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Os alimentos que mais causam má digestão

Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. Mas a culpa não é só da comida. Os hábitos alimentares também influenciam.

Segundo a gastroenterologista da Universidade Federal de São Paulo Luciana Lobato, há, na verdade, quatro razões para a má digestão: alimentos que você come, a maneira como você os consome, a quantidade de líquidos ingerida durante as garfadas e doenças associadas ao aparelho digestivo. Conheça os alimentos que sofrem o maior número de queixas em relação à digestão.


Alimentos gordurosos, como ovos, carnes vermelhas, derivados de leite e frituras, são famosos por dar azia. As gorduras presentes nesse tipo de comida podem mesmo comprometer o processo digestivo, já que retardam o esvaziamento do estômago.



Frutas cítricas são vistas como grandes causadores de dores de estômago. Manga, laranja, abacaxi, tangerina e morango realmente aumentam a dor de quem tem gastrite ou úlcera. Essas pessoas devem dar preferência às frutas alcalinas, como banana, uva-passa, mamão e melão. Porém, para quem não enfrenta esse tipo de problema, o limão, por exemplo, ajuda a digerir alimentos pesados, principalmente as carnes.



Cafeína, presente no café, na maioria dos chás e nos refrigerantes de cola, é outro item a ser evitado por quem apresenta gastrite ou úlcera, já que estimula acidez no estômago. Mesmo pessoas saudáveis apresentam sintomas de azia com o uso exagerado da substância. Além disso, o café relaxa os músculos que impedem a passagem dos alimentos do estômago para o esôfago. Por isso, o consumo excessivo de cafeína pode facilitar a volta da comida para a garganta, causando vômitos e sensação de queimação.



Apesar de serem antioxidantes e, portanto, ajudarem a diminuir o risco de alguns tipos de câncer, os tomates podem causar azia e má digestão. O ideal é consumi-los três vezes por semana. Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas, os benefícios do tomate para a saúde são potencializados com o cozimento. Portanto, fazer um molho, de preferência usando azeite extra-virgem e outros ingredientes saudáveis, é a melhor pedida.



Quando ingerimos líquidos, principalmente refrigerantes, com as refeições, o suco gástrico é diluído, modificando o pH local e fazendo com que a atividade enzimática fique comprometida. Isso piora a eficiência na absorção de vitaminas e minerais e contribui com a má digestão das proteínas. Assim, podem surgir, dependendo da pessoa, diarreia ou constipação.



A melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis. Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água.



O pepino, um legume da mesma família da abóbora e da abobrinha, é indigesto para muitas pessoas. Para evitar o problema, não descasque o pepino. Assim, além de não dar má digestão, ainda neutraliza a acidez estomacal.



O pimentão, rico em cálcio, fósforo, ferro e sódio, é outro vegetal com fama de causador de má digestão. Para que ele não fique indigesto, existe um truque: esquente-o no fogo por alguns instantes e remova a pele antes de acrescentá-lo em um prato.


O leite e seus derivados são alguns dos alimentos que mais causam reclamações com relação à dificuldade de serem digeridos. Isso acontece porque, atualmente, muitas pessoas têm intolerância à lactose (dificuldade para digerir a substância, seguida de náusea, vômito ou diarreia) ou má digestão da lactose (problema em processar esse carboidrato, mas sem incômodos subsequentes). Estima-se que 50% dos adultos tenham intolerância. Para essas pessoas, é aconselhável substituir o leite por bebidas vegetais de digestão mais fácil, como os leites de arroz, quinoa, aveia, amêndoas e soja. Além disso, hoje já existem cápsulas de lactase, suplemento alimentar que auxilia na digestão da lactose.

Fonte: Yahoo

Bebidas energéticas com cafeína propiciam alcoolismo

O consumo regular de bebidas energéticas com altos índices de cafeína favorecem o alcoolismo, revela um estudo publicado nesta terça-feira.

