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Especialistas discutem suplementação de vitaminas e minerais

No último dia 5 de novembro [2009], a Wyeth Consumer Healthcare, patrocinou o debate “Mitos e Verdades da Suplementação de Vitaminas e Minerais”, realizado no Centro Brasileiro Britânico. O evento contou com a participação internacional da nutricionista Dra. Johanna Dwyer, cientista sênior do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, e das nutricionistas brasileiras, Dra. Silvia Cozzolino, professora titular da FCF-USP e presidente da SBAN e Dra. Andréa Ramalho, professora titular da UFRJ.

As especialistas discutiram a preocupação com o hábito alimentar em todo o mundo que tem elevado os índices de obesidade de forma acelerada, o papel da nutrição para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis e as principais dúvidas sobre suplementação de vitaminas e minerais.

Abaixo, um breve resumo das questões mais comuns sobre o tema e o esclarecimento das dúvidas.

O que são suplementos vitamínicos?
Os suplementos são encontrados em diversas formas, como cápsulas, comprimidos, pós ou líquidos. São indicados a indivíduos que por algum motivo não conseguem ingerir a quantidade ideal de nutrientes por meio da dieta diária. Especialistas recomendam de cinco a nove porções entre frutas, legumes e verduras. Dessa forma, torna-se viável completar a alimentação com tais suplementos.

Qual a diferença entre vitaminas e suplementos?
Vitaminas são os nutrientes existentes nos alimentos e suplementos são as formas industrializadas dessas vitaminas e minerais. São produtos destinados a suplementar a dieta normal, com vitaminas e minerais, para evitar futuras carências desses nutrientes, que prejudicam o bom funcionamento do organismo.

É importante lembrar que os suplementos não substituem a dieta normal, eles participam como coadjuvantes para suprir as necessidades nutricionais de pessoas que não conseguem suprir as doses diárias de nutrientes.

Existe diferença entre vitaminas naturais e sintéticas?
Não, as vitaminas sintéticas dos polivitamínicos têm estrutura química idêntica à das vitaminas dos alimentos.

Há necessidade de acompanhamento médico ou de um nutricionista para consumir um suplemento vitamínico e mineral?
Não há necessidade de prescrição médica, mas é aconselhável uma avaliação nutricional completa ou uma conversa com um médico, antes de usar qualquer suplemento. Além disso, os suplementos vitamínicos que não precisam de receita no Brasil trazem recomendações de doses diárias dentro das faixas de segurança estabelecidas para vitaminas e minerais.

Quais os fatores que variam as necessidades vitamínicas de uma pessoa?
Idade, sexo, deficiências, estado fisiológico (gestação, lactação, infância), atividade física, cultura, hábitos alimentares, etnia.

A quantidade de vitaminas presente nos alimentos é constante?
Não. A quantidade de vitaminas presentes nos alimentos varia de acordo com o seu grau de amadurecimento (no caso das frutas), cozimento, tempo de preparo do prato etc. A quantidade de vitamina de determinados alimentos, estipulada por meio de tabelas, é determinada à partir de valores médios, por meio da composição centesimal dos alimentos.

Quando há necessidade de tomar vitaminas? É aconselhável comer os alimentos no seu estado natural?
Estudos comprovam que, atualmente, há um consumo cada vez maior de alimentos menos nutritivos no mercado, em função do ritmo de vida acelerado e a falta de tempo para o preparo e consumo das refeições. Com isso, o organismo tende a ter carência de nutrientes essenciais, fazendo-se necessária a suplementação vitamínica, sendo hoje a solução mais viável, inclusive, nos períodos de crescimento acelerado.

Em casos em que a quantidade de vitaminas ingeridas na alimentação não atinge as recomendações diárias, deve-se fazer uso de complemento vitamínico, sendo a solução mais viável, mas sempre como suplementação e não como uso exclusivo.

Tomar suplementos de vitaminas e minerais engorda?
Não. As vitaminas e os minerais não têm calorias nem abrem o apetite. Ou seja, não engordam.

Suplementação vitamínica é indicada para quem quer emagrecer?
A suplementação vitamínica não causa o emagrecimento, mas é recomendada para pessoas que estão realizando uma dieta restritiva já que a alimentação nesses casos é carente de vitaminas e minerais.

