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Para que serve o leite de soja?

Assim como o cacau em pó, o leite de soja em pó também faz parte dos ingredientes da ração humana. O leite de soja, ou extrato de soja, é um dos tantos produtos produzidos através dos grãos de soja. Rica em proteínas, a soja e seus derivados servem também para substituir as proteínas de quem não consume carnes, (vegetarianos), pois essas proteínas são muito parecidas com as de origem animal, embora não idênticas.

Há tempos estudos demonstraram que o consumo regular da soja e seus derivados ajudam a prevenir doenças como câncer, doenças cadiovasculares, osteoporose e os sintomas da menopausa nas mulheres. O leite de soja em pó é uma ótima forma de consumir a soja e garantir uma vida saudável.

Não contém lactose
Por não conter lactose, pessoas com intolerância a esse carboidrato podem consumir o leite de soja como substituto ao leite normal, embora ele não contenha a mesma quantidade de cálcio que o leite comum. Contém boas quantidades de vitamina B e é fonte de fibras.

Comparado com o leite de vaca, o leite de soja é ligeiramente menos calórico, porém contém mais concentração de magnésio, minerais importantes para o bom funcionamento do coração e sistema imunológico, porém contém menos cálcio e fósforo, que atuam juntos na formação dos ossos, e potássio, que ajuda na contração muscular. O leite de soja também contém um pouco menos de gordura do que o leite comum.

As isoflavonas
O leite de soja é rico na substância nutracêutica conhecida como isoflavona, sendo considerado assim um alimento funcional. As isoflavonas da soja contém substâncias que imitam a ação do estrógeno no corpo, ajudando assim nos sintomas como dores de cabeça, insônia e calor pelo corpo. Além disso essa substância ajuda na prevenção de doenças como câncer de mama, de útero, de cólon e de próstata.

Outras substâncias
Outras substâncias também são encontradas na soja, como os ácidos fíticos, que evitam o acúmulo de zinco no sangue, que pode causar infartos e as saponinas que ajudam na absorção de cálcio, ajudando na prevenção da osteoporose.

Como consumir
O leite de soja pode ser consumido substituindo o leite comum no preparo de diversas receitas, como queijos (tofu), cremes, maioneses, iogurtes, vitaminas, sopas, mingaus ou então junto com a ração humana, já que é um de seus ingredientes. Os sucos prontos a base de soja como ADES, são também uma forma de consumir o alimento, ou então misturá-lo com chocolate em pó, ou cacau, sendo este último mais saudável. Existem várias receitas que usam o leite de soja como ingrediente, desde o próprio queijo de soja, ou tofu, até vitaminas.

O importante é que cada vez mais nos interessemos em aprender sobre os alimentos que consumimos e principalmente sobre os que deveríamos consumir, graças a uma dieta rica em soja e outros cereais integrais, a população oriental tem uma vida mais saudável e mais longa, longe de doenças.

Você já utiliza o leite de soja em sua dieta diária? O que acha disso?

Um abraço e até a próxima!
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NOTA CC: Na foto (Proteína da Soja), uma alternativa aos vegetarianos e aqueles que também gostariam de provar uma proteína completa, inclusive com todos os aminoácidos essenciais. COMPRE AQUI (Breve)

Suplemento à base de soja pode reduzir risco de doenças cardíacas

Suplementos diários de um composto encontrado na soja, a genisteína, combinada com cálcio e vitamina D, podem ajudar a prevenir doenças cardíacas e regular a glicose do sangue em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo italiano.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos da genisteína em aproximadamente 400 mulheres saudáveis, com média de idade de 54 anos, e que passaram pela menopausa por volta dos 49 anos. Metade delas passaram a tomar, diariamente, suplementos de genisteína, e a outra metade, suplementos de placebo, ambos com cálcio o vitamina D. E todas, durante o estudo, tiveram uma alimentação saudável.

Com as análises, os autores concluíram que o componente da soja, junto com cálcio, vitamina D e uma boa alimentação, tem efeitos terapêuticos contra preditores de doença cardíaca.

Fonte: Blog Boa Saúde


Anvisa constata alto teor de sódio em alimentos industrializados

Sódio nos alimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatou teores elevados de sódio em vários alimentos industrializados encontrados nas prateleiras dos supermercados.

Dos mais de 20 tipos de produtos analisados, o macarrão instantâneo apresentou a maior quantidade de sódio.

De acordo com o levantamento, algumas marcas têm mais que o dobro de sódio do que o limite recomendável para consumo diário.

A ingestão do elemento químico em altas concentrações contribui para o surgimento de doenças cardíacas e renais, obesidade, hipertensão e diabetes.

Excesso de sal

A pesquisa revela que os refrigerantes de baixa caloria (light e diet) à base de cola e guaraná têm maior concentração de sódio em comparação com os convencionais.

