Fast-food pode aumentar risco de mal de Alzheimer

O consumo de alimentos do tipo fast-food pode elevar o risco do desenvolvimento do mal de Alzheimer, sugere um estudo sueco. Ratos de laboratório receberam uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol - representando o valor nutricional de lanches do tipo "fast food" - durante nove meses e desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares da doença. "Ao examinar os cérebros destes ratos, nós descobrimos uma mudança química que não é diferente da encontrada no cérebro com Alzheimer", disse Susanne Akterin, do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer do Instituto Karolinska, em Estocolmo.

Os testes mostraram que os alimentos alteraram a formação de uma proteína chamada Tau, que forma nódulos no cérebro de pacientes com Alzheimer, que impedem o funcionamento normal das células, fazendo com que elas morram.

Akterin e sua equipe notaram ainda que o colesterol em alimentos reduziu os níveis de outra substância no cérebro, Arc, que é uma proteína ligada ao armazenamento de memórias.

"Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com fatores genéticos (...) podem afetar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um fator que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer", afirmou Akterin.

A pesquisadora disse que "os resultados dão alguma indicação de como o mal de Alzheimer pode ser prevenido, mas são necessárias mais pesquisas neste campo antes que se possa fazer um aconselhamento apropriado ao público".

Fonte: Estadão, via Saude e Família

Fast food controla a sua mente

É oficial. Aquele balde de sorvete realmente pode controlar seu cérebro e dizer "me coma". Um estudo americano pelo Centro Médico UT do Sudoeste em Dallas descobriu que a gordura de alguns alimentos tais como sorvete e hamburgueres vai direto para o cérebro. Uma vez lá, as moléculas de gordura acionam o cérebro para enviar mensagens para as células do corpo, alertando-as para ignorar os sinais que suprimem o apetite da leptina e insulina, hormônios envolvidos na regulação do peso - o que pode durar até três dias! "Normalmente, nosso corpo é preparado para dizer quando nós comemos o suficiente, mas isso nem sempre acontece quando estamos comendo algo saboroso", afirmou em um comunicado a pesquisadora Deborah Clegg.

"O que nós mostramos nesse estudo é que toda a química do cérebro de uma pessoa pode mudar em um período muito curto de tempo. Nossos resultados sugerem que quando você come algo com elevado teor de gordura, seu cérebro leva uma 'pancada' de ácidos graxos, e você se torna resistente à insulina e leptina. E já que você não recebe a ordem para parar de comer, você acaba comendo demais."

Os pesquisadores também descobriram que um tipo específico de gordura - o ácido palmítico, que é encontrada na carne, manteiga, queijo e leite - é particularmente eficaz em instigar esse mecanismo.

O estudo foi realizado em ratos e camundongos, mas os cientistas dizem que seu estudo, publicado no Jornal de Investigação Clínica, reforçou recomendações comuns de dietas para limitar o consumo de gordura saturada pois elas "fazem com que você comer mais".
O estudo foi conduzido expondo ratos e camundongos a gordura de diversas formas - através da injeção de vários tipos de gordura diretamente no cérebro, através da infusão de gordura na artéria carótida ou alimentar os animais através de um tubo no estômago três vezes por dia.

Os animais receberam a mesma quantidade de calorias e gorduras e somente o tipo de gordura foi variada. Os tipos incluíram ácido palmítico, ácidos graxos monoinsaturados e insaturados, o ácido oléico que é encontrado em óleos de oliva e uva. "Este tipo de ação foi muito específica para o ácido palmítico, que é muito rica em alimentos que são ricos em gordura saturada", disse Clegg.

Fonte: Reuters, via Saúde e Família

Usar drogas causa problemas de memória?

Uma pesquisa mostrou que aqueles que usam drogas casualmente perdem a memória com mais facilidade do que pessoas que não usam nenhuma droga. A memória prospectiva (aquela que usamos quando precisamos lembrar de fazer alguma atividade) daqueles que usam drogas, mesmo que só em festas e outras ocasiões, apresenta grandes falhas.