A pesquisa, baseada em cerca de mil estudantes de universidades americanas, concluiu que consumidores frequentes de energéticos cafeinados bebem álcool mais regularmente e em maior quantidade que os demais, aumentando seu risco de alcoolismo.

Os consumidores frequentes de bebidas energéticas correm ainda mais risco de sofrer problemas relacionados ao álcool, como desmaios e ressaca, e são mais suscetíveis a se machucar, revela o estudo, liderado por Amelia Arria, pesquisadora da Universidade de Maryland.

O trabalho faz parte de uma pesquisa mais ampla sobre o alcoolismo, que será divulgada no próximo ano.

O relatório é divulgado em meio a um intenso debate nos Estados Unidos sobre os riscos de bebidas que combinam álcool e cafeína e são especialmente direcionadas aos jovens.

Michigan, Nova York, Oklahoma, Utah e Washington preparam medidas que proíbem bebidas que combinam cafeína ao álcool, do mesmo modo que muitas universidades americanas.

Fonte: Yahoo

Bomba calórica: o que acontece com seu corpo quando você toma refrigerante?

Você sabe o que acontece no seu corpo quando você toma uma latinha de refrigerante, especialmente se ele tem grandes concentrações de cafeína na fórmula? Veja abaixo o caminho natural dessas substâncias e a resposta do seu organismo.

1. Após os primeiros minutos de ingestão. Dependendo da marca, um refrigerante de 600 ml pode ter, aproximadamente, o equivalente a 10 colheres (chá) de açúcar (a Associação Americana de Cardiologia recomenda que esse consumo seja de 9 colheres diárias para os homens e 6 para as mulheres). Essa quantidade de doce, tomada de uma só vez, seria o suficiente para sobrecarregar seu corpo e deixá-lo enjoado, porém, o ácido fosfórico contido nessas fórmulas corta parte do sabor do açúcar.

2. Após 20 minutos, aproximadamente. Há um pico de açúcar na sua corrente sanguínea e sua insulina – hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue, e que promove o ingresso de glicose nas células – vai às alturas. Seu fígado responde a isso queimando o açúcar disponível no organismo e – caso seu gasto calórico seja menor do que o consumo calórico – isso se transformará em gordura.

3. Após os 40 minutos. Se seu refrigerante preferido tem cafeína, ela foi toda absorvida. Sua pressão sanguínea está mais alta e como resposta seu fígado libera mais açúcar no seu sangue. Os receptores de adenosina – agora ligados à cafeína – não “enxergam” a real adenosina, um hormônio responsável pela diminuição do ritmo do corpo. Consequentemente você tem dificuldades para relaxar e os vasos sanguíneos do seu cérebro estão mais comprimidos (da mesma forma que ficariam caso você tivesse optado por uma xícara de café).

4. Após os 45 minutos iniciais. Seu corpo aumenta a produção da dopamina – um dos hormônios envolvidos na sensação de prazer. Fisiologicamente, o processo é muito similar ao que acontece com os usuários de cocaína.

5. Após uma hora. O ácido fosfórico do refrigerante se liga ao cálcio que está no seu intestino. Isso, combinado com a cafeína, de acordo com um estudo de Heaney e Rafferty, pesquisadores da Universidade de Creighton, EUA, aumenta a excreção do cálcio via urina (a chamada calciúria). A hipocalcimia causada por refrigerantes também foi documentada por outros estudos.

6. Ao final da primeira hora, aproximadamente. A cafeína também tem propriedades diuréticas. Nesse momento, se você for ao banheiro, seu corpo vai passar excretar junto com a urina, uma parte do cálcio que deveria servir para manter seus ossos saudáveis, além de eletrólitos – cargas elétricas que facilitariam diversas funções celulares, incluindo as ligações entre os neurônios – e água.