Se eu tomar suplementos de vitaminas e minerais, corro o risco de ficar intoxicado?
Não há perigo algum desde que se respeite a dose diária indicada na embalagem. Os suplementos vitamínicos vendidos sem receita são formulados para complementar a alimentação e suprir o organismo de nutrientes essenciais.

Posso tomar suplementos de vitaminas e minerais todo dia?
Sim. Os suplementos vitamínicos e minerais vendidos sem receita podem ser tomados diariamente, já que sua finalidade é complementar a dieta.

Há algum risco em consumir vários tipos de suplementos vitamínicos?
Sim. Não se recomenda associar mais de um suplemento, pois poderá haver um consumo excessivo de algumas vitaminas ou de alguns minerais, ultrapassando os limites máximos de segurança.

Tenho que interromper o consumo depois de tomar três meses seguidos?
Não. Os polivitamínicos vendidos sem receita são recomendados para uso por tempo indeterminado.

Devo tomar o suplemento vitamínico e mineral logo ao acordar, ainda em jejum?
Não é proibido, mas o ideal é sempre tomar o suplemento durante uma das refeições para melhorar a absorção das vitaminas lipossolúveis.

A suplementação de vitaminas e minerais é indicada apenas para esportistas?
Não. Os polivitamínicos são uma boa opção para qualquer pessoa que se preocupe em alcançar os níveis de vitaminas e minerais necessários ao bom funcionamento do corpo.

A suplementação de vitaminas aumenta a capacidade física?
Depende. Em pessoas com fadiga causada por carência nutricional, a suplementação restaura o equilíbrio e melhora o vigor físico.

Como saber se há falta de vitaminas no organismo?
De inúmeras maneiras. Como as vitaminas são elementos essenciais para regular as funções metabólicas dentro das células, a sua carência vem associada a inúmeros sintomas. Por exemplo, uma simples fadiga pode ser uma deficiência em vitamina B ou C. Uma taxa alta de colesterol também. Um enfraquecimento dos ossos pode ser causado por deficiência de vitamina D. Porém, nem sempre, a causa desses problemas está associada a deficiência dessas vitaminas, podendo ser originada por outros fatores.

Mulheres grávidas podem tomar suplementos vitamínicos?
Nos casos de gestantes, o uso de suplementos não é contra-indicado, porém deve-se sempre consultar um médico antes da utilização. Para gestantes, é recomendado o uso de suplementos vitamínicos específicos.

A partir de que idade é preciso tomar suplemento vitamínico?
Há suplementos vitamínicos para todas as faixas etárias, e cada um deles deve conter a concentração adequada de nutrientes para cada faixa de idade.

É verdade que o suplemento alimentar é eliminado completamente na urina?
As concentrações de vitaminas e minerais presentes em suplementos vitamínicos que tem como objetivo completar a alimentação não são cumulativas no organismo. Portanto, os nutrientes que o organismo verifica a não necessidade de absorvê-los, serão eliminados na urina e nas fezes.

Em geral, as vitaminas hidrossolúveis (B1, B2, B6, B12, B3, B9, B5, B8 e C), por serem solúveis na água, são eliminadas mais facilmente pelo organismo (transpiração e urina) e devem ser ingeridas diariamente em alimentos que as contenham, por sua capacidade de reserva ser restrita e, logo, suas carências mais comuns.

As vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) são insolúveis em água e solúveis em lipídios, o que torna seu mecanismo de eliminação mais lento já que podem ser armazenadas pelo organismo e a sua carência pode não aparecer por muitos meses.

Os suplementos vitamínicos previnem o envelhecimento?
Os suplementos ajudam na prevenção do envelhecimento por meio da ação das vitaminas C, A e E, que são antioxidantes que combatem os radicais livres.

Os suplementos vitamínicos melhoram a estética, como pele, cabelos e unhas?
Os suplementos podem auxiliar nestes casos, se esses problemas estiverem associados à carência de alguma vitamina ou de algum mineral. Há diversas vitaminas que favorecem não só a saúde como a beleza do corpo.