Estudantes usuários de drogas e não usuários foram entrevistados para a pesquisa. Eles precisaram responder perguntas relativas às drogas (a quantidade e a freqüência com que usavam drogas) e, posteriormente, precisaram fazer testes de memória.

Os resultados mostraram que usuários de drogas “recreativas” como ecstasy e maconha sofrem de vários danos na memória. Usuários de cocaína além de sofrerem perda da memória recente também não conseguem reter informações a longo prazo.

Os cientistas ainda não sabem informar se o uso de drogas é que causa a perda de memória ou se a perda de memória, de alguma forma, influencia o uso de drogas – afinal eles não têm como saber “o que vem antes”.

Fonte: Scientific Blogging, via Hypescience

Coca-Cola pode prejudicar o esperma

De acordo com um estudo holandês a contagem de esperma em homens que bebem mais refrigerante de cola é, em média, 30% mais baixa do que em homens que não tomam a bebida.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que homens com contagem mais baixa de espermatozóides têm risco de ficarem estéreis.
Ainda não se tem certeza sobre qual substância no refrigerante é responsável pelo fenômeno [...]. Outras substâncias aliadas a um estilo de vida que não sejam saudáveis podem estar envolvidas.

Segundo pesquisadores, poucos estudos foram feitos relacionando a infertilidade masculina à bebidas com cafeína, então essa foi a razão para que a pesquisa com 2500 homens holandeses fosse feita.

Os resultados mostraram que os caras que não tomavam Coca-cola ou bebidas similares possuíam um esperma de melhor qualidade (50 milhões de espermatozóide por [mili]litro de sêmen). Além disso o estilo de vida deles era de melhor qualidade.

Já aqueles que tomavam mais de um litro de coca por dia tinham uma contagem de apenas 35milhões de espermatozóides por litro de sêmen. Eles também comiam menos vegetais e frutas.

Pela qualidade de vida estar relacionada ao consumo de refrigerante, ainda não se sabe, com certeza, se é a dieta do homem ou se a quantidade de bebida de cola que afeta a qualidade do sêmen. Apesar de existir a probabilidade que os dois fatores causem o fenômeno, especialistas acham que a bebida de cola seja o fator menos influente.

Fonte: Reuters, via Hypescience

Café atrapalha o sono

A cafeína é uma das substâncias mais consumidas por pessoas que procuram se manter acordadas, como aquelas que trabalham à noite. Porém, uma nova pesquisa aponta que a substância pode atrapalhar a qualidade do sono daqueles que a consomem, mesmo que seja durante o dia. De acordo com Julie Carrier, autora do estudo e professora de psicologia da Universidade de Montreal, no Canadá, o efeito da cafeína afeta o sono ainda mais nas pessoas mais velhas. A pesquisadora afirma isso de acordo com um estudo realizado com 24 pessoas em dois grupos de idade: 20 a 30 anos e 45 a 60.

Os participantes do estudo passaram duas noites sem dormir nos laboratórios. Depois, eles receberam uma pílula de cafeína ou um placebo, e três horas depois receberam permissão para dormir. Mesmo com a extrema privação de sono, as pessoas que ingeriram a cafeína tiveram o sono afetado negativamente, principalmente os mais velhos, que dormiram 50% menos que o normal.

Nos dois grupos de idade, a substância diminuiu a eficiência do sono, a sua duração e o sono REM, que é quando o corpo mais descansa. “Todos conhecemos alguém que diz que dorme como um bebê depois de uma xícara de café”, diz Carrier. “Embora elas possam não perceber, o seu sono não será tão profundo e provavelmente será mais conturbado”, completa a pesquisadora.