7. Finalmente, após mais de uma hora. Nesse momento você já foi ao banheiro e mandou embora todas aquelas substâncias do refrigerante, junto com diversos minerais, eletrólitos e água. O pico de glicose está em uma curva descendente e seu corpo quer mais (afinal, isso ativa os centros de prazer no cérebro). Você começa a ficar irritado. Alguém pode sugerir que é hora de fazer uma pausa e ir à lanchonete tomar um refrigerante. O ciclo, então, recomeça.

“É claro que o tempo de absorção e excreção dessas substâncias pode variar de pessoa para pessoa”, observa Marcela Kotait, nutricionista do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Ambulim – IPq/HC-FMUSP). Fatores como peso, altura e se houve consumo alimentar junto com o refrigerante – entre outros – podem influenciar nessa dinâmica.

Por que não beber refrigerantes de cola?

Você toma coca-cola? E pepsi? Você sabia que refrigerantes de cola fazem mal para sua saúde? Veja aqui o porque.

A cafeína é uma substância estimulante presente em vários alimentos e bebidas. De acordo com o artigo científico "Consumo de Cafeína e Prematuridade", publicado na Revista de Nutrição (vol.18 no.5 Campinas Sept./Oct. 2005), "as maiores fontes de cafeína são café, chá, chocolate e refrigerantes do tipo cola." Mais a frente o artigo diz: "A cafeína é, provavelmente, a droga mais freqüentemente ingerida no mundo, sendo consumida por pessoas de todas as idades."

A maioria das pessoas que consomem refrigerantes similares à Coca-Cola não são capazes de dizer se os mesmos contêm, ou não, cafeína, de acordo com um estudo de Johns Hopkins. "Isto vai contra à afirmação dos fabricantes, que dizem que adicionam a cafeína puramente pelo sabor", afirma o psico-farmacêutico Roland Griffiths, Ph.D., que conduziu o estudo.

A pesquisa envolveu 25 consumidores de refrigerantes à base de cola. Descobriu-se que 8% deles eram capazes de detectar a cafeína em concentrações de 0,1 miligrama por mililitro, a mesma concentração encontrada na Coca-Cola clássica e na Pepsi. O restante do grupo não foi capaz de notar a diferença entre as colas que continham e as que não continham cafeína, até que os níveis desta fossem elevados muito acima daqueles aprovados pela FDA.

O artigo foi publicado na edição de Archives of Family Medicine.

"A indústria de bebidas insere uma droga que, brandamente, leva ao vício e altera o ânimo das pessoas, a qual ainda é responsável pelo maior consumo de refrigerantes cafeinados", diz Griffiths. Cerca de 70% dos refrigerantes americanos contém cafeína. As versões descafeinadas da Coca-Cola e da Pepsi representam apenas 5% da vendas.

"Como esses refrigerantes são agressivamente vendidos às crianças, os produtores deveriam explicar a razão da presença da cafeína", complementa.

Segundo Griffiths, tanto a nicotina quanto a cafeína são drogas psicoativas. Até recentemente, as companhias de cigarro negavam que a nicotina viciava e diziam que era adicionada apenas para melhorar o sabor dos cigarros. O mesmo ocorre com a cafeína, complementa.

Os refrigerantes representam a fonte mais rica de açúcar extra adicionada à dieta americana e o seu maior consumo pelas crianças toma o lugar de alimentos mais nutritivos, podendo aumentar a perda de dentes, bem como o número de casos de obesidade e de fraturas ósseas.

É muito fácil dizer a um drogado que ele deve parar de usar droga, e a um viciado em alcool que ele precisa parar de beber. Entretanto, não é fácil dizer para uma pessoa que ele precisa abandonar os refrigerantes à base de cola, porque muitos de nós não temos coragem de abandonar essa bebida.