São elas:
Vitaminas A, C e E são responsáveis por uma pele rejuvenescida;
Vitamina E é antioxidante. Protege contra o fumo passivo e inalação de outros poluentes. Assim como a Vitamina A é indicada para a cicatrização da pele.
Vitamina B5 (ácido pantotênico) auxilia na manutenção de cabelo e unhas saudáveis.
Vitaminas C, E e Zinco fortalecem o sistema imunológico ajudando no combate a gripes e resfriados.
Vitamina D auxilia na absorção do cálcio, promovendo a saúde dos ossos e o fortalecimento dos dentes.

Os suplementos vitamínicos combatem o cansaço físico?
Os suplementos podem auxiliar na melhora do cansaço físico se estiverem associados à carência de alguma vitamina ou de algum mineral.
O ferro e a vitamina B1 presentes nos complexos vitamínicos fornecem energia.
A vitamina C e Zinco melhoram a imunidade do organismo e minimizam os sintomas dos resfriados.
As vitaminas B1 e B2 melhoram o processo digestivo. A B1 ainda alivia azia e a B2 reduz a freqüência e gravidade de enxaquecas.
A B5 auxilia no combate aos sintomas da fadiga crônica, das enxaquecas. E a B6 alivia a insônia, além de também ajudar no combate à depressão.
A B12 aumenta a capacidade de memória e concentração.
Para quem fica muito tempo em frente ao computador, a lubrificação dos olhos depende da vitamina A, que tem melhor absorção quando associada à vitamina E e ao Zinco.

Os suplementos vitamínicos podem prevenir doenças? Quais?
Não há estudos que comprovem que a ingestão diária de suplementos vitamínicos possa prevenir doenças, mas há inúmeras pesquisas reconhecidas pela comunidade científica que apontam a carência de determinadas vitaminas como fator de risco para algumas enfermidades, como derrames cerebrais, câncer, osteoporose e doenças cardiovasculares.

Os suplementos específicos são tão eficazes quanto os mais completos?
Os suplementos específicos suprem carências de apenas alguns nutrientes e possuem uma indicação principal específica. Nestes casos, se não for realizada uma avaliação nutricional adequada, o indivíduo corre o risco de ingerir um tipo de vitamina ou mineral sem necessidade e deixar de consumir outro que está em falta no seu organismo.

Sobre a Wyeth Consumer Healthcare

A Wyeth Consumer Healthcare é um dos grandes competidores mundiais no mercado de analgésicos, remédios para tosse, gripe, alergia e suplementos vitamínicos. Entre as marcas de venda livre mais vendidas estão Centrum, Advil, Caltrate, Magnésia Bisurada e Clusivol.

Presente no Brasil há 60 anos e com aproximadamente 800 funcionários, a Wyeth conta com moderna fábrica em Itapevi, região metropolitana de São Paulo. Para mais informações, visite o site www.wyeth.com.br.

A Wyeth é agora uma subsidiária totalmente pertencente à Pfizer Inc. A fusão das entidades locais Wyeth e Pfizer poderá depender de diversas jurisdições e estará sujeita à conclusão de várias obrigações jurídicas e regulatórias locais.



Estudo confirma efeito protetor nos ossos de suplementos de cálcio

Pessoas com mais de 50 anos de idade que tomam suplementos de cálcio tem aproximadamente 25% menos fraturas e melhor qualidade de vida, segundo revisão realizada por pesquisadores autralianos.

Os especialistas da Universidade do Oeste de Sidney realizaram uma análise que envolveu 63 mil pessoas que tomavam suplementos de cálcio isoladamente ou em combinação com vitamina D.

Os resultados publicados na revista The Lancet, sugerem que o uso, em longo prazo, de suplementos (1200 mg de cálcio, com 800 unidades internacionais de vitamina D) diminuía o risco de fraturas em pessoas mais velhas, tendo importante papel preventivo contra osteoporose.

Fonte: Blog Boa Saúde

Suplemento à base de soja pode reduzir risco de doenças cardíacas

Suplementos diários de um composto encontrado na soja, a genisteína, combinada com cálcio e vitamina D, podem ajudar a prevenir doenças cardíacas e regular a glicose do sangue em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo italiano.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos da genisteína em aproximadamente 400 mulheres saudáveis, com média de idade de 54 anos, e que passaram pela menopausa por volta dos 49 anos. Metade delas passaram a tomar, diariamente, suplementos de genisteína, e a outra metade, suplementos de placebo, ambos com cálcio o vitamina D. E todas, durante o estudo, tiveram uma alimentação saudável.