Fonte: Hypescience, via Saúde e Família

Nota Corpo Puro: É importante lembrar aos nossos leitores que é justamente durante o período do sono que nosso organismo produz o tão esperado GH (hormônio do crescimento), responsável pela manutenção das nossas células (função antioxidante, evitando o envelhecimento precoce) e crescimento muscular. Como já visto em outras matérias, a principal substância do café (cafeína), produz muito mais efeitos negativos do que positivos, além do que só terá potencial termogênico se consumida juntamente com um programa de exercícios.

Gordura abdominal e risco de demência em mulheres

Mulheres que com gordura acumulada ao redor da cintura na meia idade são duas vezes mais propensas a desenvolver demência na velhice, diz novo estudo da faculdade de medicina da Univesidade de Gothenburg, Suécia. O estudo, liderado por Deborah Gustafson, e publicado no periódico Neurology se baseou e um estudo amplo que começou no final da década de 1960 e acompanhou mais de 1.500 mulheres entre 38 e 60 anos e detalhou a saúde e hábitos de vida das participantes. "Qualquer um que tenha muita gordura abdominal na meia idade tem um grande risco de morrer de doenças do coração e de acidentes vasculares cerebrais (AVC)", diz a pesquisadora. "E se não há um acompanhamento adequado o risco de desenvolver demência a partir dos 70 anos é muito grande."

A média de idade das participantes que desenvolveram demência - 161 indivíduos no final do estudo de mais de três décadas - foi de 75 anos. Mas apesar do estudo ser conclusivo sobre o fato da gordura abdominal ter relações como a doença, não houve concenso sobre um índice de massa corporal (IMC) exato que alertasse para o problema.

"Outros estudo mostraram que um alto IMC também é ligado ao risco de desenvolvimento de demência, mas não foi o caso de nosso estudo", diz Gustafson. "Talvez isso tenha a ver com a baixa quantidade de mulheres com sobrepeso ou obesidade entre os indivíduos escolhidos para a pesquisa", explica.

Os sintomas mais comuns de demência são o alto índice de esquecimento, piora na fala e problemas de cognição e orientação. É uma condição que pode afetar as faculdades mentais e é mais comum nas pessoas idosas. Na Suécia (pais onde foi feito o estudo) a incidência do quadro é demência atinge 7% da população na faixa dos 65 anos e quase 20% dos idosos com mais de 80 anos.

No Brasil, uma pesquisa no estado de São Paulo, feita pela USP, apontou uma média de 6,1% para a faixa de idade que ia de 65 a 69 anos e que pode atingir mais de 38% nos idosos na faixa dos 80 anos.

"A gravidade do problema atual e a magnitude que certamente atingirá nas próximas décadas têm mobilizado a sociedade brasileira em seus diversos níveis", explica Ricardo Nitrini, professor associado do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP e diretor científico da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

Entretanto o país não possui uma metodologia muito desenvolvida e não se tem um número nacional confiável.

Fonte: O Pantaneiro, via Saude e Família

Nota: A relação mente/corpo é mais do que evidente hoje em dia. Por isso, a saúde mental depende também da manutenção da boa saúde física.

Males da cafeína

(Dr. Luiz Fernando Sella)

1. A cafeína está associada com desmineralização óssea, podendo contribuir para a osteoporose.

2. Alguns estudos recentes mostram uma possível relação entre o consumo de cafeína e o câncer de bexiga. Outros estudos mostram que o consumo de 1 xícara de café ao dia é suficiente para aumentar o risco de câncer de estômago, rins, pulmões, cólon e esôfago.

3. Piora de quadros de ansiedade, insônia e depressão.

4. Problemas no estômago (gastrites e úlceras) e refluxo (azia).

5. Elevação da pressão arterial, da glicemia e do colesterol, mesmo quanto tomado sem açúcar.

6. O consumo de 5 xícaras de café por dia está associado a um aumento de 300% no risco de doenças cardiovasculares.

7. Aumento do risco de abortos e bebês nascidos com baixo peso, quando consumidos por gestantes.

8. Certamente é a droga mais consumida no mundo, por ser lícita e considerada inofensiva pela população. Lembrando que droga é uma substância química que atua no Sistema Nervoso Central e que causa dependência.