"O uso de alimento estimulante e indigesto é, muitas vezes, tão ofensivo à saúde quanto bebidas alcoólicas, e em muitos casos lança as sementes da embriaguez. A verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas, e usar judiciosamente aquilo que é saudável. Poucos há que compreendam, como deviam, sobre o quanto seus hábitos no regime alimentar têm que ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo e seu destino eterno. O apetite deve sempre estar sob a sujeição das faculdades morais e intelectuais. O corpo deve ser o servo da mente, e não a mente a serva do corpo." (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 562)

Vários estudos e programas de TV já citaram os Adventistas do Sétimo Dia como pessoas que vivem mais tempo do que a média em geral. A revista National Geographic citou os Adventistas em sua reportagem intitulada "A Ciência da Longevidade". O programa SBT Realidade, apresentado por Ana Paula Padrão, também falou da saúde dos Adventistas e da vida longa que possuem. Ainda a revista americana U.S. News deu 10 dicas para as pessoas viverem até os 100 anos, e uma das dicas é: "Viva como um Adventista do Sétimo Dia". E por que os Adventistas vivem mais, em média? Porque eles se preocupam com a saúde. Entre outras práticas saudáveis, os Adventistas desaconselham o uso do café, chá e outras bebidas que contêm cafeína e qualquer substância prejudicial.

Uma declaração do presidente da Bolívia, Evo Morales, colocou a sociedade em choque por revelar que uma das bebidas mais consumidas do planeta pode fazer uso de uma planta proibida pela comunidade internacional. Evo Morales, em entrevista a BBC de Londres, revelou que os EUA são o principal comprador de 99% das folhas de coca comercializadas legalmente na Bolívia.

"Segundo dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, existem hoje três empresas no país autorizadas a importar folhas de coca; uma delas, Stepan Chemical, é responsável desde 1903 pela fabricação, para a Coca-Cola, de um aromatizante incluído na fórmula do refrigerante. Esta demanda americana pelas folhas de coca é alimentada pelo uso da planta como base para a fabricação de um aromatizante utilizado na preparação da Coca-Cola."

Se houver a possibilidade de estar na composição básica do refrigerante, os efeitos da substância cocaína, seriam a dependência da bebida, onde o consumidor seria levado a sempre dar preferência pela marca, haveria também um estado de revitalização energética, agitação e euforia. Como a possibilidade da composição pode ser baixa, estes efeitos seriam brandos no consumidor. Além da composição do xarope incluir o subproduto das folhas de coca, o refrigerante também possui a cafeína; uma porção de 200 ml (copo) de Coca-Cola, por exemplo, contém 19 miligramas (mg)de cafeína. Além disso, o refrigerante também leva entre 10 a 12 % de açúcar. Isso equivale a 240 gramas de açúcar na tradicional garrafa de 2 litros.

Mais um detalhe: A Coca Light e agora a Zero tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da combinação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.

O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é 2,8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias. Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e o maior contribuinte para o aumento da osteoporose.

Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de osteoporose em crianças a partir e 10 anos (pré-adolescentes). Resultado: Excesso de Coca-Cola, por falta de orientação dos pais.

Para transportar o xarope de Coca-Cola, os caminhões comerciais são identificados com a placa de "Material Perigoso" que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos. Dizem que os distribuidores de Coca-Cola têm usado a coca para limpar os motores de seus caminhões há, pelo menos, 20 anos.

Fontes Bibliográficas: - BBC BRASIL.COM e BBC de LONDRES: Eua São os Maiores Compradores Legais de Coca do Mundo;
- TERRA: Efeitos Físicos e Emocionais do Refrigerante;
- DIARIO DA SAÚDE: Refrigerantes de Cola Causam Superdimensionamento Muscular;
- LÁCTEA BRASIL: Substituição do Leite por Refrigerantes;
- EDEMIX PORTAL DE SÁUDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS: Cafeína em Refrigerantes Não é

Questão de Sabor.

