios ultravioleta do sol.

. Mais de um aperitivo por dia pode causar carência de vitaminas B1, B6 e ácido fólico.

. 80% das mulheres norte-americanas têm deficiência de cálcio.

. Dez milhões de mulheres norte-americanas tomam anticoncepcionais por via oral, e quase todas não se dão conta de que a pílula pode interferir com a disponibilidade das vitaminas B6, B12, ácido fólico e vitamina C.

. Na classificação mundal de saúde, os homens norte-americanos estão em décimo segundo lugar e as mulheres em sexto.

. Pesquisadores de câncer do Instituto de Tecnologia de Massachutts descobriram que as vitaminas C e E e determinadas substâncias químicas chamadas "indol", encontradas no repolho, na couve-de-bruxelas e em plantas correlatas da família das crucíferas, são inibidoras potentes e aparentemente seguras de alguns cancerígenos.

. A vitamina B1 pode ajudar a evitar o enjôo em viagens aéreas e marítimas.

. Se você estiver fazendo uma dieta de alto teor protéico, sua necessidade de vitamina B6 aumenta.

. Cebola, alho, rabanete e alho-poró contêm um antibiótico natural chamado "alicina", que pode destruir germes patogênicos sem eliminar as bactérias úteis.

. A aspirina pode triplicar a velocidade de excreção da vitamina C.

. Dezoito metades de nozes podem fornecer todo o suprimento diário de vitamina F.



Saúde através da Linhaça

A semente do linho, conhecida como linhaça, vem sendo muito estudada por pesquisadores e cientistas em todo o mundo. Rica em fibras, vitaminas e minerais, a linhaça tem sido cada vez mais procurada por aqueles que buscam saúde.

Existem duas variedades: a dourada e a marrom. A primeira é mais comum nas regiões de clima frio, como o Canadá, e a marrom já está adaptada ao clima do mediterrâneo, por isso é a mais comumente encontrada no Brasil. A diferença fundamental está na consistência e sabor. A casca da linhaça dourada é mais fina e o sabor é mais suave. Entretanto, quanto à composição, praticamente não há diferença entre as duas. Ainda não existe um consenso em relação à quantidade diária a ser consumida, por isso é preciso introduzir com cautela este alimento na dieta.

A forma ideal de consumir a linhaça é triturando-a, pois sua casca é resistente à ação do suco gástrico e poderia passar intacta pelo aparelho digestivo. Este processo potencializa a absorção dos nutrientes.Alguns componentes importantes são: fibras, ácidos graxos (ômegas 3 e 6), fitoestrógenos (lignanas), vitaminas A, E, B1, B6, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Não contém glúten, podendo ser utilizada por pessoas com doença celíaca. Cada um destes nutrientes possui um papel específico, que torna a linhaça um poderoso alimento funcional.

As fibras ajudam na digestão e auxiliam o funcionamento do intestino, reduzindo o risco de câncer colo-retal. São muito utilizadas na dieta de obesos, pois aumentam a saciedade, reduzindo a ingestão alimentar. Úteis ainda na prevenção de diabetes e doenças coronarianas, pois atuam no controle da glicemia e das taxas de colesterol sérico.

Dentre os ácidos graxos, destacam-se os ômegas 3 e 6, que estão em perfeita harmonia na linhaça. O ômega 3 tem efeito cardioprotetor, ajudando a reduzir o colesterol total e o LDL, a agregação plaquetária e a pressão arterial. Sua ação antioxidante, o faz potente contra a formação de placas de ateroma, além de reforçar o sistema imunológico. Os aminoácidos arginina, glutamina e histidina, presentes na proteína da linhaça, também estão relacionados ao fortalecimento do sistema imunológico.

O ômega 3 inibe a formação de mediadores pró-inflamatórios, sendo útil no tratamento de diversas doenças como: inflamação ocular, artrite reumatóide, psoríase, esclerose múltipla e lupus. Ajuda no tratamento da depressão e na melhora das funções mentais, sendo útil na prevenção de demência e mal de Alzheimer. O óleo é de linhaça é utilizado no tratamento de deficiência lacrimal. Contribui ainda para a beleza da pele, sendo indicado para peles secas, manchas, acne, espinhas e eczema. O óleo de linhaça prensado a frio é fonte de vitamina E, uma vitamina antioxidante importante para manter a qualidade do óleo e evitar a oxidação e perda do ômega 3.

Os fitoestrógenos são substâncias produzidas pelas plantas com efeitos similares ao hormônio feminino estrógeno. A linhaça é muito rica em lignana, um fitoestrógeno que ajuda no equilíbrio hormonal, combatendo os sintomas da tensão pré-menstrual e menopausa. Ajudam na manutenção da saúde óssea e na redução do risco de câncer de mama e próstata.

Seja a semente, a farinha, o óleo ou a cápsula a linhaça traz inúmeros benefícios para a saúde. Vale a pena conferir!

Fonte: Vitgold

Cálcio: aliado que nos abandona na velhice

Logo após o nascimento iniciamos a ingestão do leite materno que popularmente é chamado de alimento completo.

Este alimento, que deixa de ser materno, permanece na forma de leite de vaca durante toda nossa vida. Dentre diversos nutrientes presentes no leite, o cálcio representa um que merece grande atenção para garantir boa qualidade de vida durante o processo de envelhecimento.

Recentemente foi publicado no JAMA (Jornal da Associação Médica Americana) a grande incidência de fratura em idosos que apresentavam baixa densidade mineral óssea. A densidade mineral óssea é determinada pelo estilo de vida que temos.