9. As últimas pesquisas de mercado feita pelos produtores de café demonstrou que o café tem uma penetração de 97% no Brasil (ou seja, das mais de 1.600 pessoas entrevistadas, 97% bebiam café regularmente e haviam tomado café no dia da pesquisa ou no dia anterior!). É realmente preocupante!

Fonte: Saude Família

Cerveja aumenta doença de pele em mulheres

Mulheres que bebem cerveja regularmente têm mais chances de desenvolver psoríase, uma doença de pele crônica, segundo sugere um estudo de pesquisadores americanos. O estudo descobriu que as mulheres que bebem cinco cervejas por semana têm o dobro de risco de desenvolver a doença em comparação com as mulheres que não bebem. A pesquisa, da Harvard Medical School, nos Estados Unidos, analisou dados de mais de 82 mil enfermeiras entre 27 e 44 anos e seus hábitos de consumo de bebidas alcoólicas entre 1991 e 2005. Os pesquisadores disseram observar um aumento de 72% no risco de psoríase entre as mulheres que bebiam mais do que uma média de 2,3 cervejas por semana em relação às mulheres que não bebiam. Para as mulheres que bebiam cinco copos de cerveja por semana, o risco era 130% maior. [...] "A cerveja comum foi a única bebida alcoólica que aumentava o risco de psoríase, sugerindo que alguns componentes não-alcoólicos da cerveja, que não são encontrados no vinho ou nos destilados, podem ter um papel importante no estabelecimento da psoríase", afirma o autor da pesquisa, Abrar Qureshi. [...]

A psoríase é uma doença crônica de pele caracterizada por escamações com coceira que normalmente aparecem nos joelhos, nos cotovelos e no coro cabeludo, mas que podem também atingir outras áreas do corpo, incluindo a face. A doença, cuja origem é genética, é normalmente desencadeada por alguma situação específica. Seus efeitos são comumente leves, mas em alguns casos extremos chegam a deixar os pacientes desfigurados.

Fonte: Diário da Saúde

Bebidas açucaradas e hipertensão

Cortar o açúcar em 130 calorias por dia, o equivalente a 1 lata de refrigerante, pode ajudar a controlar a pressão arterial. O estudo é da Universidade do Estado da Louisiana e foi publicado no jornal Circulation. Durante 18 meses, 810 adultos foram observados. Os pesquisadores identificaram uma queda de 1,8 pontos na pressão arterial sistólica e uma queda de 1,1 pontos na pressão arterial diastólica quando os participantes diminuíram seu açúcar. A pesquisa permaneceu com o mesmo resultado depois dos ajustes de perda de peso e outras variáveis que influenciam na pressão arterial. Adultos norte-americanos bebem, em média, 2 latas e meia de bebidas açucaradas por dia, diz o autor do estudo, Liwei Chen.

Fonte: Opinião e Notícia

Precisando de energia? Cafeína ou ar fresco?

Daí bate aquele sono, aquela dificuldade em se concentrar, aquele bode da vida… E seu corpo pede um pulinho na máquina de café para salvar a produtividade. O quê? Acabou o café?! O plano B é ir lá fora respirar um pouquinho de ar fresco. E o efeito vai ser o mesmo. Tem cafeína no ar? Não, mas, de acordo com pesquisadores da Universidade de Rochester, em Nova Iorque (EUA), é como se tivesse. Segundo eles, um passeio de 20 minutos ao ar livre é tão revitalizante para corpo e mente quanto uma dose normal de café. E não precisa fazer polichinelos lá fora ou nada assim. Você pode até ficar paradinho, sem praticar qualquer atividade física, que a energia vem.

“A natureza é um combustível para a alma”, poetiza o responsável pelo estudo, o professor de psicologia Richard Ryan. Segundo ele, quando a gente se lembra da “ligação intrínseca entre o corpo humano e o mundo natural”, nos sentimos mais vivos.

