Ômegas contra a Obesidade

Gorduras insaturadas

Pesquisa realizada na Unicamp revelou que os ácidos graxos insaturados ômega-3 e ômega-9 não apenas interrompem, mas também revertem o processo inflamatório causado por dietas ricas em gorduras saturadas numa região do cérebro chamada hipotálamo.

O hipotálamo é responsável pelo controle da fome e do gasto energético. O processo inflamatório ocasiona a perda deste controle neural e abre espaço para o desenvolvimento da obesidade.

Os ácidos graxos insaturados ômega-3 e ômega-9 estão presentes, respectivamente, na semente de linhaça e no azeite de oliva.

O estudo revelou ainda, em descrição inédita na literatura, que o ômega-9, ao contrário do que se sabia até o momento, é mais potente em reverter essas condições do que o ômega-3, reconhecido como um clássico anti-inflamatório.

A pesquisa, que acaba de ganhar o primeiro lugar no Prêmio Henri Nestlé, certame nacional de grande impacto na área da nutrição, foi realizada por Dennys Esper Cintra, da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da Unicamp em Limeira, e por Lício Velloso, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.

Gorduras saturadas

Estudos recentes mostram que dietas ricas em gorduras saturadas - como as presentes nas carnes bovina e suína, e em seus derivados como leite, queijos e manteiga - lesionam o hipotálamo ao darem início a um tipo de inflamação local que acaba influenciando em seu funcionamento.

Esse processo inflamatório, quando prolongado, pode causar a morte de neurônios e, consequentemente, a perda deste controle neural. Uma vez inflamado, o hipotálamo perde parte de suas funções, ao ter reduzida a sua capacidade de "percepção" entre o momento de sinalizar para o organismo a estocagem ou a queima de energia.

Pesquisas anteriores do grupo haviam revelado que tal inflamação é desencadeada por um receptor do sistema imune denominado Toll-Like Receptor 4 (TLR4). Este receptor é capaz de reconhecer uma substância presente na parede celular de bactérias, e, quando ativado, produz citocinas que causam inflamação.

Demonstrou-se que essa substância presente na parede de bactérias também está presente nos alimentos ricos em gorduras saturadas. Quando consumidas em larga escala, como é o caso das dietas ocidentais, essas grandes quantidades de gordura são capazes de sensibilizar esses receptores, simulando uma infecção.

"Isso ocorre por todo o organismo, mas quando essas gorduras encontram esses receptores no hipotálamo, o estrago pode ser maior, pois é ali que se encontra a caixa-preta do nosso balanço energético" diz o pesquisador. Logo, algumas pessoas, quando expostas a dietas hipercalóricas, perdem gradativamente o controle da fome e passam a consumir mais calorias do que gastam, tornando-se obesas com o decorrer do tempo.

Ômega-3 e ômega-9

Os ensaios nutrigenômicos realizados por Cintra em modelos experimentais compararam a ação dos ácidos graxos insaturados ômega-3 e ômega-9 no hipotálamo de camundongos obesos e diabéticos e demonstrou que essas substâncias são capazes não apenas de atenuar a inflamação e restabelecer o processo de sinalização celular que controla o apetite como também de interromper os sinais de morte celular que vinham se instaurando.

Durante o tratamento com os ômegas, a sinalização da insulina e leptina (hormônios que indicam ao cérebro que há a presença de nutrientes e que está na hora de parar de comer) perdida em animais obesos e diabéticos foi restabelecida. Houve restauração de todo o perfil metabólico dos animais, culminando em perda de peso.

A pesquisa mostrou, no entanto, que para que os resultados sejam efetivamente alcançados é preciso uma ingestão contínua desses nutrientes, somada à descontinuidade da ingestão elevada de alimentos ricos em gordura saturada, ou seja, é preciso que haja uma reeducação alimentar, pois, uma vez interrompido o tratamento, os neurônios voltam a sofrer o processo de apoptose (morte celular).

Hipotálamo

No estudo, inicialmente, induziu-se a obesidade e diabetes nos animais, por meio da ingestão de uma dieta altamente calórica, rica em gorduras saturadas, bastante semelhante à consumida atualmente por populações ocidentais.

Numa segunda etapa, quando do início do tratamento, os animais foram distribuídos em grupos que receberam dietas acrescidas de ômega-3 ou ômega-9, em concentrações crescentes.

É sabido que a simples redução no consumo de gorduras saturadas já é o suficiente para a melhora no perfil metabólico em diversas espécies, inclusive em humanos.

Contudo, quando tais ácidos são ainda agregados à alimentação, os processos negativos gerados no hipotálamo pelo consumo crônico da gordura saturada melhoraram de forma exuberante. Houve recuperação do comportamento alimentar adequado, devido principalmente ao aumento na expressão de proteínas anti-inflamatórias e antiapoptóticas, além da redução significativa na expressão de marcadores pró-inflamatórios e pró-apoptóticos no hipotálamo dos camundongos.

Para confirmar a ação específica dos ácidos graxos ômega-3 e 9, os pesquisadores infundiram as substâncias diretamente no hipotálamo de animais obesos, e observaram redução imediata no consumo de alimentos. Após uma semana de infusão direta no hipotálamo, os animais já tinham perdido mais de 10% do seu peso corporal.

Gasto energético

Somado a estes fatores, ambos os experimentos demonstraram que a perda de peso não se deveu apenas à recuperação do controle nervoso da fome, mas também porque tais substâncias aumentaram o gasto energético dos animais.

Quando infundido diretamente no hipotálamo, ou mesmo quando consumidos por via oral, ambos, ômega 3 e 9, aumentam no tecido adiposo marrom a expressão de uma proteína chamada UCP-1, que é responsável pelo aumento do gasto energético. Com isso, a atividade das proteínas da via da insulina e da leptina foi restaurada. Os animais se tornaram muito mais tolerantes à glicose e também mais sensíveis às ações da insulina, antes prejudicada pela obesidade.

Outro fato surpreendente foi demonstrado nesse estudo. "Como dito anteriormente, os ômegas foram suplementados nas dietas em várias concentrações. A resposta mais interessante se demonstrou nos grupos que receberam as menores concentrações na dieta, tanto de ômega-3 quanto de ômega-9. Embora os animais diabéticos não tenham deixado de ser diabéticos, a glicemia foi reduzida de forma expressiva e se tornou controlável através apenas da alimentação nesses grupos", revelou Cintra.

O impacto da substituição dos ácidos graxos na variação do peso corporal foi dependente da composição, mas não do tipo de ácido graxo. "Observamos que quando os animais consumiam esses ácidos graxos, ou quando aplicávamos diretamente no hipotálamo, a inflamação era finalizada. Os sinais de insulina e leptina enviados pela periferia chegavam até o hipotálamo e cumpriam a obrigação deles informando ao organismo que já havia nutrientes em quantidade suficientes, e que a fome deveria desaparecer", explicou Cintra.

As concentrações testadas nas dietas correspondentes aos melhores resultados são quantidades passíveis de consumo no dia a dia, por meio de um acréscimo natural desses alimentos em nossas refeições diárias, sem a necessidade de suplementos alimentares. Alimentos como semente de linhaça marrom, óleo de soja, sardinha e canola apresentam custos razoáveis e também excelentes fontes de ômega-3. Da mesma forma, o azeite de oliva, óleo de soja, abacate e amendoim são fontes saudáveis de ômega-9.

Criação de novos neurônios

Além de mostrar que os ácidos graxos ômega-3 e ômega-9 são capazes de interromper os sinais de morte celular, inibir a inflamação e restabelecer a sinalização celular das vias da leptina e da insulina, o trabalho trouxe evidências de que esses ácidos podem desencadear também um estímulo à gênese de novos neurônios, num processo chamado de neurogênese.

A próxima empreitada será investigar a possibilidade dessa síntese de novos neurônios, e verificar se tais ácidos graxos possuem a capacidade de exercer plasticidade sobre os neurônios afetados de indivíduos obesos, revertendo assim o processo de morte instaurado pelos ácidos graxos saturados.