Fonte Net: Portal Natural


Os efeitos do vício em cafeína nas crianças

Cafeína é uma droga estimulante que a maioria dos adultos usa em abundância para ficar “ligado”: ser um viciado em café é algo perfeitamente normal. Mas qual o impacto dessa substância em crianças e adolescentes que a consomem nos refrigerantes? Jennifer Temple, pesquisadora da Universidade de Buffalo, EUA, e sua equipe, vêm estudando o consumo de cafeína em crianças e jovens adolescentes há mais de quatro anos. Agora uma versão parcial de sua pesquisa foi publicada no periódico Behavioural Pharmacology e é a primeira a observar os efeitos de refrigerantes cafeinados em crianças e adolescentes. Temple também já havia feito outros estudos do gênero e os resultados das pesquisas anteriores serviram de apoio para esse novo estudo.

Os efeitos da cafeína em adultos já são conhecidos: alterações no ritmo cardíaco, pressão sanguínea mais alta e tremores nas mãos são normais nesses indivíduos, além do desequilíbrio no padrão do sono. Isso vale para as crianças e adolescentes também. Entretanto, os resultados do estudo liderado por Temple mostraram que há uma diferença nos padrões de consumo entre os gêneros.

Observando o hábito de consumo de meninos e meninas, cujas idades variavam entre 8 e 12 anos, os pesquisadores observaram que os garotos se dispuseram a ficar bem mais tempo e trabalhar com mais afinco em um teste de laboratório cuja recompensa era um refrigerante com cafeína (não é preciso citar marcas, afinal, é quase senso comum quais são os que mais “espantam o sono”).

“Observamos também que diversas crianças não consomem somente os refrigerantes com cafeína, mas também consomem doses de café normal. E quando você vê uma criança de 12 anos dizendo que acorda todo dia e toma uma xícara de café, não é possível pensar que isso seja algo bom”, diz a pesquisadora.

Os dados obtidos por Temple mostraram o quanto algumas pessoas se dedicam para obter um alimento em particular – no caso, refrigerantes com cafeína na fórmula – e como o reforço positivo de ações por meio de alimentos é muito similar aos mecanismos de reforço do vício em drogas.

Temple também observa que a diferença do potencial de reforço – ou seja, associar algo que dá prazer a uma determinada atividade – da cafeína entre os meninos e meninas surpreendeu os pesquisadores.

“Isso pode ter relações com os hormônios circulando pelo corpo nessa idade, ou então, as meninas simplesmente são menos sensíveis aos efeitos da cafeína”, diz a pesquisadora, que também afirma que o trabalho é apenas uma parte dos estudos sobre o consumo dessa substância entre crianças. Uma terceira parte do estudo foca agora uma questão crucial: se o consumo de cafeína pode, de alguma maneira, servir de ponte entre outras drogas (legais ou não).

Fonte: Saúde e Família

Coca-Cola pode prejudicar o esperma

De acordo com um estudo holandês a contagem de esperma em homens que bebem mais refrigerante de cola é, em média, 30% mais baixa do que em homens que não tomam a bebida.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que homens com contagem mais baixa de espermatozóides têm risco de ficarem estéreis.
Ainda não se tem certeza sobre qual substância no refrigerante é responsável pelo fenômeno [...]. Outras substâncias aliadas a um estilo de vida que não sejam saudáveis podem estar envolvidas.

Segundo pesquisadores, poucos estudos foram feitos relacionando a infertilidade masculina à bebidas com cafeína, então essa foi a razão para que a pesquisa com 2500 homens holandeses fosse feita.

Os resultados mostraram que os caras que não tomavam Coca-cola ou bebidas similares possuíam um esperma de melhor qualidade (50 milhões de espermatozóide por [mili]litro de sêmen). Além disso o estilo de vida deles era de melhor qualidade.

Já aqueles que tomavam mais de um litro de coca por dia tinham uma contagem de apenas 35milhões de espermatozóides por litro de sêmen. Eles também comiam menos vegetais e frutas.