Com as análises, os autores concluíram que o componente da soja, junto com cálcio, vitamina D e uma boa alimentação, tem efeitos terapêuticos contra preditores de doença cardíaca.

Fonte: Blog Boa Saúde


Exercícios em combinação com suplementos podem beneficiar idosos

Dois suplementos populares podem aumentar os efeitos dos exercícios nos músculos e na gordura corporal de adultos mais velhos, segundo um estudo da Universidade McMaster, no Canadá.

Em pesquisa com 19 homens e 20 mulheres com mais de 65 anos, os especialistas descobriram que a combinação de musculação e suplementos de creatina e de ácido linoléico conjugado parecem aumentar a força dos músculos e cortar a gordura corporal mais do que os exercícios sozinhos. Além disso, aqueles que tomaram os suplementos conseguiam ficar mais tempo se exercitando.

Apesar de haver potenciais efeitos colaterais [mito], como diarréia e desidratação, isso não foi observado na pesquisa [não é à toa]. Porém, os autores alertam que estudos maiores e de longo prazo devem ser feitos antes de se recomendar o uso.



Vitamina B – Benefícios para quem sofre de Alzheimer

Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, apresentaram uma descoberta que pode ser um passo importante na busca por formas de retardar os efeitos do Alzheimer.

O estudo, publicado na revista “Public Library of Science One“, sugere que altas doses de vitaminas B podem reduzir pela metade o ritmo do encolhimento do cérebro em pessoas com alguns sinais da doença.

Como foi feita?

A pesquisa avaliou 168 pacientes que sofriam, em algum nível, do declínio mental conhecido como debilidade cognitiva leve.

A condição – marcada por pequenos lapsos de memória e problemas de linguagem – vai além do que é considerado “normal” no processo de envelhecimento e pode ser um indicativo do desenvolvimento de Alzheimer ou outras formas de demência.

Metade dos voluntários recebeu um comprimido diário contendo níveis de ácido fólico, vitamina B6 e B12 acima da dose diária recomendada. A outra metade recebeu um placebo.

Depois de dois anos, os pesquisadores mediram o ritmo de encolhimento do cérebro dos pacientes, um dos sintomas da debilidade cognitiva leve que pode indicar sinais iniciais de demência.

Encolhimento do cérebro

O cérebro de uma pessoa com mais de 60 anos encolhe, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. O cérebro das pessoas que sofrem de debilidade cognitiva leve encolhe a um ritmo duas vezes mais rápido. Nos pacientes de Alzheimer, este ritmo chega a 2,5% ao ano.

Conclusão: Em média, o encolhimento do cérebro dos pacientes que tomaram o complemento vitamínico ocorreu a um ritmo 30% mais lento.

Em alguns casos, este ritmo chegou a ser mais do que 50% mais lento, fazendo com que sua atrofia cerebral fosse equivalente a de uma pessoa sem qualquer debilidade cognitiva.

Vitamina B

Algumas vitaminas B, como ácido fólico, vitamina B6 e B12, controlam os níveis no sangue da substância conhecida como homocisteína. Altos níveis de homocisteína são associados à diminuição mais rápida do cérebro e ao Alzheimer.

As conclusões do estudo sugerem, portanto, que os efeitos da vitamina B sobre os níveis de homocisteína ajudaram a reduzir o ritmo do encolhimento do cérebro.

Segundo o autor da pesquisa, David Smith, os resultados foram mais significativos do que os cientistas esperavam. “Essas vitaminas estão fazendo algo pela estrutura do cérebro. Isso é muito importante porque precisamos protegê-lo para evitar o Alzheimer”, destaca.

As vitaminas B são encontradas normalmente em vários alimentos, inclusive peixe, ovos e verduras.

Só o começo…

Smith afirmou, no entanto, que são necessárias mais pesquisas para determinar se as altas doses de vitamina B realmente evitam o desenvolvimento de Alzheimer em pacientes com debilidade cognitiva leve.