"Precisamos descobrir se essa plasticidade ocorre no local onde os neurônios foram mortos pelo excesso de gordura saturada. Ainda não sabemos até que ponto, e nem por que razão, mas o ômega-3 é capaz de estimular a multiplicação de neurônios.

O estudo indicou que o ômega-3 pode ter sido o responsável pela regeneração daqueles neurônios que já haviam morrido naquela região do hipotálamo. O próximo passo será descobrir se o ômega-3 é mesmo capaz de restabelecer os neurônios controladores da fome, e assim devolver ao indivíduo a capacidade perdida de controlar sua fome após ele ter-se tornado obeso", concluiu Cintra.

Morte dos neurônios

Isto torna o assunto em questão ainda mais delicado: como a morte dos neurônios pode ser irreversível - os estudos na área ainda são muito incipientes - a possibilidade de o vício ou a compulsão por comidas gordurosas e altamente calóricas acontecer pode ser ainda mais grave.

De acordo com Cintra, é preciso que cada vez mais políticas públicas de prevenção à obesidade sejam implantadas, e que haja todo um esforço de reeducação alimentar entre a população, desde a infância.

"Uma vez que a pessoa se torna obesa, fica difícil reverter o processo de obesidade, ou, ao menos, de devolvê-la o controle da fome. Mesmo com o enorme avanço da ciência, esta ainda se encontra de mãos atadas em relação à obesidade. Ainda não temos nenhuma saída satisfatória para a doença, por isso é tão importante a prevenção. O indivíduo não pode se tornar obeso, porque a partir desse momento ele pode estar entrando em um caminho sem volta", afirma Cintra.

Por esta razão, a melhor saída continua sendo, de acordo com cientistas e especialistas, investir em programas de conscientização, reeducação alimentar, e de estímulos às práticas de atividades físicas, para assim, tentar evitar que a obesidade atinja um patamar irreversível.

Óleo de alho protege diabéticos contra doenças do coração

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Saúde através da Linhaça

A semente do linho, conhecida como linhaça, vem sendo muito estudada por pesquisadores e cientistas em todo o mundo. Rica em fibras, vitaminas e minerais, a linhaça tem sido cada vez mais procurada por aqueles que buscam saúde.

Existem duas variedades: a dourada e a marrom. A primeira é mais comum nas regiões de clima frio, como o Canadá, e a marrom já está adaptada ao clima do mediterrâneo, por isso é a mais comumente encontrada no Brasil. A diferença fundamental está na consistência e sabor. A casca da linhaça dourada é mais fina e o sabor é mais suave. Entretanto, quanto à composição, praticamente não há diferença entre as duas. Ainda não existe um consenso em relação à quantidade diária a ser consumida, por isso é preciso introduzir com cautela este alimento na dieta.

A forma ideal de consumir a linhaça é triturando-a, pois sua casca é resistente à ação do suco gástrico e poderia passar intacta pelo aparelho digestivo. Este processo potencializa a absorção dos nutrientes.Alguns componentes importantes são: fibras, ácidos graxos (ômegas 3 e 6), fitoestrógenos (lignanas), vitaminas A, E, B1, B6, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Não contém glúten, podendo ser utilizada por pessoas com doença celíaca. Cada um destes nutrientes possui um papel específico, que torna a linhaça um poderoso alimento funcional.

As fibras ajudam na digestão e auxiliam o funcionamento do intestino, reduzindo o risco de câncer colo-retal. São muito utilizadas na dieta de obesos, pois aumentam a saciedade, reduzindo a ingestão alimentar. Úteis ainda na prevenção de diabetes e doenças coronarianas, pois atuam no controle da glicemia e das taxas de colesterol sérico.

Dentre os ácidos graxos, destacam-se os ômegas 3 e 6, que estão em perfeita harmonia na linhaça. O ômega 3 tem efeito cardioprotetor, ajudando a reduzir o colesterol total e o LDL, a agregação plaquetária e a pressão arterial. Sua ação antioxidante, o faz potente contra a formação de placas de ateroma, além de reforçar o sistema imunológico. Os aminoácidos arginina, glutamina e histidina, presentes na proteína da linhaça, também estão relacionados ao fortalecimento do sistema imunológico.

O ômega 3 inibe a formação de mediadores pró-inflamatórios, sendo útil no tratamento de diversas doenças como: inflamação ocular, artrite reumatóide, psoríase, esclerose múltipla e lupus. Ajuda no tratamento da depressão e na melhora das funções mentais, sendo útil na prevenção de demência e mal de Alzheimer. O óleo é de linhaça é utilizado no tratamento de deficiência lacrimal. Contribui ainda para a beleza da pele, sendo indicado para peles secas, manchas, acne, espinhas e eczema. O óleo de linhaça prensado a frio é fonte de vitamina E, uma vitamina antioxidante importante para manter a qualidade do óleo e evitar a oxidação e perda do ômega 3.

Os fitoestrógenos são substâncias produzidas pelas plantas com efeitos similares ao hormônio feminino estrógeno. A linhaça é muito rica em lignana, um fitoestrógeno que ajuda no equilíbrio hormonal, combatendo os sintomas da tensão pré-menstrual e menopausa. Ajudam na manutenção da saúde óssea e na redução do risco de câncer de mama e próstata.

Seja a semente, a farinha, o óleo ou a cápsula a linhaça traz inúmeros benefícios para a saúde. Vale a pena conferir!

Fonte: Vitgold

Cálcio: aliado que nos abandona na velhice

Logo após o nascimento iniciamos a ingestão do leite materno que popularmente é chamado de alimento completo.

Este alimento, que deixa de ser materno, permanece na forma de leite de vaca durante toda nossa vida. Dentre diversos nutrientes presentes no leite, o cálcio representa um que merece grande atenção para garantir boa qualidade de vida durante o processo de envelhecimento.

Recentemente foi publicado no JAMA (Jornal da Associação Médica Americana) a grande incidência de fratura em idosos que apresentavam baixa densidade mineral óssea. A densidade mineral óssea é determinada pelo estilo de vida que temos.

Dentre os fatores, o consumo de alimentos ricos em cálcio e o estímulo para a incorporação deste nutriente nos ossos pela prática regular de atividade física são os determinantes para a população brasileira.

Em outros países o consumo de alimentos ricos em vitamina D é também um fator importante. No Brasil, o clima favorece a exposição natural a irradiação solar (que deve ser feita de forma cuidadosa e em horário correto) o que estimula a síntese endógena desta vitamina.

Muitas vezes ouvimos pessoas indagando a necessidade de consumo de leite e derivados na idade adulta. Muitos relatam que os animais após a período de amamentação deixam de consumir este alimento.

Esta colocação não leva em consideração o fato de estes animais possuírem um sistema digestivo com grande capacidade de absorção de cálcio dos ossos de outros animais. Para os humanos esta capacidade é reduzida, ficando como maior fornecedor de cálcio para nosso organismo o leite e seus derivados.

Algumas pessoas apresentam intolerância ao leite devido a uma deficiência digestiva. Em alguns casos esta intolerância é contornada pelo consumo de iogurte ou consumo crescente do leite iniciando com pequena quantidade.

O cálcio então é consumido no leite e derivados representando uma “caderneta de poupança” ao longo da vida. Isto quer dizer que iremos aumentando nossa densidade mineral óssea até o processo de envelhecimento.

Durante esta etapa da vida a manutenção da atividade física, exposição correta a irradiação solar e o consumo de alimentos ricos em cálcio podem garantir a integridade mineral óssea impedindo problemas como osteoporose.

Não se esqueça, uma vida ativa é também fundamental para garantir a integridade mineral óssea.
Vale lembrar, que os suplementos alimentares podem lhe ajudar neste consumo durante sua vida, caso sua alimentação não preencha a expectativa suficiente deste mineral na sua alimentação normal. Osteoporose? De maneira nenhuma! O importante é lembrar que o cálcio deve ser consumido de uma maneira ou de outra.