Dentre os fatores, o consumo de alimentos ricos em cálcio e o estímulo para a incorporação deste nutriente nos ossos pela prática regular de atividade física são os determinantes para a população brasileira.

Em outros países o consumo de alimentos ricos em vitamina D é também um fator importante. No Brasil, o clima favorece a exposição natural a irradiação solar (que deve ser feita de forma cuidadosa e em horário correto) o que estimula a síntese endógena desta vitamina.

Muitas vezes ouvimos pessoas indagando a necessidade de consumo de leite e derivados na idade adulta. Muitos relatam que os animais após a período de amamentação deixam de consumir este alimento.

Esta colocação não leva em consideração o fato de estes animais possuírem um sistema digestivo com grande capacidade de absorção de cálcio dos ossos de outros animais. Para os humanos esta capacidade é reduzida, ficando como maior fornecedor de cálcio para nosso organismo o leite e seus derivados.

Algumas pessoas apresentam intolerância ao leite devido a uma deficiência digestiva. Em alguns casos esta intolerância é contornada pelo consumo de iogurte ou consumo crescente do leite iniciando com pequena quantidade.

O cálcio então é consumido no leite e derivados representando uma “caderneta de poupança” ao longo da vida. Isto quer dizer que iremos aumentando nossa densidade mineral óssea até o processo de envelhecimento.

Durante esta etapa da vida a manutenção da atividade física, exposição correta a irradiação solar e o consumo de alimentos ricos em cálcio podem garantir a integridade mineral óssea impedindo problemas como osteoporose.

Não se esqueça, uma vida ativa é também fundamental para garantir a integridade mineral óssea.
Vale lembrar, que os suplementos alimentares podem lhe ajudar neste consumo durante sua vida, caso sua alimentação não preencha a expectativa suficiente deste mineral na sua alimentação normal. Osteoporose? De maneira nenhuma! O importante é lembrar que o cálcio deve ser consumido de uma maneira ou de outra.

Fonte: adaptado da Revista Suplementação


Bomba calórica: o que acontece com seu corpo quando você toma refrigerante?

Você sabe o que acontece no seu corpo quando você toma uma latinha de refrigerante, especialmente se ele tem grandes concentrações de cafeína na fórmula? Veja abaixo o caminho natural dessas substâncias e a resposta do seu organismo.

1. Após os primeiros minutos de ingestão. Dependendo da marca, um refrigerante de 600 ml pode ter, aproximadamente, o equivalente a 10 colheres (chá) de açúcar (a Associação Americana de Cardiologia recomenda que esse consumo seja de 9 colheres diárias para os homens e 6 para as mulheres). Essa quantidade de doce, tomada de uma só vez, seria o suficiente para sobrecarregar seu corpo e deixá-lo enjoado, porém, o ácido fosfórico contido nessas fórmulas corta parte do sabor do açúcar.

2. Após 20 minutos, aproximadamente. Há um pico de açúcar na sua corrente sanguínea e sua insulina – hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue, e que promove o ingresso de glicose nas células – vai às alturas. Seu fígado responde a isso queimando o açúcar disponível no organismo e – caso seu gasto calórico seja menor do que o consumo calórico – isso se transformará em gordura.

3. Após os 40 minutos. Se seu refrigerante preferido tem cafeína, ela foi toda absorvida. Sua pressão sanguínea está mais alta e como resposta seu fígado libera mais açúcar no seu sangue. Os receptores de adenosina – agora ligados à cafeína – não “enxergam” a real adenosina, um hormônio responsável pela diminuição do ritmo do corpo. Consequentemente você tem dificuldades para relaxar e os vasos sanguíneos do seu cérebro estão mais comprimidos (da mesma forma que ficariam caso você tivesse optado por uma xícara de café).

4. Após os 45 minutos iniciais. Seu corpo aumenta a produção da dopamina – um dos hormônios envolvidos na sensação de prazer. Fisiologicamente, o processo é muito similar ao que acontece com os usuários de cocaína.

5. Após uma hora. O ácido fosfórico do refrigerante se liga ao cálcio que está no seu intestino. Isso, combinado com a cafeína, de acordo com um estudo de Heaney e Rafferty, pesquisadores da Universidade de Creighton, EUA, aumenta a excreção do cálcio via urina (a chamada calciúria). A hipocalcimia causada por refrigerantes também foi documentada por outros estudos.

6. Ao final da primeira hora, aproximadamente. A cafeína também tem propriedades diuréticas. Nesse momento, se você for ao banheiro, seu corpo vai passar excretar junto com a urina, uma parte do cálcio que deveria servir para manter seus ossos saudáveis, além de eletrólitos – cargas elétricas que facilitariam diversas funções celulares, incluindo as ligações entre os neurônios – e água.

7. Finalmente, após mais de uma hora. Nesse momento você já foi ao banheiro e mandou embora todas aquelas substâncias do refrigerante, junto com diversos minerais, eletrólitos e água. O pico de glicose está em uma curva descendente e seu corpo quer mais (afinal, isso ativa os centros de prazer no cérebro). Você começa a ficar irritado. Alguém pode sugerir que é hora de fazer uma pausa e ir à lanchonete tomar um refrigerante. O ciclo, então, recomeça.

“É claro que o tempo de absorção e excreção dessas substâncias pode variar de pessoa para pessoa”, observa Marcela Kotait, nutricionista do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Ambulim – IPq/HC-FMUSP). Fatores como peso, altura e se houve consumo alimentar junto com o refrigerante – entre outros – podem influenciar nessa dinâmica.

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