O estudo constatou ainda diferenças na quantidade de sódio de uma marca para outra. No caso da batata-palha, algumas marcas apresentaram até 14 vezes mais sódio do que o recomendável.

Para a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito, a variação mostra que as empresas podem produzir alimentos com menos sódio e recomenda ao consumidor que observe o rótulo das embalagens.

"A população deve saber que existem alimentos semelhantes, porém menos saudáveis. A Vigilância Sanitária não pode dizer que recomenda este ou aquele produto. Seria insano lançarmos uma proibição [desses alimentos] neste momento, porque é preciso desenvolvimento técnico [das empresas para adaptar a produção]", disse a diretora.

Açúcar, ferro e gordura

O estudo avaliou também a quantidade de açúcar, ferro e gorduras trans e saturadas nos alimentos. Os sucos de polpa de fruta apresentaram menos açúcar que os néctares (bebidas com menor concentração de polpa). No caso dos néctares, o de uva foi o que apresentou o maior nível de açúcar.

Na avaliação da gordura saturada, 55% das marcas de batata-palha ultrapassaram o valor médio. Os biscoitos de polvilho lideram o índice de gorduras saturadas e trans.

Os resultados apontaram ainda que 87% das farinhas, dos fubás e dos flocos de milho têm menos ferro e ácido fólico que o exigido em lei.

Ainda este mês, representantes do Ministério da Saúde, da Anvisa e da indústria alimentícia devem se reunir para traçar metas de redução desses nutrientes nos produtos industrializados.

Óleo de alho protege diabéticos contra doenças do coração

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Melancia é eficaz contra a pressão alta

Melancia contra hipertensão

Não importa em quantas fatias você a divida, a melancia ainda manterá uma série de benefícios - o agradável saber adocicado, baixas calorias, alto nível de fibras e muitos nutrientes.

E agora há mais um item nessa lista: um novo estudo concluiu que a melancia pode ser uma arma natural eficaz contra a pré-hipertensão, um precursor das doenças cardiovasculares.

A pesquisa, a primeira desse tipo realizada em humanos, foi feita por Arturo Figueroa e Bahram H. Arjmandi, cientistas da Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, e publicada na revista científica American Journal of Hypertension.

Efeito vasodilatador da melancia

Os pesquisadores descobriram que a ingestão diária de seis gramas do aminoácido L-citrulina/L-arginina, retirados do extrato da melancia, durante seis semanas, resultou em uma melhoria da função arterial.

"Essa descoberta sugere que este 'alimento funcional' tem um efeito vasodilatador, que pode impedir que a pré-hipertensão progrida para a hipertensão total, um importante fator de risco para ataques cardíacos e derrames," afirma Figueroa.

O efeito imediato foi uma redução da pressão arterial aórtica em todos os nove participantes pré-hipertensivos - quatro homens e cinco mulheres na pós-menopausa, com idades entre 51 e 57 anos.

"Dadas as evidências encorajadoras geradas por este estudo preliminar, vamos continuar a pesquisa e incluir um grupo muito maior de participantes na próxima rodada," acrescentou o pesquisador.

Por que a melancia?

"A melancia é a mais rica fonte natural comestível de L-citrulina, a qual está intimamente relacionada com a L-arginina, um aminoácido necessário para a formação do óxido nítrico essencial para a regulação do tônus vascular e para a manutenção de uma pressão arterial saudável", explica Figueroa.

Uma vez no corpo, a L-citrulina é convertida em L-arginina. Simplesmente consumir a L-arginina como suplemento dietético não é uma opção para muitos adultos hipertensos porque ela pode causar náuseas, desconforto gastrointestinal e diarreia.

Por outro lado, a melancia é bem tolerada por praticamente todos os pacientes. Os participantes no estudo-piloto não relataram nenhum efeito adverso.

E, além dos benefícios vasculares da citrulina, a melancia é uma fonte abundante de vitamina A, B6, C, potássio, fibras e licopeno, um antioxidante poderoso.

De acordo com Arjmandi, a melancia pode até mesmo ajudar a reduzir os níveis de glicose no sangue.

Alimentos funcionais

Segundo o Dr. Arjmandi, os alimentos funcionais, como a melancia, podem ajudar a combater condições de saúde que atingiram níveis epidêmicos, como os elevados níveis de colesterol.

"Por alimentos funcionais queremos dizer aqueles alimentos que já foi demonstrado cientificamente que são capazes de promover a saúde ou de prevenir doenças, acima e além dos outros nutrientes intrinsecamente saudáveis que eles também contêm," explica ele.

Figueroa acrescenta que a suplementação de L-citrulina oral pode permitir a redução na dosagem de anti-hipertensivos necessários para controlar a pressão arterial.