Pela qualidade de vida estar relacionada ao consumo de refrigerante, ainda não se sabe, com certeza, se é a dieta do homem ou se a quantidade de bebida de cola que afeta a qualidade do sêmen. Apesar de existir a probabilidade que os dois fatores causem o fenômeno, especialistas acham que a bebida de cola seja o fator menos influente.

Fonte: Reuters, via Hypescience

Café atrapalha o sono

A cafeína é uma das substâncias mais consumidas por pessoas que procuram se manter acordadas, como aquelas que trabalham à noite. Porém, uma nova pesquisa aponta que a substância pode atrapalhar a qualidade do sono daqueles que a consomem, mesmo que seja durante o dia. De acordo com Julie Carrier, autora do estudo e professora de psicologia da Universidade de Montreal, no Canadá, o efeito da cafeína afeta o sono ainda mais nas pessoas mais velhas. A pesquisadora afirma isso de acordo com um estudo realizado com 24 pessoas em dois grupos de idade: 20 a 30 anos e 45 a 60.

Os participantes do estudo passaram duas noites sem dormir nos laboratórios. Depois, eles receberam uma pílula de cafeína ou um placebo, e três horas depois receberam permissão para dormir. Mesmo com a extrema privação de sono, as pessoas que ingeriram a cafeína tiveram o sono afetado negativamente, principalmente os mais velhos, que dormiram 50% menos que o normal.

Nos dois grupos de idade, a substância diminuiu a eficiência do sono, a sua duração e o sono REM, que é quando o corpo mais descansa. “Todos conhecemos alguém que diz que dorme como um bebê depois de uma xícara de café”, diz Carrier. “Embora elas possam não perceber, o seu sono não será tão profundo e provavelmente será mais conturbado”, completa a pesquisadora.

Fonte: Hypescience, via Saúde e Família

Nota Corpo Puro: É importante lembrar aos nossos leitores que é justamente durante o período do sono que nosso organismo produz o tão esperado GH (hormônio do crescimento), responsável pela manutenção das nossas células (função antioxidante, evitando o envelhecimento precoce) e crescimento muscular. Como já visto em outras matérias, a principal substância do café (cafeína), produz muito mais efeitos negativos do que positivos, além do que só terá potencial termogênico se consumida juntamente com um programa de exercícios.

Males da cafeína

(Dr. Luiz Fernando Sella)

1. A cafeína está associada com desmineralização óssea, podendo contribuir para a osteoporose.

2. Alguns estudos recentes mostram uma possível relação entre o consumo de cafeína e o câncer de bexiga. Outros estudos mostram que o consumo de 1 xícara de café ao dia é suficiente para aumentar o risco de câncer de estômago, rins, pulmões, cólon e esôfago.

3. Piora de quadros de ansiedade, insônia e depressão.

4. Problemas no estômago (gastrites e úlceras) e refluxo (azia).

5. Elevação da pressão arterial, da glicemia e do colesterol, mesmo quanto tomado sem açúcar.

6. O consumo de 5 xícaras de café por dia está associado a um aumento de 300% no risco de doenças cardiovasculares.

7. Aumento do risco de abortos e bebês nascidos com baixo peso, quando consumidos por gestantes.

8. Certamente é a droga mais consumida no mundo, por ser lícita e considerada inofensiva pela população. Lembrando que droga é uma substância química que atua no Sistema Nervoso Central e que causa dependência.

9. As últimas pesquisas de mercado feita pelos produtores de café demonstrou que o café tem uma penetração de 97% no Brasil (ou seja, das mais de 1.600 pessoas entrevistadas, 97% bebiam café regularmente e haviam tomado café no dia da pesquisa ou no dia anterior!). É realmente preocupante!

Fonte: Saude Família

Precisando de energia? Cafeína ou ar fresco?