Por isso, os especialistas ressaltam que ninguém deve sair tomando doses mais altas do que as recomendadas depois deste estudo, já que também há outros riscos para a saúde. É necessário sempre procurar orientação médica.

Suplemento Alimentar: Mais Qualidade de Vida

(adaptado do texto do Dr. Maurício Silveira)

Com a vida cada vez mais agitada, as pessoas estão se alimentando de maneira incorreta e com um cardápio desbalanceado, ficando mais suscetíveis a doenças, ao envelhecimento precoce e a uma diminuição na qualidade de vida. Muitos médicos e nutricionistas têm indicado o uso de suplementos alimentares como forma de equilibrar a dieta, suprir as carências nutricionais e melhorar o funcionamento do organismo.

Esse aumento do uso de suplementos nutricionais já não é mais privilégio de esportistas de alto nível, e passou a fazer parte da dieta de todos praticantes de atividade física e também de pessoas que desejam manter a saúde. “Nos Estados Unidos o consumo de suplementos alimentares é bastante comum. Aqui no Brasil ainda é uma prática que está começando a se difundir e que sofre discriminação por falta de informação”, explica o nutricionista Maurício Silveira.

Todo ser humano possui uma necessidade nutricional para que seu organismo funcione adequadamente. Estas necessidades podem variar para cada pessoa, mas estudos desenvolvidos pela FNB — Food and Nutrition Board determinaram uma tabela, chamada de RDA, com recomendações nutricionais capazes de suprir as necessidades diárias da maioria dos indivíduos.

Entretanto, para seguir a tabela nutricional desenvolvida pela FNB é necessária uma alimentação variada e adequada, o que parece impraticável [porém possível] nos dias atuais. Dentro desse contexto entra a suplementação alimentar, capaz de complementar no organismo as necessidades básicas de carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais que a alimentação não consegue mais suprir.

“Uma alimentação saudável exige o consumo de alimentos variados, incluindo frutas, verduras e legumes das mais diversas cores e variedades; a não ingestão de gorduras e frituras; preferir as carnes magras, como peixes, frango, chester; consumir fibras; diminuir o consumo de doces [ou excluí-los] e fracionar ao máximo as refeições diárias” [se o seu objetivo for emagrecer], explica Maurício.

Para o nutricionista, a maioria das pessoas deve utilizar a suplementação para melhorar a qualidade de vida como um todo, e não somente como forma de melhorar o desempenho nas atividades físicas. “A suplementação pode alavancar o desempenho mental, retardar o envelhecimento e até mesmo ajudar na prevenção de doenças”, reforça o nutricionista.

O que é Suplementação Alimentar?

O ser humano precisa de um regime alimentar adequado e variado para que possa absorver todos os nutrientes necessários ao desenvolvimento e manutenção de um bom estado de saúde. Alguns estudos revelam que nem sempre o organismo está absorvendo a quantidade necessária para seu bom funcionamento. Nesses casos, o suplemento alimentar repõe o que o organismo não está absorvendo dos alimentos ou que está sendo gasto em demasia.

O suplemento alimentar é toda e qualquer substância que ajuda quando a seleção de alimentos em uma dieta é limitada, completando a ação dos alimentos naturais. Um nutricionista deve sempre ser consultado para ajudar a escolher o suplemento que melhor se adapte à dieta e à rotina de cada pessoa, sem perder de vista a importância da alimentação normal, que deve ser rica e variada em proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais.

Quais os principais tipos de suplementos?
Aminoácidos: Pessoas que desejam aumentar a massa muscular magra são os que mais se beneficiam com a suplementação dos aminoácidos, porque eles são responsáveis pelo crescimento muscular e recuperação das fibras musculares danificadas durante os treinamentos [ou atividades extenuantes].

Hipercalóricos: São produtos à base de carboidratos e proteínas, desenvolvidos para pessoas que desejam ganhar peso corporal (massa magra) por meio da ingestão de quantidades extras de calorias. O melhor hipercalórico é aquele que oferece mais proteínas de maior valor biológico (melhor qualidade). Também é utilizado como substituto de refeição para pessoas que não têm muito tempo para preparar uma refeição.