Fonte: adaptado da Revista Suplementação


Efeito anticâncer do brócolis pode ser ampliado

Brócolis e bactérias

Um estudo realizado na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostrou pela primeira vez que o sulforafano, o poderoso agente contra o câncer presente no brócolis, é liberado do seu composto original por bactérias que vivem no intestino grosso, sendo então absorvido pelo organismo.

"Esta descoberta abre a possibilidade de sermos capazes de aumentar a atividade dessas bactérias no cólon, aumentando o poder que o brócolis tem na prevenção do câncer," disse Elizabeth Jeffery, uma das autoras da pesquisa.

"Também é reconfortante, porque muitas pessoas cozinham demais o brócolis, destruindo sem querer a enzima vegetal que nos fornece o sulforafano. Nós agora sabemos que a microbiota do nosso trato digestivo pode salvar uma parte desse importante agente de prevenção do câncer mesmo que isso aconteça," disse ela.

Glucorafanina e sulforafano

Embora os cientistas tenham teorizado há muito tempo que a microbiota intestinal poderia executar esse papel, o processo nunca havia sido verificado diretamente e não se sabia quais seriam os agentes de sua realização.

Agora, Jeffery e seus colegas Michael Miller e Ren-Hau Lai comprovaram a teoria.

Eles injetaram glucorafanina, o composto pai do sulforafano, no intestino inferior de ratos e demonstraram que o sulforafano estava presente no sangue da veia mesentérica, que flui do intestino para o fígado.

"A presença do sulforafano em quantidades mensuráveis mostra que ele está sendo convertido na parte inferior do intestino e está disponível para absorção no organismo," explica Jeffery.

O ceco, a parte inferior do intestino dos ratos nos quais os cientistas inocularam a glucorafanina, abriga bactérias que ajudam na digestão e no metabolismo, de forma semelhante ao que acontece no cólon humano.

Anticâncer e anti-inflamatório

De acordo com Jeffery, o sulforafano é um agente extremamente potente contra o câncer: "A quantidade que você obtém em 3 a 5 porções por semana, que é menos do que um ramo diário de brócolis, é o suficiente para ter um efeito anticâncer. Com muitos dos outros alimentos bioativos dos quais você ouve falar, são necessárias quantidades muito maiores para se ter um resultado mensurável."

O sulforafano também tem propriedades anti-inflamatórias, que são vistas com interesse pelos cientistas por sua capacidade de combater os efeitos de muitas doenças crônicas que acompanham a obesidade e o envelhecimento.

Miller sugere duas formas pelas quais as bactérias no intestino poderiam ser manipuladas para se obter um poder extra do brócolis ingerido.

"Uma forma seria a de alimentar as bactérias desejáveis com probióticos para incentivar sua proliferação. Outra forma seria a utilização de uma abordagem combinada, por exemplo, brócolis com molho de iogurte, que contém as bactérias hidrolisadoras, dessa forma aumentando a sua proteção contra o câncer," explica a cientista.

Cuide das suas bactérias

Se alimentar bactérias não soa particularmente atraente, a cientista destaca que as bactérias não trazem sempre más notícias. "Uma das coisas sobre o que não pensamos muito é a enorme quantidade de benefícios que experimentamos quando uma comunidade saudável de bactérias coloniza nosso intestino grosso," diz ela.

"Nós, seres humanos, temos uma relação simbiótica com inúmeros micróbios famintos, que metabolizam vitaminas e outros componentes bioativos dos alimentos. Agora podemos ver outro exemplo interessante da sua atividade, com o papel que desempenham na captura do sulforafano do brócolis," conclui ela.

Melancia é eficaz contra a pressão alta

Melancia contra hipertensão

Não importa em quantas fatias você a divida, a melancia ainda manterá uma série de benefícios - o agradável saber adocicado, baixas calorias, alto nível de fibras e muitos nutrientes.

E agora há mais um item nessa lista: um novo estudo concluiu que a melancia pode ser uma arma natural eficaz contra a pré-hipertensão, um precursor das doenças cardiovasculares.

A pesquisa, a primeira desse tipo realizada em humanos, foi feita por Arturo Figueroa e Bahram H. Arjmandi, cientistas da Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, e publicada na revista científica American Journal of Hypertension.

Efeito vasodilatador da melancia

Os pesquisadores descobriram que a ingestão diária de seis gramas do aminoácido L-citrulina/L-arginina, retirados do extrato da melancia, durante seis semanas, resultou em uma melhoria da função arterial.

"Essa descoberta sugere que este 'alimento funcional' tem um efeito vasodilatador, que pode impedir que a pré-hipertensão progrida para a hipertensão total, um importante fator de risco para ataques cardíacos e derrames," afirma Figueroa.

O efeito imediato foi uma redução da pressão arterial aórtica em todos os nove participantes pré-hipertensivos - quatro homens e cinco mulheres na pós-menopausa, com idades entre 51 e 57 anos.

"Dadas as evidências encorajadoras geradas por este estudo preliminar, vamos continuar a pesquisa e incluir um grupo muito maior de participantes na próxima rodada," acrescentou o pesquisador.

Por que a melancia?

"A melancia é a mais rica fonte natural comestível de L-citrulina, a qual está intimamente relacionada com a L-arginina, um aminoácido necessário para a formação do óxido nítrico essencial para a regulação do tônus vascular e para a manutenção de uma pressão arterial saudável", explica Figueroa.

Uma vez no corpo, a L-citrulina é convertida em L-arginina. Simplesmente consumir a L-arginina como suplemento dietético não é uma opção para muitos adultos hipertensos porque ela pode causar náuseas, desconforto gastrointestinal e diarreia.

Por outro lado, a melancia é bem tolerada por praticamente todos os pacientes. Os participantes no estudo-piloto não relataram nenhum efeito adverso.

E, além dos benefícios vasculares da citrulina, a melancia é uma fonte abundante de vitamina A, B6, C, potássio, fibras e licopeno, um antioxidante poderoso.

De acordo com Arjmandi, a melancia pode até mesmo ajudar a reduzir os níveis de glicose no sangue.

Alimentos funcionais

Segundo o Dr. Arjmandi, os alimentos funcionais, como a melancia, podem ajudar a combater condições de saúde que atingiram níveis epidêmicos, como os elevados níveis de colesterol.

"Por alimentos funcionais queremos dizer aqueles alimentos que já foi demonstrado cientificamente que são capazes de promover a saúde ou de prevenir doenças, acima e além dos outros nutrientes intrinsecamente saudáveis que eles também contêm," explica ele.

Figueroa acrescenta que a suplementação de L-citrulina oral pode permitir a redução na dosagem de anti-hipertensivos necessários para controlar a pressão arterial.

"Melhor ainda, pode impedir a progressão da pré-hipertensão para a hipertensão," conclui ele.

Fonte: Diário da Saúde

Bomba calórica: o que acontece com seu corpo quando você toma refrigerante?

Você sabe o que acontece no seu corpo quando você toma uma latinha de refrigerante, especialmente se ele tem grandes concentrações de cafeína na fórmula? Veja abaixo o caminho natural dessas substâncias e a resposta do seu organismo.

1. Após os primeiros minutos de ingestão. Dependendo da marca, um refrigerante de 600 ml pode ter, aproximadamente, o equivalente a 10 colheres (chá) de açúcar (a Associação Americana de Cardiologia recomenda que esse consumo seja de 9 colheres diárias para os homens e 6 para as mulheres). Essa quantidade de doce, tomada de uma só vez, seria o suficiente para sobrecarregar seu corpo e deixá-lo enjoado, porém, o ácido fosfórico contido nessas fórmulas corta parte do sabor do açúcar.