Poesia à parte, tem ciência envolvida na constatação: os pesquisadores conduziram testes com 537 estudantes, expondo-os a uma variedade de situações (tanto de ação quanto de sedentarismo) dentro de um prédio e ao ar livre, enquanto iam medindo seus níveis de energia e bom-humor.

Resultado: segundo Ryan, simplesmente imaginar estar ao ar livre já foi suficiente para aumentar a energia geral dos estudantes. E 20 minutos do lado de fora (agora de verdade) resultou num “aumento massivo” de vitalidade nos jovens.

E aí, topa deixar o cafezinho de lado e fazer o teste você mesmo?

Fonte: Superinteresssante, via Saude e Família

Refrigerantes e as crianças

Estudo de 10 anos mostrou que meninas que consumiam refrigerantes aos 5 anos de idade tinham dietas com qualidade inferior aos 15 anos, não só por conta das "porcarias" consumidas mas também por conta dos alimentos saudáveis não consumidos. O consumo adequado de alimentos ricos em vitaminas, minerais, proteínas, fibras e fitoquímicos é essencial ao crescimento ótimo e à saúde em geral. Por exemplo, o baixo consumo de cálcio está associado ao maior risco de fraturas ósseas. Os refrigerantes não contém cálcio e geralmente entram no lugar de bebidas mais saudáveis. O menor consumo desse nutriente também aumenta o risco de problemas dentários, diabetes e obesidade. O estudo tenta mostrar como o consumo de bebidas pode impactar de forma diferente a qualidade da dieta. Como muitas das preferências são formadas na infância é importante que os pais controlem o consumo de alimentos que não agregam valor nutritivo à dieta o quanto puderem. E não adianta não oferecer para a criança mas ficar bebendo na frente dela enquanto insiste para que ela tome água ou suco. Inclusive este estudo mostrou que os pais das crianças que bebiam mais refrigerantes tinham maior peso corporal e IMC. Ou seja, muito provavelmente a alimentação de toda família é inadequada. E atenção: não vale trocar o refrigerante por sucos artificiais ou pelos naturais mega açucarados!

(Estudo: Laura M. Fiorito, Michele Marini, Diane C. Mitchell, Helen Smiciklas-Wright, Leann L. Birch. Girls' Early Sweetened Carbonated Beverage Intake Predicts Different Patterns of Beverage and Nutrient Intake across Childhood and Adolescence. Journal of the American Dietetic Association, 2010; 110 [4]: 543)

Fonte: Saúde e Família

Suco de uva pode reduzir perda de memória

Uma pesquisa realizada na Universidade de Cincinnati, em Ohio, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas que tomam suco natural de uva têm melhor memória do que as que evitam consumir o produto em seu dia a dia. Os cientistas, que submeteram 12 pessoas ao consumo de suco de uva por 12 semanas, acreditam que os antioxidantes são os principais responsáveis pela notável melhora no grupo submetido à experiência. As enzimas, minerais e vitaminas que podem melhorar a memória podem ser encontradas em grande escala na casca da fruta ou em seu composto. A pesquisa foi liderada pelo médico Robert Krikorian, que apresentou as conclusões durante a conferência International Polyphenols and Health, realizada em Yorkshire, na Inglaterra.

"Enquanto não se notou nenhuma diferença significativa no grupo que não foi submetido ao tratamento, aqueles que tomaram suco de uva natural demostraram uma relevante melhora no aprendizado", disse Krikorian.

Segundo os pesquisadores, o levantamento baseado no consumo da substância sugere um progresso a curto prazo na memória de retenção e espacial, além de um avanço na memória não-verbal.

Krikorian afirma que o suco pode beneficiar, principalmente, idosos, ajudando-os a preservar as funções congnitivas e reverter o quadro de perda de memória, comum na idade avançada.

Um estudo americano realizado em 2006 pela Universidade Vanderbilt indicou que beber sucos de frutas e vegetais pode diminuir os riscos do desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Segundo a pesquisa, as chances de adquirir a doença são 76% menores em pacientes que tomam sucos naturais pelo menos três vezes por semana.