Daí bate aquele sono, aquela dificuldade em se concentrar, aquele bode da vida… E seu corpo pede um pulinho na máquina de café para salvar a produtividade. O quê? Acabou o café?! O plano B é ir lá fora respirar um pouquinho de ar fresco. E o efeito vai ser o mesmo. Tem cafeína no ar? Não, mas, de acordo com pesquisadores da Universidade de Rochester, em Nova Iorque (EUA), é como se tivesse. Segundo eles, um passeio de 20 minutos ao ar livre é tão revitalizante para corpo e mente quanto uma dose normal de café. E não precisa fazer polichinelos lá fora ou nada assim. Você pode até ficar paradinho, sem praticar qualquer atividade física, que a energia vem.

“A natureza é um combustível para a alma”, poetiza o responsável pelo estudo, o professor de psicologia Richard Ryan. Segundo ele, quando a gente se lembra da “ligação intrínseca entre o corpo humano e o mundo natural”, nos sentimos mais vivos.

Poesia à parte, tem ciência envolvida na constatação: os pesquisadores conduziram testes com 537 estudantes, expondo-os a uma variedade de situações (tanto de ação quanto de sedentarismo) dentro de um prédio e ao ar livre, enquanto iam medindo seus níveis de energia e bom-humor.

Resultado: segundo Ryan, simplesmente imaginar estar ao ar livre já foi suficiente para aumentar a energia geral dos estudantes. E 20 minutos do lado de fora (agora de verdade) resultou num “aumento massivo” de vitalidade nos jovens.

E aí, topa deixar o cafezinho de lado e fazer o teste você mesmo?

Fonte: Superinteresssante, via Saude e Família

Cafeína interfere na produção hormonal feminina

Um estudo que acaba de ser finalizado pela Escola Médica de Harvard indica que a cafeína afeta a produção de estrogênio e de outros hormônios sexuais femininos, podendo favorecer casos de câncer de mama e nos ovários. Os especialistas ainda não desvendaram os detalhes da relação entre a substância e o risco de câncer. Mas, conhecendo a influência dos hormônios sexuais na doença, a hipótese é que a variação hormonal causada pela substância acabe aumentando a incidência de câncer quando já existe a propensão.

"Segundo a IFIC (International Food Information Council), o ideal é consumir, no máximo, 300 mg de cafeína por dia, o que equivale a três xícaras de café", afirma a nutricionista Roseli Rossi, diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional [mas por que arriscar? O ideal mesmo é consumir nenhuma...]. Para ultrapassar esse limite, sem temer os riscos, ela indica uma consulta com o cardiologista ou, no caso das mulheres, até mesmo com o ginecologista. Para chegar a esta conclusão, os médicos acompanharam 1.200 mulheres, verificando a relação entre o consumo de cafeína e as variações hormonais.

As pacientes ainda preencheram vários questionários, relatando hábitos alimentares e descrevendo o estilo de vida, além de fornecerem amostras sanguíneas para avaliação das dosagens hormonais. Após a análise dos dados, foi confirmado que quanto maior o consumo de cafeína numa mulher em pré-menopausa, menores são os níveis do hormônio estradiol na segunda metade do ciclo menstrual. (...)

Onde ela está? Não é somente o café que contém a substância polêmica:

Refrigerantes tipo cola - lata (355 ml) - 37 a 45 mg de cafeína
Café coado - 1 xícara pequena (50 ml) - 39 mg de cafeína
Café coado - 1 xícara grande (240 ml) - 186 mg de cafeína
Café instantâneo - 1 xícara pequena (50 ml)- 22 mg de cafeína
Café instantâneo - 1 xícara grande (240 ml) - 106 mg de cafeína
Chá [preto] em saquinho - 1 xícara grande (240 ml) - 3,2 mg de cafeína
Leite com achocolatado - 1 copo (240 ml) - 5 mg de cafeína
Chocolate ao leite - 30 g - 60 mg de cafeína

Fonte: Minha Vida, via Saúde e Família
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