2. Após 20 minutos, aproximadamente. Há um pico de açúcar na sua corrente sanguínea e sua insulina – hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue, e que promove o ingresso de glicose nas células – vai às alturas. Seu fígado responde a isso queimando o açúcar disponível no organismo e – caso seu gasto calórico seja menor do que o consumo calórico – isso se transformará em gordura.

3. Após os 40 minutos. Se seu refrigerante preferido tem cafeína, ela foi toda absorvida. Sua pressão sanguínea está mais alta e como resposta seu fígado libera mais açúcar no seu sangue. Os receptores de adenosina – agora ligados à cafeína – não “enxergam” a real adenosina, um hormônio responsável pela diminuição do ritmo do corpo. Consequentemente você tem dificuldades para relaxar e os vasos sanguíneos do seu cérebro estão mais comprimidos (da mesma forma que ficariam caso você tivesse optado por uma xícara de café).

4. Após os 45 minutos iniciais. Seu corpo aumenta a produção da dopamina – um dos hormônios envolvidos na sensação de prazer. Fisiologicamente, o processo é muito similar ao que acontece com os usuários de cocaína.

5. Após uma hora. O ácido fosfórico do refrigerante se liga ao cálcio que está no seu intestino. Isso, combinado com a cafeína, de acordo com um estudo de Heaney e Rafferty, pesquisadores da Universidade de Creighton, EUA, aumenta a excreção do cálcio via urina (a chamada calciúria). A hipocalcimia causada por refrigerantes também foi documentada por outros estudos.

6. Ao final da primeira hora, aproximadamente. A cafeína também tem propriedades diuréticas. Nesse momento, se você for ao banheiro, seu corpo vai passar excretar junto com a urina, uma parte do cálcio que deveria servir para manter seus ossos saudáveis, além de eletrólitos – cargas elétricas que facilitariam diversas funções celulares, incluindo as ligações entre os neurônios – e água.

7. Finalmente, após mais de uma hora. Nesse momento você já foi ao banheiro e mandou embora todas aquelas substâncias do refrigerante, junto com diversos minerais, eletrólitos e água. O pico de glicose está em uma curva descendente e seu corpo quer mais (afinal, isso ativa os centros de prazer no cérebro). Você começa a ficar irritado. Alguém pode sugerir que é hora de fazer uma pausa e ir à lanchonete tomar um refrigerante. O ciclo, então, recomeça.

“É claro que o tempo de absorção e excreção dessas substâncias pode variar de pessoa para pessoa”, observa Marcela Kotait, nutricionista do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Ambulim – IPq/HC-FMUSP). Fatores como peso, altura e se houve consumo alimentar junto com o refrigerante – entre outros – podem influenciar nessa dinâmica.

Proteínas em pó

(por Jeff Mayner, CPT, CSN)

Nos últimos meses tenho sido convidado inúmeras vezes para falar sobre a suplementação de proteína em particular. Parece que ainda há alguma confusão sobre este alimento importante na construção muscular, especialmente quando se trata de proteína em pó. Quase todos concordam que a proteína é necessária em grandes quantidades para o atleta e fisiculturista. Este fato também se aplica aos indivíduos fisicamente exigentes envolvendo levantamento de peso e altos níveis de atividade física, que requer também a ingestão de proteínas adicionais. Alguma vez você já olhou para alguns daqueles trabalhadores da construção civil? O foco deste artigo será limitada aos tipos diferentes de suplementos de proteínas em pó que existem hoje.

A Importância

A proteína é um macronutriente essencial que o organismo necessita diariamente. Grandes quantidades, consideradas superiores a 1,5 gramas por quilo de peso corporal, podem ser difíceis para o corpo digerir. Como mencionado anteriormente, os níveis de atividade individual exigem proteínas adicionais. Isto é especialmente verdadeiro quando o objetivo é ganhar massa magra. Os horários estão justos demais hoje. Estamos sempre ocupados, portanto, é conveniente que tenhamos bons alimentos disponíveis, nutricionalmente falando. Este é o lugar onde os suplementos em pó de proteína desempenham um papel vital em um estilo de vida fisicamente ativo e exigente.

Proteína em pó - tipos básicos

Proteína em pó, basicamente, encontramos três tipos diferentes, independentemente dos nomes de fantasia e tratamento a eles associados. Trata-se de soro de leite (Whey Protein), ovo (Egg Protein) e soja (Soy Protein). Vamos entender melhor cada um deles:

Whey

A Whey Protein aparece em três formas distintas, dos quais alguns são melhores do que outros, dependendo de fatores diferentes. Uma grande importância é a absorção, seguido pelo preço.

Whey Protein Isolado e Hidrolisado (WPIH)

Da família de proteínas de soro de leite, o Whey Protein Hidrolisada é o mais facilmente digerível. Embora tenha a maior eficácia de todas as proteínas do soro é também o mais caro. A WPIH é parcialmente utilizado para ajudar no processo digestivo humano, o que torna o muito solúvel. O problema com o WPIH é que ele tem um gosto extremamente amargo que é quase sempre impossível de vencer com adoçantes ou aromatizantes [experimente VP2]. O WPIH ainda pode ser encontrado em outros suplementos, mas em proporções menores.

Whey Protein Isolado (WPI)

Whey Protein Isolado é uma outra história. WPI tem um bom gosto e também é extremamente digestível [experimente Nectar]. WPI é quase totalmente desprovido de gordura e sem lactose. O último é de grande importância para indivíduos com intolerância à lactose. O processo de cross-flow microfiltração, ajudou a revolucionar este tipo de proteína. Esta é a fase de transformação que segue a "concentração" de fase para "isolar" a proteína do soro do leite.

Whey Protein Concentrado (WPC)

Os Whey Protein concentrados têm uma variedade de diferentes problemas que lhes estão associados. Alguns sintomas de usuários que consomem WPC, incluem inchaço, gases e, em alguns casos, diarréia. Há uma variação muito grande no teor de proteína em si. O teor de proteína real pode variar muito de 25 a 80% que é um resultado direto da dependência em relação à qualidade e custo.

Se você fosse comparar WPI a WPC você vai achar que WPC tem altas concentrações de gordura, carboidratos e lactose. A absorção também é reduzida devido à menor assimilação no estômago e intestinos.

Devido ao baixo custo de produção e redução da qualidade e quantidade da proteína, esta é a mais econômica.

Proteína do Ovo

Este é um velho amigo para a maioria de nós que estão neste meio a longos tempos. Muitos anos atrás, um homem com o nome de Blair formulou uma proteína em pó que ainda possui variações usadas hoje. A proteína de ovo é extraído de clara de ovo pura e tem um dos maiores QEP (Quociente de Eficiência Protéica) - 3,9.

Este é um ponto importante, pois quanto maior o QEP, melhor o corpo utiliza a proteína. A proteína de ovo tem a mais longa história de uso entre fisiculturistas e levantadores de peso, devido à sua alta taxa de absorção e de seus resultados comprovados pelo tempo, para não mencionar que durante muitos anos foi o único tipo de proteína em pó com excepção do leite.

Como o soro e proteínas de soja, a proteína do ovo oferece a gama completa de aminoácidos de uma forma eficiente, que é facilmente utilizada pelo organismo, livre de gordura e de colesterol. No que diz respeito proteína em pó especificamente, não é muito solúvel e é exigido o uso de um liquidificador. Hoje com o avanço dos emulsionantes, pode-se ser misturado com uma colher. O custo da proteína do ovo é geralmente na mesma faixa da WPI [custo menor ainda no Brasl].

Se você estiver em dúvida sobre qual proteína em pó para escolher, esta é sempre uma boa escolha.