Hiperprotéicos: Shake com alta concentração de proteínas e baixíssima ou nenhuma concentração de gorduras. Os mais indicados são os hiperproteícos à base de Whey Protein pela sua maior disponibilidade dos aminoácidos BCAA’s e Glutamina. A Whey Protein também é muito utilizado por pessoas que estejam procurando levar uma vida mais saudável e manter um visual bonito.

Termogênicos e Queimadores de gordura: Os termogênicos são substâncias que aumentam a temperatura corporal, ocasionando uma maior queima de calorias e reduzindo o apetite. Auxiliam na metabolização de gorduras, convertendo-as em energia disponível (“queima”). Os inofensivos são a L-Carnitina [indisponível neste momento no mercado nacional] e o CLA. É recomendado para pessoas que queiram acelerar a queima do excesso de gorduras [internas e externas].

BCAA’s: (Aminoácidos de Cadeia Ramificada) L-Valina, L-Leucina e L-Isoleucina representam 30% das proteínas musculares e são importantes para pessoas que praticam atividades físicas prolongadas, pois são utilizados como fonte de energia. Estudos cientificos indicam que a suplementação com BCAA antes e durante o exercício evita a fadiga central e reduz sintomas comuns de overtraining, queda de performance e a depressão.

Carboidratos: Utilizados como a principal fonte de energia imediata para o corpo e o nutriente mais nobre para o cérebro. Praticantes de atividade físicas muitas vezes precisam usar suplementos à base de carboidratos para suprir a maior demanda que seus corpos necessitam. Suplemento fundamental para corredores, ciclistas, nadadores, jogadores de futebol entre outros atletas que praticam atividades de média a longa duração. O carboidrato mais utilizado no meio esportivo é a Maltodextrina (carboidrato complexo de baixo índice glicêmico), ideal para atividades longas. Logo atrás vêm a dextrose e a frutose (carboidratos simples de alto índice glicêmicos). Ideais para reposição rápida da glicose no músculo para recuperação pós treino.

GH’s [naturais]: A arginina e ornitina são aminoácidos que, em conjunto, promovem o aumento do hormônio anabólico GH (hormônio do crescimento). O GH é responsável pelo aumento da síntese de proteínas e é fundamental para a construção de músculos . Também existem muitas evidências de que o GH participa na queima de gordura corporal, na melhora do sono e da força.

"Anabolizantes" naturais: São da classe dos pró-hormonais. São classificados assim por serem precursores de testosterona, mas seus ingredientes são naturais e seguros para o consumo. O principal produto dessa classe é o ZMa, que faz com que a produção do hormônio masculino aumente. Apesar de já ser naturalmente produzido pelo corpo, a suplementação estimula uma maior produção de testosterona no organismo.

Whey Protein: Como já falado anteriormente, é a proteína de melhor qualidade em termos de aminograma. É também conhecida como a proteína do soro do leite (lactoalbumina), com alto grau de pureza. Indicado quando o objetivo é a hipertrofia ou a manutenção da massa magra [veja outras indicações no "menu" deste blog].

Glutamina: É o aminoácido mais abundante no tecido muscular. É também o substrato energético mais usado como “alimento” das células de defesa do organismo, fazendo com que o sistema imunológico fique mais forte, diminuindo muito as chances de infecções, gripes e resfriados, evitando o catabolismo muscular pelo excesso de treinamento. Em alguns casos também é convertida em energia para os músculos.

Meal Replacement Powders (MRP’S): Conhecidos como substitutos de refeição, os MRP´S são uma excelente opção para substituir uma refeição completa, com todos os macrose micronutrientes que o corpo precisa. Quando consumidos regularmente, aceleram o ganho de músculos e a queima de gordura. Os substitutos de refeição vieram para facilitar a vida das pessoas que querem manter a forma física e o bem-estar.

O texto acima tem caráter informativo e não tem a intenção de substituir uma orientação médica ou de um profissional de saúde.

Coquetel de aminoácidos pode ajudar a viver mais

Forma física e coordenação

Um estudo realizado por cientistas na Itália revelou que camundongos que beberam um coquetel com três tipos de aminoácido tiveram um aumento de 12% de suas expectativas de vida em comparação com cobaias que não passaram pelo tratamento.

Além de viver mais, os camundongos que tomaram os aminoácidos também mostraram uma melhora na forma física e na coordenação, revertendo problemas associados à idade avançada.