"Melhor ainda, pode impedir a progressão da pré-hipertensão para a hipertensão," conclui ele.

Fonte: Diário da Saúde

Adoçantes sintéticos podem causar males à saúde

Pesquisadores da Fundação Ramazzini, em Bolonha, na Itália, realizaram um estudo no qual comprovaram que o adoçante sintético provoca aumento no risco de câncer em cobaias.

Eles misturaram doses diferentes de aspartame na ração de 1,8 mil cobaias por três anos - seu tempo de vida. A pesquisa indicou que uma a cada quatro cobaias fêmeas (25%) teve leucemia. Elas consumiram a metade do que é permitido aos seres humanos.

Até que ponto o resultado dessa pesquisa deve motivar uma mudança no nosso consumo alimentar?

O estudo não é o único que indica os malefícios do aspartame. Atualmente, nos Estados Unidos, existe uma campanha para banir o aspartame e outros adoçantes sintéticos do mercado. De acordo com os pesquisadores, eles causariam, além de cânceres, mal de Alzheimer, esclerose múltipla e doenças cardiovasculares, entre outros males.

Os estudiosos começaram a pesquisar mais profundamente as propriedades dos adoçantes dietéticos quando notaram um aumento significativo de mortes repentinas entre esportistas ou pessoas com hábitos saudáveis. (leia mais nos links abaixo).

Mas parte da classe médica considera os resultados dos testes pouco significativos, já que teriam sido realizados apenas com animais ou ainda não têm seus resultados cientificamente comprovados.

O que os cientistas que pesquisam os males dos adoçantes sintéticos perseguem é a diminuição da quantidade de consumo diário de aspartame que a sociedade médica internacional admite como segura. Atualmente, defende-se que um adulto pode consumir por dia 40 miligramas por quilo de peso. Isso representa cerca de 15 saquinhos ou entre 60 e 80 gotas.

"Há uma polêmica em torno da quantidade segura de ingestão de aspartame. Mas independentemente disso, acredito ser necessário rever os nossos hábitos alimentares. Adoçantes sintéticos, inclusive produtos diet, devem ser consumidos apenas por pessoas diabéticas", opina Edson Credidio, médico nutrólogo e especialista em Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos pela Unicamp.

Fonte: Terra


Para uma vida mais saudável e mais longa, coma menos

Como viver mais e melhor

Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e dos Estados Unidos comprovou que restringir a ingestão de calorias pode prolongar e melhorar a vida e ainda garantir uma velhice mais feliz.

Os resultados do estudo, publicado na revista Science, mostram que comer menos calorias pode levar não só a uma vida mais longa, mas também a uma vida muito mais saudável, evitando muitas das doenças que as pessoas frequentemente experimentam nos últimos anos da vida.

Restrição calórica

Os experimentos de restrição calórica, feitos em roedores, mostraram que a ingestão de uma quantidade menor de alimentos tem um efeito significativo sobre as vias moleculares relacionadas com o processo de envelhecimento, sobretudo aquelas relativas à glicose e ao fator de crescimento IGF-1.

Os resultados também mostraram que, em organismos menos complexos, a limitação do teor calórico pode dobrar ou mesmo triplicar o tempo de vida.

Tempo de vida e vida saudável

Mas o primeiro autor do estudo, o professor Luigi Fontana, da Universidade de Washington, afirma que o principal objetivo da pesquisa era melhorar a qualidade de vida das pessoas e ajudá-las a desenvolver menos doenças relacionadas ao envelhecimento.

"O foco da pesquisa não é realmente estender o tempo de vida para 120 ou 130 anos," afirma ele. "Hoje, a expectativa média de vida nos países ocidentais é de cerca de 80 anos, mas há muitas pessoas que só são saudáveis até cerca de 50 anos de idade."

"Nós queremos utilizar as descobertas sobre a restrição calórica e outras intervenções genéticas ou farmacológicas para fechar essa lacuna de 30 anos entre a duração da vida e a vida saudável. No entanto, ao estendermos o tempo de vida saudável, a vida média também poderia aumentar até aos 100 anos de idade," acrescenta ele.

Estilo alimentar

A pesquisa é particularmente relevante dados os níveis crescentes de obesidade no mundo ocidental. Estar com sobrepeso ou ser obeso pode levar a muitas doenças graves, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer.

A obesidade infantil é um problema particularmente preocupante na medida que milhares de crianças crescem com uma dieta à base de alimentos industrializados que pode provocar problemas crônicos de saúde na vida adulta.

O professor Fontana acredita que as atuais tendências do estilo alimentar indicam que a diferença de 30 anos entre a duração da vida e a duração da saúde deverá aumentar ao invés de diminuir.

A expectativa de vida também poderá ser reduzida, conforme milhares de pessoas desenvolvem doenças alimentares, tais como a diabetes tipo 2, que são totalmente evitáveis.