Proteína da Soja

Por último, a proteína de soja [obviamente] é extraída da soja. Novas técnicas de processamento que utilizam um pH levemente alcalino, seguido de precipitação, lavagem e secagem, rendem fases do que é chamado "Proteína Isolada da Soja". Este processo retém cerca de 90% da proteína. A Proteína de Soja é uma abundante fonte de proteína econômica. Os produtos da soja oferecem inúmeros benefícios para a saúde - diminuem o risco de câncer, osteoporose e outras doenças crônicas para aliviar os sintomas da menopausa. Este tipo de proteína é especialmente interessante para as mulheres que estão querendo equilibrar os seus níveis hormonais. A proteína de soja isolada é uma fonte altamente digestível de aminoácidos (os blocos de construção de proteínas essenciais para a saúde humana). A proteína de soja é pobre em gordura, calorias e colesterol. O custo está geralmente entre a Whey Protein Isolada e a Proteína do Ovo.

Espero que este breve panorama ofereça uma melhor compreensão geral dos diferentes tipos de proteínas mais utilizados na suplementação de proteína em pó hoje. Uma coisa a estar ciente é que, se uma empresa não indica qual o tipo de proteína é usada no rótulo, é melhor assumir que ele é o mais barato e a principal fonte de proteína é mais provável (Whey Protein Concentrada). Todas essas proteínas em pó são usadas em várias combinações, para que não se esqueça de verificar a ordem dos ingredientes listados no rótulo, para que você saiba exatamente o que você está comprando. Também deve-se notar que os usuários de WPI não experimentam os efeitos colaterais usuais tais como inchaço, gases e, em alguns casos, diarréia que são comumente associados com o uso de Whey Protein Concentrada. Minha sugestão a todos os meus clientes é encontrar uma proteína em pó com sabor e preço que você possa sempre comprar, mas tente ficar longe dos produtos que contêm uma grande quantidade de Whey Protein Concentrada. A maioria das lojas terão geralmente amostras que você poderá experimentar, por isso, não se esqueça de perguntar antes de comprar. Isto lhe dará uma oportunidade de provar e perceber como o produto mistura, além do que te manterá longe de muitos quilos de pó de proteína que você terá que sofrer até que ela termine. Acredite, vale a pena pedir para que a amostra.

Fonte: Natural Muscle

Suco de beterraba aumenta fluxo sanguíneo para o cérebro

Além de diminuir o risco de doenças cardíacas, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e aumentar a resistência física, um novo estudo revela que o suco de beterraba aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro. Segundo os pesquisadores, o vegetal é uma promessa para combater a progressão da demência. Cientistas da Universidade Wake Forest, nos Estados Uunidos, investigavam os efeitos dos nitratos encontrados na beterraba.

"Houve vários estudos que mostram que beber suco de beterraba pode baixar pressão sanguínea, mas queríamos mostrar que também aumenta a perfusão (bombeamento de um líquido através de um órgão), ou fluxo sanguíneo para o cérebro", disse o professor que conduziu a pesquisa, Daniel Kim-Shapiro, segundo a publicação inglesa Daily Mail.

Altas concentrações de nitratos são encontrados na beterraba, assim como no aipo, repolho, espinafre e alface. Quando você come alimentos ricos em nitrato, as boas bactérias na boca passam de nitrato para nitrito. Segundo a versão eletrônica do Daily Mail, o estudo descobriu que os nitritos podem ajudar a abrir os vasos sanguíneos do corpo, aumentando o fluxo sanguíneo e de oxigênio especificamente para lugares que estão faltando. No entanto, este foi o primeiro estudo sobre o aumento do fluxo sanguíneo para o cérebro.

No estudo, publicado no jornal Nitric Oxide Society, os pesquisadores analisaram 14 adultos com 70 anos, durante quatro dias, que incluíram nitratos na dieta. Eles foram aleatoriamente divididos em dietas ricas em nitrato, incluindo suco de beterraba ou uma dieta com baixo nitrato para os dois primeiros dias. Todos os dias, após o almoço, passaram por ressonância magnética para registrar o fluxo de sangue no cérebro de cada indivíduo.

Entre o terceiro e quarto dias do estudo, os pesquisadores substituíam as dietas e repetiram o processo. A ressonância magnética mostrou que, após comer uma dieta rica em nitrato, os idosos tiveram aumento do fluxo sanguíneo para a substância branca dos lobos frontais - as áreas do cérebro normalmente associada à degeneração que leva à demência e outras doenças cognitivas.

Fonte: Terra

Adoçantes sintéticos podem causar males à saúde

Pesquisadores da Fundação Ramazzini, em Bolonha, na Itália, realizaram um estudo no qual comprovaram que o adoçante sintético provoca aumento no risco de câncer em cobaias.

Eles misturaram doses diferentes de aspartame na ração de 1,8 mil cobaias por três anos - seu tempo de vida. A pesquisa indicou que uma a cada quatro cobaias fêmeas (25%) teve leucemia. Elas consumiram a metade do que é permitido aos seres humanos.

Até que ponto o resultado dessa pesquisa deve motivar uma mudança no nosso consumo alimentar?

O estudo não é o único que indica os malefícios do aspartame. Atualmente, nos Estados Unidos, existe uma campanha para banir o aspartame e outros adoçantes sintéticos do mercado. De acordo com os pesquisadores, eles causariam, além de cânceres, mal de Alzheimer, esclerose múltipla e doenças cardiovasculares, entre outros males.

Os estudiosos começaram a pesquisar mais profundamente as propriedades dos adoçantes dietéticos quando notaram um aumento significativo de mortes repentinas entre esportistas ou pessoas com hábitos saudáveis. (leia mais nos links abaixo).

Mas parte da classe médica considera os resultados dos testes pouco significativos, já que teriam sido realizados apenas com animais ou ainda não têm seus resultados cientificamente comprovados.

O que os cientistas que pesquisam os males dos adoçantes sintéticos perseguem é a diminuição da quantidade de consumo diário de aspartame que a sociedade médica internacional admite como segura. Atualmente, defende-se que um adulto pode consumir por dia 40 miligramas por quilo de peso. Isso representa cerca de 15 saquinhos ou entre 60 e 80 gotas.

"Há uma polêmica em torno da quantidade segura de ingestão de aspartame. Mas independentemente disso, acredito ser necessário rever os nossos hábitos alimentares. Adoçantes sintéticos, inclusive produtos diet, devem ser consumidos apenas por pessoas diabéticas", opina Edson Credidio, médico nutrólogo e especialista em Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos pela Unicamp.

Fonte: Terra


Consumo de refrigerantes pode acelerar envelhecimento

(por Jeferson Machado, Farmacêutico Bioquímico Clínico. CRF-SE: 658)

"O fosfato, encontrado nos refrigerantes, seria o responsável pelo envelhecimento".

Um estudo realizado pela Universidade de Harvard, nos EUA, sugere que os altos níveis de fosfato, encontrado em refrigerantes e alguns alimentos processados, podem acelerar os sinais de envelhecimento.

Os especialistas avaliaram dois grupos de camundongos: o primeiro, que fora alimentado com grandes quantidades de fosfato, viveu apenas 15 semanas de vida. Já o segundo grupo, com uma dieta com menores níveis do nutriente, viveu por 20 semanas.

O estudo ainda apontou que uma dieta rica em fosfato, pode aumentar a prevalência e a severidade de doença renal crônica, calcificação cardiovascular e atrofia da pele.

Fonte: Portal ItNet


Suplementos Alimentares

(por Jeferson Machado - Farmacêutico Bioquímico Clínico. CRF-SE: 658 )

Uns querem aumentar. Outros diminuir. Esses são os dilemas mais comuns em academias. Uma boa dieta balanceada, hábitos saudáveis e atividade física, podem dar os resultados esperados por todos, gordinhos ou franzinos. Entretanto, alguns necessitam de um "empurrãozinho" para atingir os objetivos mais rápidos, através dos suplementos alimentares.

Antes de tudo: suplemento não é anabolizante (bomba). Mas, todos eles merecem atenção especial no seu uso.

A creatina, por exemplo, acabou de ser liberada [novamente] no Brasil. Essa proteína se tornou uma febre entre os atletas que desejam um ganho de massa rápido. Entretanto, nem todos utilizam o suplemento de forma correta. A ingestão de creatina exige que os seus rins e fígado estejam funcionando em perfeitas condições. Além disso, é preciso beber bastante água, caso contrário você danificará os rins.