Nos experimentos, descritos em um artigo na publicação científica Cell Metabolism, as cobaias saudáveis, de meia-idade, receberam água contendo os aminoácidos leucina, isoleucina e valina.

Estudos anteriores haviam comprovado que estes três aminoácidos aumentam a expectativa de vida das leveduras.

Suplementos de aminoácidos

Os aminoácidos são moléculas que formam as proteínas.

Eles são comercializados na forma de suplementos para fisiculturistas, pois ajudam a cultivar a massa muscular.

A equipe de pesquisadores, liderada por Enzo Nisoli, da Universidade de Milão, disse que o estudo oferece uma análise do papel dos aminoácidos na prevenção e no controle de doenças relacionadas à idade em humanos.

No entanto, lembram que ainda é preciso fazer mais testes para conhecer ao certo o grau de eficiência do tratamento em humanos.

Ômegas contra a Obesidade

Gorduras insaturadas

Pesquisa realizada na Unicamp revelou que os ácidos graxos insaturados ômega-3 e ômega-9 não apenas interrompem, mas também revertem o processo inflamatório causado por dietas ricas em gorduras saturadas numa região do cérebro chamada hipotálamo.

O hipotálamo é responsável pelo controle da fome e do gasto energético. O processo inflamatório ocasiona a perda deste controle neural e abre espaço para o desenvolvimento da obesidade.

Os ácidos graxos insaturados ômega-3 e ômega-9 estão presentes, respectivamente, na semente de linhaça e no azeite de oliva.

O estudo revelou ainda, em descrição inédita na literatura, que o ômega-9, ao contrário do que se sabia até o momento, é mais potente em reverter essas condições do que o ômega-3, reconhecido como um clássico anti-inflamatório.

A pesquisa, que acaba de ganhar o primeiro lugar no Prêmio Henri Nestlé, certame nacional de grande impacto na área da nutrição, foi realizada por Dennys Esper Cintra, da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da Unicamp em Limeira, e por Lício Velloso, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.

Gorduras saturadas

Estudos recentes mostram que dietas ricas em gorduras saturadas - como as presentes nas carnes bovina e suína, e em seus derivados como leite, queijos e manteiga - lesionam o hipotálamo ao darem início a um tipo de inflamação local que acaba influenciando em seu funcionamento.

Esse processo inflamatório, quando prolongado, pode causar a morte de neurônios e, consequentemente, a perda deste controle neural. Uma vez inflamado, o hipotálamo perde parte de suas funções, ao ter reduzida a sua capacidade de "percepção" entre o momento de sinalizar para o organismo a estocagem ou a queima de energia.

Pesquisas anteriores do grupo haviam revelado que tal inflamação é desencadeada por um receptor do sistema imune denominado Toll-Like Receptor 4 (TLR4). Este receptor é capaz de reconhecer uma substância presente na parede celular de bactérias, e, quando ativado, produz citocinas que causam inflamação.

Demonstrou-se que essa substância presente na parede de bactérias também está presente nos alimentos ricos em gorduras saturadas. Quando consumidas em larga escala, como é o caso das dietas ocidentais, essas grandes quantidades de gordura são capazes de sensibilizar esses receptores, simulando uma infecção.

"Isso ocorre por todo o organismo, mas quando essas gorduras encontram esses receptores no hipotálamo, o estrago pode ser maior, pois é ali que se encontra a caixa-preta do nosso balanço energético" diz o pesquisador. Logo, algumas pessoas, quando expostas a dietas hipercalóricas, perdem gradativamente o controle da fome e passam a consumir mais calorias do que gastam, tornando-se obesas com o decorrer do tempo.

Ômega-3 e ômega-9

Os ensaios nutrigenômicos realizados por Cintra em modelos experimentais compararam a ação dos ácidos graxos insaturados ômega-3 e ômega-9 no hipotálamo de camundongos obesos e diabéticos e demonstrou que essas substâncias são capazes não apenas de atenuar a inflamação e restabelecer o processo de sinalização celular que controla o apetite como também de interromper os sinais de morte celular que vinham se instaurando.

