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Males da cafeína

(Dr. Luiz Fernando Sella)

1. A cafeína está associada com desmineralização óssea, podendo contribuir para a osteoporose.

2. Alguns estudos recentes mostram uma possível relação entre o consumo de cafeína e o câncer de bexiga. Outros estudos mostram que o consumo de 1 xícara de café ao dia é suficiente para aumentar o risco de câncer de estômago, rins, pulmões, cólon e esôfago.

3. Piora de quadros de ansiedade, insônia e depressão.

4. Problemas no estômago (gastrites e úlceras) e refluxo (azia).

5. Elevação da pressão arterial, da glicemia e do colesterol, mesmo quanto tomado sem açúcar.

6. O consumo de 5 xícaras de café por dia está associado a um aumento de 300% no risco de doenças cardiovasculares.

7. Aumento do risco de abortos e bebês nascidos com baixo peso, quando consumidos por gestantes.

8. Certamente é a droga mais consumida no mundo, por ser lícita e considerada inofensiva pela população. Lembrando que droga é uma substância química que atua no Sistema Nervoso Central e que causa dependência.

9. As últimas pesquisas de mercado feita pelos produtores de café demonstrou que o café tem uma penetração de 97% no Brasil (ou seja, das mais de 1.600 pessoas entrevistadas, 97% bebiam café regularmente e haviam tomado café no dia da pesquisa ou no dia anterior!). É realmente preocupante!

Fonte: Saude Família

Precisando de energia? Cafeína ou ar fresco?

Daí bate aquele sono, aquela dificuldade em se concentrar, aquele bode da vida… E seu corpo pede um pulinho na máquina de café para salvar a produtividade. O quê? Acabou o café?! O plano B é ir lá fora respirar um pouquinho de ar fresco. E o efeito vai ser o mesmo. Tem cafeína no ar? Não, mas, de acordo com pesquisadores da Universidade de Rochester, em Nova Iorque (EUA), é como se tivesse. Segundo eles, um passeio de 20 minutos ao ar livre é tão revitalizante para corpo e mente quanto uma dose normal de café. E não precisa fazer polichinelos lá fora ou nada assim. Você pode até ficar paradinho, sem praticar qualquer atividade física, que a energia vem.

“A natureza é um combustível para a alma”, poetiza o responsável pelo estudo, o professor de psicologia Richard Ryan. Segundo ele, quando a gente se lembra da “ligação intrínseca entre o corpo humano e o mundo natural”, nos sentimos mais vivos.

Poesia à parte, tem ciência envolvida na constatação: os pesquisadores conduziram testes com 537 estudantes, expondo-os a uma variedade de situações (tanto de ação quanto de sedentarismo) dentro de um prédio e ao ar livre, enquanto iam medindo seus níveis de energia e bom-humor.

Resultado: segundo Ryan, simplesmente imaginar estar ao ar livre já foi suficiente para aumentar a energia geral dos estudantes. E 20 minutos do lado de fora (agora de verdade) resultou num “aumento massivo” de vitalidade nos jovens.

E aí, topa deixar o cafezinho de lado e fazer o teste você mesmo?

Fonte: Superinteresssante, via Saude e Família

Mitos e verdades sobre o Metabolismo

O SER HUMANO NASCE COM UM ESTOQUE FIXO DE INSULINA – Falso. A produção do hormônio insulina é ilimitada, mas a quantidade de células produtoras do hormônio é fixa. Em pessoas saudáveis, a produção do hormônio insulina acompanha os altos e baixos das taxas de glicose a que o organismo está sujeito durante o dia e a noite – e esse ritmo é constante. Já a quantidade das células produtoras de insulina, as beta, é limitada – mantém-se inalterada do nascimento à morte. Além disso, elas não se regeneram naturalmente. No diabetes tipo 1, há uma destruição total dessas células. Por isso, os diabéticos têm de recorrer às injeções de insulina. No diabetes tipo 2, as células beta são destruídas progressivamente.

BEBER LÍQUIDO DURANTE AS REFEIÇÕES CRIA BARRIGA – Falso. Beber mais de um copo de líquido durante as refeições não é saudável, mas não promove o acúmulo de tecido adiposo na região abdominal. O consumo excessivo de líquido dilui os sucos gástricos, o que pode comprometer a digestão dos alimentos, e leva à dilatação momentânea do estômago, o que pode causar mal-estar. Tudo volta ao normal depois que o líquido for absorvido.

O EFEITO SANFONA DESACELERA O METABOLISMO E DIFICULTA A PERDA DE PESO – Verdadeiro. Perder muito peso e voltar a engordar em pouco tempo pode desregular o ritmo metabólico. Quando uma pessoa emagrece e não pratica exercícios físicos, pode haver perda de músculo – de todos os tecidos do organismo, o que mais consome energia. Quando o peso é recuperado, dificilmente a musculatura se recompõe. Com isso, o gasto calórico diário torna-se menor e voltar a emagrecer fica mais difícil.

PARAR DE FUMAR ENGORDA – Em parte. Assim como alguns alimentos, a nicotina estimula a produção de serotonina, um neurotransmissor associado à sensação de bem-estar. Parar de fumar leva a uma baixa dos níveis da substância no cérebro, além de provocar alterações no humor. Para suprir a falta do neurotransmissor, é comum que ex-fumantes recorram a quantidades exageradas de doces, especialmente chocolate. Com isso, engordam.

O CAFÉ ACELERA O METABOLISMO – Verdadeiro. A cafeína, um dos principais compostos do café, é um estimulante. Seu consumo acelera o metabolismo basal, a energia gasta em funções vitais, como os batimentos cardíacos e a digestão. Esse consumo de energia não é suficiente para promover a queima de gordura. Ou seja, sozinho o café não emagrece. Isso pode ocorrer se seu consumo estiver associado à prática regular de exercícios físicos.

O IDEAL É SE ALIMENTAR DE TRÊS EM TRÊS HORAS – Verdadeiro. Os médicos aconselham fazer seis refeições por dia. Nos intervalos entre o café-da-manhã, o almoço e o jantar deve-se fazer lanches leves. Com isso, o metabolismo mantém-se ativo durante todo o dia [isso se o objetivo for perder peso, do contrário, aconselha-se apenas de 2 a 3 refeições diárias para a manutenção da boa saúde].

O NÚMERO DE BATIMENTOS CARDÍACOS ESTÁ PREDETERMINADO AO NASCIMENTO – Falso. Não se sabe de onde nem quando surgiu esse mito. O que se tem por certo é que o coração de um adulto saudável bate, em média, de sessenta a 100 vezes por minuto. Obviamente, há situações em que ele trabalha num ritmo mais acelerado, como na prática de exercícios físicos. Em outras ocasiões, como durante o sono, o coração tende a bater mais lentamente. Em nenhum desses casos, isso significa que se está gastando ou economizando batimentos cardíacos

Fontes: Walmir Coutinho, endocrinologista, Rosana Costa, nutricionista, e Nabil Ghorayeb, cardiologista, via Veja
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