Para quem desejar perder alguns centímetros nas medidas, também existem os queimadores de gordura, substitutos de refeições, inibidores de apetite, entre outros. O acesso a eles é extremamente fácil, mas o que muitos não sabem é que são contra-indicados em diversos casos, como insuficiência cardíaca e hipertensão. Sem esquecer os inúmeros efeitos colaterais.


Confundir os suplementos com anabolizantes ou outras drogas é um erro muito comum. Albumina, por exemplo, é a mesma albumina da clara do ovo. Whey protein, é a mesma proteína que a do leite. Vitaminas são as mesmas vitaminas do complexo vitamínico. Não há tanto mistério. O problema é o uso indiscriminado e a auto-suplementação.

Os suplementos devem ser indicados por nutricionistas, médicos ou farmacêuticos. E, na hora da compra, é preciso que o farmacêutico esclareça todas as informações para o atleta. Nem todo mundo precisa de suplemento, e nem todo mundo pode usá-lo.

Outro erro: iniciantes já querem tomar suplemento na primeira semana de malhação. Calma. Algumas pessoas conseguem resultados mais rápidos, outras demoram mais. Apenas depois de alguns meses é que se poderia avaliar a necessidade ou não desse uso.

Vale também o alerta: suplemento não é comida. Ouço muito as pessoas falarem algo como: "pra que jantar se eu já tomei o meu suplemento?". Erro grave. A alimentação é fundamental para o bom funcionamento do seu corpo e mente.

Não saia por aí tomando tudo que lhe oferecere, procure um profissional e siga a recomendação dele. Como dito anteriormente, nem todo mundo necessita de suplementação alimentar. E, jamais deposite todas as suas esperanças em um shake ou cápsulas. Uma boa alimentação, hábitos saudáveis e a prática regular de atividade física são mais do que o suficiente para lhe proporcionarem um bem-estar físico. Mesmo assim, se o profissional avaliar que há uma necessidade de suplementação, procure se informar e tire todas suas dúvidas.

Fonte: Portal ItNet

Para uma vida mais saudável e mais longa, coma menos

Como viver mais e melhor

Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e dos Estados Unidos comprovou que restringir a ingestão de calorias pode prolongar e melhorar a vida e ainda garantir uma velhice mais feliz.

Os resultados do estudo, publicado na revista Science, mostram que comer menos calorias pode levar não só a uma vida mais longa, mas também a uma vida muito mais saudável, evitando muitas das doenças que as pessoas frequentemente experimentam nos últimos anos da vida.

Restrição calórica

Os experimentos de restrição calórica, feitos em roedores, mostraram que a ingestão de uma quantidade menor de alimentos tem um efeito significativo sobre as vias moleculares relacionadas com o processo de envelhecimento, sobretudo aquelas relativas à glicose e ao fator de crescimento IGF-1.

Os resultados também mostraram que, em organismos menos complexos, a limitação do teor calórico pode dobrar ou mesmo triplicar o tempo de vida.

Tempo de vida e vida saudável

Mas o primeiro autor do estudo, o professor Luigi Fontana, da Universidade de Washington, afirma que o principal objetivo da pesquisa era melhorar a qualidade de vida das pessoas e ajudá-las a desenvolver menos doenças relacionadas ao envelhecimento.

"O foco da pesquisa não é realmente estender o tempo de vida para 120 ou 130 anos," afirma ele. "Hoje, a expectativa média de vida nos países ocidentais é de cerca de 80 anos, mas há muitas pessoas que só são saudáveis até cerca de 50 anos de idade."

"Nós queremos utilizar as descobertas sobre a restrição calórica e outras intervenções genéticas ou farmacológicas para fechar essa lacuna de 30 anos entre a duração da vida e a vida saudável. No entanto, ao estendermos o tempo de vida saudável, a vida média também poderia aumentar até aos 100 anos de idade," acrescenta ele.

Estilo alimentar

A pesquisa é particularmente relevante dados os níveis crescentes de obesidade no mundo ocidental. Estar com sobrepeso ou ser obeso pode levar a muitas doenças graves, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer.

A obesidade infantil é um problema particularmente preocupante na medida que milhares de crianças crescem com uma dieta à base de alimentos industrializados que pode provocar problemas crônicos de saúde na vida adulta.

O professor Fontana acredita que as atuais tendências do estilo alimentar indicam que a diferença de 30 anos entre a duração da vida e a duração da saúde deverá aumentar ao invés de diminuir.

A expectativa de vida também poderá ser reduzida, conforme milhares de pessoas desenvolvem doenças alimentares, tais como a diabetes tipo 2, que são totalmente evitáveis.

Vida longa e saudável

Mas ele acredita que, se os pesquisadores em nutrição entenderem o quanto a restrição calórica pode prolongar a vida e tornar as pessoas mais saudáveis, e se forem desenvolvidos medicamentos que influenciem as vias moleculares afetadas pela restrição de calorias, no conjunto isso poderá ajudar a manter as pessoas saudáveis enquanto elas envelhecem.

O aconselhamento sobre dieta sempre foi baseado em dados epidemiológicos, mas as últimas pesquisas mostram que isso faz sentido também do ponto de vista molecular, ressalta o pesquisador.

"Agora passamos de epidemiologia à biologia molecular. Sabemos que certos nutrientes, assim como um menor consumo de calorias, podem influenciar o IGF-1 e outras vias. Em breve, esperamos ser capazes de usar esse conhecimento para ajudar as pessoas a viver vidas mais longas e saudáveis," conclui Fontana.

Fonte: Diário da Saúde

Por que não beber refrigerantes de cola?

Você toma coca-cola? E pepsi? Você sabia que refrigerantes de cola fazem mal para sua saúde? Veja aqui o porque.

A cafeína é uma substância estimulante presente em vários alimentos e bebidas. De acordo com o artigo científico "Consumo de Cafeína e Prematuridade", publicado na Revista de Nutrição (vol.18 no.5 Campinas Sept./Oct. 2005), "as maiores fontes de cafeína são café, chá, chocolate e refrigerantes do tipo cola." Mais a frente o artigo diz: "A cafeína é, provavelmente, a droga mais freqüentemente ingerida no mundo, sendo consumida por pessoas de todas as idades."

A maioria das pessoas que consomem refrigerantes similares à Coca-Cola não são capazes de dizer se os mesmos contêm, ou não, cafeína, de acordo com um estudo de Johns Hopkins. "Isto vai contra à afirmação dos fabricantes, que dizem que adicionam a cafeína puramente pelo sabor", afirma o psico-farmacêutico Roland Griffiths, Ph.D., que conduziu o estudo.

A pesquisa envolveu 25 consumidores de refrigerantes à base de cola. Descobriu-se que 8% deles eram capazes de detectar a cafeína em concentrações de 0,1 miligrama por mililitro, a mesma concentração encontrada na Coca-Cola clássica e na Pepsi. O restante do grupo não foi capaz de notar a diferença entre as colas que continham e as que não continham cafeína, até que os níveis desta fossem elevados muito acima daqueles aprovados pela FDA.

O artigo foi publicado na edição de Archives of Family Medicine.

"A indústria de bebidas insere uma droga que, brandamente, leva ao vício e altera o ânimo das pessoas, a qual ainda é responsável pelo maior consumo de refrigerantes cafeinados", diz Griffiths. Cerca de 70% dos refrigerantes americanos contém cafeína. As versões descafeinadas da Coca-Cola e da Pepsi representam apenas 5% da vendas.

"Como esses refrigerantes são agressivamente vendidos às crianças, os produtores deveriam explicar a razão da presença da cafeína", complementa.

Segundo Griffiths, tanto a nicotina quanto a cafeína são drogas psicoativas. Até recentemente, as companhias de cigarro negavam que a nicotina viciava e diziam que era adicionada apenas para melhorar o sabor dos cigarros. O mesmo ocorre com a cafeína, complementa.