Vida longa e saudável

Mas ele acredita que, se os pesquisadores em nutrição entenderem o quanto a restrição calórica pode prolongar a vida e tornar as pessoas mais saudáveis, e se forem desenvolvidos medicamentos que influenciem as vias moleculares afetadas pela restrição de calorias, no conjunto isso poderá ajudar a manter as pessoas saudáveis enquanto elas envelhecem.

O aconselhamento sobre dieta sempre foi baseado em dados epidemiológicos, mas as últimas pesquisas mostram que isso faz sentido também do ponto de vista molecular, ressalta o pesquisador.

"Agora passamos de epidemiologia à biologia molecular. Sabemos que certos nutrientes, assim como um menor consumo de calorias, podem influenciar o IGF-1 e outras vias. Em breve, esperamos ser capazes de usar esse conhecimento para ajudar as pessoas a viver vidas mais longas e saudáveis," conclui Fontana.

Fonte: Diário da Saúde

O vilão está na sua mesa!

O açúcar não é o que pensam dele: um alimento inocente para a maioria das pessoas ou um carboidrato como outro qualquer para a maioria dos médicos, dos químicos e dos nutricionistas. É um agente químico agressor do organismo, um corpo estranho na mesa que transformou o alimento do ser humano de meio de vida em meio de doença e morte. A ditadura do açúcar, uma ditadura de pacote tecnológico, impôs goela abaixo da humanidade a dieta açucarada moderna, a ração patogênica que empurrou o ser humano para a era das doenças crônicas, metabólicas e degenerativas.

O açúcar engana muita gente pelo fato da sacarose ser constituída de duas moléculas uma de glicose e outra de frutose, dá a falsa impressão de que o açúcar é uma fonte desses nutrientes. O mel, um alimento de verdade, é fonte de glicose e frutose.

Acontece que o mel oferece esses açúcares simples já prontos para uso, previamente hidrolisados pelas abelhas que possuem enzimas específicas para tanto; além de ser rico em outros nutrientes. O famigerado do açucareiro terá que ser hidrolisado pelo nosso organismo.

Um bom critério para deixar clara a nulidade nutricional do açúcar é examiná-lo a partir de um ponto-de-vista negativo. Quando uma pessoa deixa de ingerir um nutriente essencial contrai uma doença, são as chamadas doenças carências ou avitaminoses. Assim, quem deixa de consumir alimentos que contenham vitamina A contrai cegueira noturna.

Povos cujo alimento básico da sua dieta era o arroz integral, rico em vitaminas do complexo B, ao transitar para o arroz branco polido e pobre dessas vitaminas contraíram beribéri. A falta de vitamina C gera escorbuto. E assim por diante. Sabem o que acontece a uma pessoa que deixa de comer açúcar? Não só não vai contrair doença nenhuma como ainda vai ficar livre da possibilidade de cáries dentárias, obesidade, diabetes, doenças cardíacas e outras do largo espectro das doenças crônicas, não transmissíveis.

Com certeza todos os órgãos do seu corpo vão cantar em coro para o açúcar aquele
verso de conhecido samba sabe quem perguntou por você? Ninguém.

Fonte: Texto extraído do livro O Livro Negro do Açúcar - Algumas verdades sobre a indústria da doença, via Saúde e Família

Males da cafeína

(Dr. Luiz Fernando Sella)

1. A cafeína está associada com desmineralização óssea, podendo contribuir para a osteoporose.

2. Alguns estudos recentes mostram uma possível relação entre o consumo de cafeína e o câncer de bexiga. Outros estudos mostram que o consumo de 1 xícara de café ao dia é suficiente para aumentar o risco de câncer de estômago, rins, pulmões, cólon e esôfago.

3. Piora de quadros de ansiedade, insônia e depressão.

4. Problemas no estômago (gastrites e úlceras) e refluxo (azia).

5. Elevação da pressão arterial, da glicemia e do colesterol, mesmo quanto tomado sem açúcar.

6. O consumo de 5 xícaras de café por dia está associado a um aumento de 300% no risco de doenças cardiovasculares.

7. Aumento do risco de abortos e bebês nascidos com baixo peso, quando consumidos por gestantes.

8. Certamente é a droga mais consumida no mundo, por ser lícita e considerada inofensiva pela população. Lembrando que droga é uma substância química que atua no Sistema Nervoso Central e que causa dependência.

9. As últimas pesquisas de mercado feita pelos produtores de café demonstrou que o café tem uma penetração de 97% no Brasil (ou seja, das mais de 1.600 pessoas entrevistadas, 97% bebiam café regularmente e haviam tomado café no dia da pesquisa ou no dia anterior!). É realmente preocupante!

Fonte: Saude Família
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