Fonte: Veja, via Saude e Família

Mitos e verdades sobre o Metabolismo

O SER HUMANO NASCE COM UM ESTOQUE FIXO DE INSULINA – Falso. A produção do hormônio insulina é ilimitada, mas a quantidade de células produtoras do hormônio é fixa. Em pessoas saudáveis, a produção do hormônio insulina acompanha os altos e baixos das taxas de glicose a que o organismo está sujeito durante o dia e a noite – e esse ritmo é constante. Já a quantidade das células produtoras de insulina, as beta, é limitada – mantém-se inalterada do nascimento à morte. Além disso, elas não se regeneram naturalmente. No diabetes tipo 1, há uma destruição total dessas células. Por isso, os diabéticos têm de recorrer às injeções de insulina. No diabetes tipo 2, as células beta são destruídas progressivamente.

BEBER LÍQUIDO DURANTE AS REFEIÇÕES CRIA BARRIGA – Falso. Beber mais de um copo de líquido durante as refeições não é saudável, mas não promove o acúmulo de tecido adiposo na região abdominal. O consumo excessivo de líquido dilui os sucos gástricos, o que pode comprometer a digestão dos alimentos, e leva à dilatação momentânea do estômago, o que pode causar mal-estar. Tudo volta ao normal depois que o líquido for absorvido.

O EFEITO SANFONA DESACELERA O METABOLISMO E DIFICULTA A PERDA DE PESO – Verdadeiro. Perder muito peso e voltar a engordar em pouco tempo pode desregular o ritmo metabólico. Quando uma pessoa emagrece e não pratica exercícios físicos, pode haver perda de músculo – de todos os tecidos do organismo, o que mais consome energia. Quando o peso é recuperado, dificilmente a musculatura se recompõe. Com isso, o gasto calórico diário torna-se menor e voltar a emagrecer fica mais difícil.

PARAR DE FUMAR ENGORDA – Em parte. Assim como alguns alimentos, a nicotina estimula a produção de serotonina, um neurotransmissor associado à sensação de bem-estar. Parar de fumar leva a uma baixa dos níveis da substância no cérebro, além de provocar alterações no humor. Para suprir a falta do neurotransmissor, é comum que ex-fumantes recorram a quantidades exageradas de doces, especialmente chocolate. Com isso, engordam.

O CAFÉ ACELERA O METABOLISMO – Verdadeiro. A cafeína, um dos principais compostos do café, é um estimulante. Seu consumo acelera o metabolismo basal, a energia gasta em funções vitais, como os batimentos cardíacos e a digestão. Esse consumo de energia não é suficiente para promover a queima de gordura. Ou seja, sozinho o café não emagrece. Isso pode ocorrer se seu consumo estiver associado à prática regular de exercícios físicos.

O IDEAL É SE ALIMENTAR DE TRÊS EM TRÊS HORAS – Verdadeiro. Os médicos aconselham fazer seis refeições por dia. Nos intervalos entre o café-da-manhã, o almoço e o jantar deve-se fazer lanches leves. Com isso, o metabolismo mantém-se ativo durante todo o dia [isso se o objetivo for perder peso, do contrário, aconselha-se apenas de 2 a 3 refeições diárias para a manutenção da boa saúde].