Os refrigerantes representam a fonte mais rica de açúcar extra adicionada à dieta americana e o seu maior consumo pelas crianças toma o lugar de alimentos mais nutritivos, podendo aumentar a perda de dentes, bem como o número de casos de obesidade e de fraturas ósseas.

É muito fácil dizer a um drogado que ele deve parar de usar droga, e a um viciado em alcool que ele precisa parar de beber. Entretanto, não é fácil dizer para uma pessoa que ele precisa abandonar os refrigerantes à base de cola, porque muitos de nós não temos coragem de abandonar essa bebida.

"O uso de alimento estimulante e indigesto é, muitas vezes, tão ofensivo à saúde quanto bebidas alcoólicas, e em muitos casos lança as sementes da embriaguez. A verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas, e usar judiciosamente aquilo que é saudável. Poucos há que compreendam, como deviam, sobre o quanto seus hábitos no regime alimentar têm que ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo e seu destino eterno. O apetite deve sempre estar sob a sujeição das faculdades morais e intelectuais. O corpo deve ser o servo da mente, e não a mente a serva do corpo." (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 562)

Vários estudos e programas de TV já citaram os Adventistas do Sétimo Dia como pessoas que vivem mais tempo do que a média em geral. A revista National Geographic citou os Adventistas em sua reportagem intitulada "A Ciência da Longevidade". O programa SBT Realidade, apresentado por Ana Paula Padrão, também falou da saúde dos Adventistas e da vida longa que possuem. Ainda a revista americana U.S. News deu 10 dicas para as pessoas viverem até os 100 anos, e uma das dicas é: "Viva como um Adventista do Sétimo Dia". E por que os Adventistas vivem mais, em média? Porque eles se preocupam com a saúde. Entre outras práticas saudáveis, os Adventistas desaconselham o uso do café, chá e outras bebidas que contêm cafeína e qualquer substância prejudicial.

Uma declaração do presidente da Bolívia, Evo Morales, colocou a sociedade em choque por revelar que uma das bebidas mais consumidas do planeta pode fazer uso de uma planta proibida pela comunidade internacional. Evo Morales, em entrevista a BBC de Londres, revelou que os EUA são o principal comprador de 99% das folhas de coca comercializadas legalmente na Bolívia.

"Segundo dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, existem hoje três empresas no país autorizadas a importar folhas de coca; uma delas, Stepan Chemical, é responsável desde 1903 pela fabricação, para a Coca-Cola, de um aromatizante incluído na fórmula do refrigerante. Esta demanda americana pelas folhas de coca é alimentada pelo uso da planta como base para a fabricação de um aromatizante utilizado na preparação da Coca-Cola."

Se houver a possibilidade de estar na composição básica do refrigerante, os efeitos da substância cocaína, seriam a dependência da bebida, onde o consumidor seria levado a sempre dar preferência pela marca, haveria também um estado de revitalização energética, agitação e euforia. Como a possibilidade da composição pode ser baixa, estes efeitos seriam brandos no consumidor. Além da composição do xarope incluir o subproduto das folhas de coca, o refrigerante também possui a cafeína; uma porção de 200 ml (copo) de Coca-Cola, por exemplo, contém 19 miligramas (mg)de cafeína. Além disso, o refrigerante também leva entre 10 a 12 % de açúcar. Isso equivale a 240 gramas de açúcar na tradicional garrafa de 2 litros.

Mais um detalhe: A Coca Light e agora a Zero tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da combinação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.

O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é 2,8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias. Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e o maior contribuinte para o aumento da osteoporose.

Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de osteoporose em crianças a partir e 10 anos (pré-adolescentes). Resultado: Excesso de Coca-Cola, por falta de orientação dos pais.

Para transportar o xarope de Coca-Cola, os caminhões comerciais são identificados com a placa de "Material Perigoso" que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos. Dizem que os distribuidores de Coca-Cola têm usado a coca para limpar os motores de seus caminhões há, pelo menos, 20 anos.

Fontes Bibliográficas: - BBC BRASIL.COM e BBC de LONDRES: Eua São os Maiores Compradores Legais de Coca do Mundo;
- TERRA: Efeitos Físicos e Emocionais do Refrigerante;
- DIARIO DA SAÚDE: Refrigerantes de Cola Causam Superdimensionamento Muscular;
- LÁCTEA BRASIL: Substituição do Leite por Refrigerantes;
- EDEMIX PORTAL DE SÁUDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS: Cafeína em Refrigerantes Não é

Questão de Sabor.

Fonte Net: Portal Natural


Glutationa (GSH)

A Glutationa (GSH) é uma molécula antioxidante usada para impulsionar as funções do fígado em seres humanos. É sintetizada nas células através da formação de aminoácidos.

A Glutationa (γ-glutamilcisteinilglicina) é muitas vezes referida como o melhor antioxidante do corpo humano por causa de seus inúmeros papéis, considerado por muitos como o "tiol" não protéico mais importante nos sistemas vivos. De fato, é importante salientar que o nível de Glutationa presente em nossas células, está ligado intimamente como o potencial indicador da longevidade humana, sempre associada a uma melhor qualidade de vida.

Foi descoberto justamente por ser o antioxidante mais abundante do corpo humano. Executa várias funções que incluem:
- prevenção do acúmulo de gorduras oxidadas no organismo;
- promove a conversão dos carboidratos em energia;
- prevenção relacionada com a arterosclerose;
- combate severo aos radicais livres.

Glutationa é classificada como um tri-peptídeo, devido à sua combinação de três aminoácidos diferentes: ácido glutâmico, cisteína e glicina, por isso, é também conhecida por L-gama-glutamil-L-cisteinil-glicina.

Ela é encontrada em todo o corpo, sobretudo no trato intestinal e no fígado, onde ajudam na luta contra compostos prejudiciais que são eliminados do organismo através da bile.

Reconstrói o sistema imunológico fornecendo a Glutationa Peroxidase (GSH) para os glóbulos vermelhos e brancos, portanto, a deficiência desta molécula antioxidante hidrossolúvel, levará o corpo a uma maior vulnerabilidade, podendo ser ainda mais danificado pelos radicais livres. Falta de equilíbrio e coordenação, distúrbios mentais e tremores são algumas das doenças associadas à falta de Glutationa no sistema nervoso central (SNC).

A Glutationa é essencial para proteger as células do corpo de vários riscos e exposições, como ingestão excessiva de álcool e drogas, e toxinas produzidas durante o processo metabólico do corpo. Ela ajuda o organismo na produção de algumas células assassinas, que ajudam o sistema imunológico do corpo a combater determinadas doenças. É a presença de Glutationa no corpo ajuda a construir uma defesa contra os radicais livres. A falta dela pode resultar em graves danos ao sistema imunológico, bem como doenças crônicas degenerativas, incluindo numerosas doenças do dia-a-dia.

A presença de várias toxinas ambientais no corpo irá, naturalmente, provocar uma diminuição na quantidade de glutationa no corpo. Assim, é um dos antioxidantes mais importantes no corpo devido à sua alta concentração e papel central na manutenção do estado "redox" (reações de redução-oxidação) das células no corpo humano.

Também é um desintoxicante, especialmente no fígado, já que o corpo humano está sujeito a vários riscos ambientais e metabólicos diariamente.

Possui enxofre contendo o aminoácido cisteína, que ajuda a destruir os materiais tóxicos prejudiciais do organismo devido a suas propriedades de ação anti-radical livre. A cisteína funciona também como um aglutinante eficaz de metais pesados no organismo. O esgotamento de cisteína, uma parte essencial da Glutationa, pode resultar em doenças frequentes e a danos ao fígado.

Frutas e legumes são algumas das fontes naturais para a Glutationa, tai como: morango, tomate, melancia, abóbora, aspargo, abacate, melão, brócolis, repolho, couve de bruxelas, couve-flor, couve e salsa, são alguns dos alimentos que contêm glutationa em abundância.

O esgotamento de cisteína na Glutationa resultará na infiltração de toxinas não neutralizadas e de radicais livres na corrente sanguínea, o que acabará por levar os tecidos do corpo a serem danificados, portanto, suplementos de Glutationa são bem vindos na dieta humana. N-acetil-cisteína (NAC) é uma das melhores formas de suplementos de glutationa. Outro suplemento espetacular neste sentido, provavelmente o mais conhecido do mundo, é o Whey Protein (Proteína do Soro do Leite). Estudos mostram que o consumo de 20grs/dia por 12 semanas, aumentam significativamente as quantidades de Glutationa. Melhoram a performance anaeróbica e proporcionam uma redução importante do percentual de gordura corporal total.

Os suplementos alimentares neste contexto, nada mais são do que uma novíssima e inteligente tecnologia que proporciona o aumento destes níveis com segurança, através de uma simples cápsula, tablete ou shake. Experimente!

Alimentos para viver mais

AVEIA
Ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL. Ganhou o selo de redutor do risco de doenças cardíacas da FDA, agência americana de controle de alimentos e remédios.
Quantidade recomendada: 40 gramas por dia de farelo ou 60 gramas da farinha.

ALHO
Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos.
Quantidade recomendada: um dente por dia (para diminuir o colesterol e a pressão arterial).

AZEITE DE OLIVA
Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração.
Quantidade recomendada: 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa).

CASTANHA-DO-PARÁ
Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA.
Quantidade recomendada: 30 gramas por dia ou de cinco a seis unidades.

MAÇÃ
Ajuda a prevenir tumores malignos, diz o médico Michael Roizen. O consumo regular de frutas variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sanguínea, além de evitar doenças oculares como catarata.
Quantidade recomendada: cinco porções de frutas por dia.

PEIXES
Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão (peixes de escama), são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames. Estudos indicam também que reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem o cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer.
Quantidade recomendada: pelo menos 180 gramas por semana (para reduzir o risco de doenças cardiovasculares).

SOJA
Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, segundo a FDA. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Há indicações de que também ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e a prevenir o câncer de mama e de cólon.
Quantidade recomendada: 150 gramas de grão de soja por dia, o equivalente a uma xícara de chá (para reduzir o colesterol).

TOMATE
Auxilia na prevenção do câncer de próstata.
Quantidade recomendada: uma colher e meia (sopa) de molho de tomate por dia.

SUCO DE UVA
A uva vermelha, presente no suco (mosto da uva), ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração.
Quantidade recomendada: dois copos por dia.

Alimentos bons para a memória

A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro:

- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.

- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas.

- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.

- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.

- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Acetil-colina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fosfolipídeos (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.

- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante.

- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e na performance cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes.

Fonte: Yahoo

O vilão está na sua mesa!

O açúcar não é o que pensam dele: um alimento inocente para a maioria das pessoas ou um carboidrato como outro qualquer para a maioria dos médicos, dos químicos e dos nutricionistas. É um agente químico agressor do organismo, um corpo estranho na mesa que transformou o alimento do ser humano de meio de vida em meio de doença e morte. A ditadura do açúcar, uma ditadura de pacote tecnológico, impôs goela abaixo da humanidade a dieta açucarada moderna, a ração patogênica que empurrou o ser humano para a era das doenças crônicas, metabólicas e degenerativas.

O açúcar engana muita gente pelo fato da sacarose ser constituída de duas moléculas uma de glicose e outra de frutose, dá a falsa impressão de que o açúcar é uma fonte desses nutrientes. O mel, um alimento de verdade, é fonte de glicose e frutose.

Acontece que o mel oferece esses açúcares simples já prontos para uso, previamente hidrolisados pelas abelhas que possuem enzimas específicas para tanto; além de ser rico em outros nutrientes. O famigerado do açucareiro terá que ser hidrolisado pelo nosso organismo.

Um bom critério para deixar clara a nulidade nutricional do açúcar é examiná-lo a partir de um ponto-de-vista negativo. Quando uma pessoa deixa de ingerir um nutriente essencial contrai uma doença, são as chamadas doenças carências ou avitaminoses. Assim, quem deixa de consumir alimentos que contenham vitamina A contrai cegueira noturna.

Povos cujo alimento básico da sua dieta era o arroz integral, rico em vitaminas do complexo B, ao transitar para o arroz branco polido e pobre dessas vitaminas contraíram beribéri. A falta de vitamina C gera escorbuto. E assim por diante. Sabem o que acontece a uma pessoa que deixa de comer açúcar? Não só não vai contrair doença nenhuma como ainda vai ficar livre da possibilidade de cáries dentárias, obesidade, diabetes, doenças cardíacas e outras do largo espectro das doenças crônicas, não transmissíveis.

Com certeza todos os órgãos do seu corpo vão cantar em coro para o açúcar aquele
verso de conhecido samba sabe quem perguntou por você? Ninguém.

Fonte: Texto extraído do livro O Livro Negro do Açúcar - Algumas verdades sobre a indústria da doença, via Saúde e Família

Os efeitos do vício em cafeína nas crianças

Cafeína é uma droga estimulante que a maioria dos adultos usa em abundância para ficar “ligado”: ser um viciado em café é algo perfeitamente normal. Mas qual o impacto dessa substância em crianças e adolescentes que a consomem nos refrigerantes? Jennifer Temple, pesquisadora da Universidade de Buffalo, EUA, e sua equipe, vêm estudando o consumo de cafeína em crianças e jovens adolescentes há mais de quatro anos. Agora uma versão parcial de sua pesquisa foi publicada no periódico Behavioural Pharmacology e é a primeira a observar os efeitos de refrigerantes cafeinados em crianças e adolescentes. Temple também já havia feito outros estudos do gênero e os resultados das pesquisas anteriores serviram de apoio para esse novo estudo.

Os efeitos da cafeína em adultos já são conhecidos: alterações no ritmo cardíaco, pressão sanguínea mais alta e tremores nas mãos são normais nesses indivíduos, além do desequilíbrio no padrão do sono. Isso vale para as crianças e adolescentes também. Entretanto, os resultados do estudo liderado por Temple mostraram que há uma diferença nos padrões de consumo entre os gêneros.

Observando o hábito de consumo de meninos e meninas, cujas idades variavam entre 8 e 12 anos, os pesquisadores observaram que os garotos se dispuseram a ficar bem mais tempo e trabalhar com mais afinco em um teste de laboratório cuja recompensa era um refrigerante com cafeína (não é preciso citar marcas, afinal, é quase senso comum quais são os que mais “espantam o sono”).

“Observamos também que diversas crianças não consomem somente os refrigerantes com cafeína, mas também consomem doses de café normal. E quando você vê uma criança de 12 anos dizendo que acorda todo dia e toma uma xícara de café, não é possível pensar que isso seja algo bom”, diz a pesquisadora.

Os dados obtidos por Temple mostraram o quanto algumas pessoas se dedicam para obter um alimento em particular – no caso, refrigerantes com cafeína na fórmula – e como o reforço positivo de ações por meio de alimentos é muito similar aos mecanismos de reforço do vício em drogas.

Temple também observa que a diferença do potencial de reforço – ou seja, associar algo que dá prazer a uma determinada atividade – da cafeína entre os meninos e meninas surpreendeu os pesquisadores.

“Isso pode ter relações com os hormônios circulando pelo corpo nessa idade, ou então, as meninas simplesmente são menos sensíveis aos efeitos da cafeína”, diz a pesquisadora, que também afirma que o trabalho é apenas uma parte dos estudos sobre o consumo dessa substância entre crianças. Uma terceira parte do estudo foca agora uma questão crucial: se o consumo de cafeína pode, de alguma maneira, servir de ponte entre outras drogas (legais ou não).

Fonte: Saúde e Família

Related Posts with Thumbnails