O NÚMERO DE BATIMENTOS CARDÍACOS ESTÁ PREDETERMINADO AO NASCIMENTO – Falso. Não se sabe de onde nem quando surgiu esse mito. O que se tem por certo é que o coração de um adulto saudável bate, em média, de sessenta a 100 vezes por minuto. Obviamente, há situações em que ele trabalha num ritmo mais acelerado, como na prática de exercícios físicos. Em outras ocasiões, como durante o sono, o coração tende a bater mais lentamente. Em nenhum desses casos, isso significa que se está gastando ou economizando batimentos cardíacos

Fontes: Walmir Coutinho, endocrinologista, Rosana Costa, nutricionista, e Nabil Ghorayeb, cardiologista, via Veja

Refrigerante sem açúcar diminui funções dos rins

Um estudo norte-americano, conduzido pela organização Nurses Health Study, concluiu que consumir dois ou mais copos dos chamados refrigerantes zero ou diet - sem adição de açúcar - pode oferecer maiores riscos de problemas aos rins. O resultado aponta que as mulheres que beberam tal quantidade tiveram queda de 30% das suas funções renais durante o período do estudo, que foi apresentado em encontro da Sociedade Americana de Nefrologia, em São Diego (EUA). O estudo partiu de questionários alimentares feitos em 1984, 1986 e 1990 com mais de 3.200 mulheres. As participantes avaliadas tiveram bebidas açucaradas retiradas do cardápio. Em seguida, as mulheres responderam sobre a frequência com que ingeriam as bebidas: se menos de uma vez por mês; de uma a quatro vezes por mês; duas a seis vezes por semana; uma vez ao dia e duas vezes ao dia ou com maior frequência.

Após uma comparação entre a função dos rins das mulheres em 1989 e 2000, observou-se que 11,4% das mulheres participantes apresentaram diminuição das funções renais em 30% ou mais, sendo que as que apresentaram mais problemas foram as que beberam dois ou mais copos de refrigerante sem açúcar por dia.

Fonte: Minha Vida

Nota Saúde e Família: Os melhores "refrigerantes" são aqueles criados por Deus: sucos naturais e água pura. Para esses não há contraindicação.[DB]

Cafeína interfere na produção hormonal feminina

Um estudo que acaba de ser finalizado pela Escola Médica de Harvard indica que a cafeína afeta a produção de estrogênio e de outros hormônios sexuais femininos, podendo favorecer casos de câncer de mama e nos ovários. Os especialistas ainda não desvendaram os detalhes da relação entre a substância e o risco de câncer. Mas, conhecendo a influência dos hormônios sexuais na doença, a hipótese é que a variação hormonal causada pela substância acabe aumentando a incidência de câncer quando já existe a propensão.

"Segundo a IFIC (International Food Information Council), o ideal é consumir, no máximo, 300 mg de cafeína por dia, o que equivale a três xícaras de café", afirma a nutricionista Roseli Rossi, diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional [mas por que arriscar? O ideal mesmo é consumir nenhuma...]. Para ultrapassar esse limite, sem temer os riscos, ela indica uma consulta com o cardiologista ou, no caso das mulheres, até mesmo com o ginecologista. Para chegar a esta conclusão, os médicos acompanharam 1.200 mulheres, verificando a relação entre o consumo de cafeína e as variações hormonais.

As pacientes ainda preencheram vários questionários, relatando hábitos alimentares e descrevendo o estilo de vida, além de fornecerem amostras sanguíneas para avaliação das dosagens hormonais. Após a análise dos dados, foi confirmado que quanto maior o consumo de cafeína numa mulher em pré-menopausa, menores são os níveis do hormônio estradiol na segunda metade do ciclo menstrual. (...)

Onde ela está? Não é somente o café que contém a substância polêmica:

Refrigerantes tipo cola - lata (355 ml) - 37 a 45 mg de cafeína
Café coado - 1 xícara pequena (50 ml) - 39 mg de cafeína
Café coado - 1 xícara grande (240 ml) - 186 mg de cafeína
Café instantâneo - 1 xícara pequena (50 ml)- 22 mg de cafeína
Café instantâneo - 1 xícara grande (240 ml) - 106 mg de cafeína
Chá [preto] em saquinho - 1 xícara grande (240 ml) - 3,2 mg de cafeína
Leite com achocolatado - 1 copo (240 ml) - 5 mg de cafeína
Chocolate ao leite - 30 g - 60 mg de cafeína

Fonte: Minha Vida, via Saúde e Família
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