Durante o tratamento com os ômegas, a sinalização da insulina e leptina (hormônios que indicam ao cérebro que há a presença de nutrientes e que está na hora de parar de comer) perdida em animais obesos e diabéticos foi restabelecida. Houve restauração de todo o perfil metabólico dos animais, culminando em perda de peso.

A pesquisa mostrou, no entanto, que para que os resultados sejam efetivamente alcançados é preciso uma ingestão contínua desses nutrientes, somada à descontinuidade da ingestão elevada de alimentos ricos em gordura saturada, ou seja, é preciso que haja uma reeducação alimentar, pois, uma vez interrompido o tratamento, os neurônios voltam a sofrer o processo de apoptose (morte celular).

Hipotálamo

No estudo, inicialmente, induziu-se a obesidade e diabetes nos animais, por meio da ingestão de uma dieta altamente calórica, rica em gorduras saturadas, bastante semelhante à consumida atualmente por populações ocidentais.

Numa segunda etapa, quando do início do tratamento, os animais foram distribuídos em grupos que receberam dietas acrescidas de ômega-3 ou ômega-9, em concentrações crescentes.

É sabido que a simples redução no consumo de gorduras saturadas já é o suficiente para a melhora no perfil metabólico em diversas espécies, inclusive em humanos.

Contudo, quando tais ácidos são ainda agregados à alimentação, os processos negativos gerados no hipotálamo pelo consumo crônico da gordura saturada melhoraram de forma exuberante. Houve recuperação do comportamento alimentar adequado, devido principalmente ao aumento na expressão de proteínas anti-inflamatórias e antiapoptóticas, além da redução significativa na expressão de marcadores pró-inflamatórios e pró-apoptóticos no hipotálamo dos camundongos.

Para confirmar a ação específica dos ácidos graxos ômega-3 e 9, os pesquisadores infundiram as substâncias diretamente no hipotálamo de animais obesos, e observaram redução imediata no consumo de alimentos. Após uma semana de infusão direta no hipotálamo, os animais já tinham perdido mais de 10% do seu peso corporal.

Gasto energético

Somado a estes fatores, ambos os experimentos demonstraram que a perda de peso não se deveu apenas à recuperação do controle nervoso da fome, mas também porque tais substâncias aumentaram o gasto energético dos animais.

Quando infundido diretamente no hipotálamo, ou mesmo quando consumidos por via oral, ambos, ômega 3 e 9, aumentam no tecido adiposo marrom a expressão de uma proteína chamada UCP-1, que é responsável pelo aumento do gasto energético. Com isso, a atividade das proteínas da via da insulina e da leptina foi restaurada. Os animais se tornaram muito mais tolerantes à glicose e também mais sensíveis às ações da insulina, antes prejudicada pela obesidade.

Outro fato surpreendente foi demonstrado nesse estudo. "Como dito anteriormente, os ômegas foram suplementados nas dietas em várias concentrações. A resposta mais interessante se demonstrou nos grupos que receberam as menores concentrações na dieta, tanto de ômega-3 quanto de ômega-9. Embora os animais diabéticos não tenham deixado de ser diabéticos, a glicemia foi reduzida de forma expressiva e se tornou controlável através apenas da alimentação nesses grupos", revelou Cintra.

O impacto da substituição dos ácidos graxos na variação do peso corporal foi dependente da composição, mas não do tipo de ácido graxo. "Observamos que quando os animais consumiam esses ácidos graxos, ou quando aplicávamos diretamente no hipotálamo, a inflamação era finalizada. Os sinais de insulina e leptina enviados pela periferia chegavam até o hipotálamo e cumpriam a obrigação deles informando ao organismo que já havia nutrientes em quantidade suficientes, e que a fome deveria desaparecer", explicou Cintra.

As concentrações testadas nas dietas correspondentes aos melhores resultados são quantidades passíveis de consumo no dia a dia, por meio de um acréscimo natural desses alimentos em nossas refeições diárias, sem a necessidade de suplementos alimentares. Alimentos como semente de linhaça marrom, óleo de soja, sardinha e canola apresentam custos razoáveis e também excelentes fontes de ômega-3. Da mesma forma, o azeite de oliva, óleo de soja, abacate e amendoim são fontes saudáveis de ômega-9.

Criação de novos neurônios

Além de mostrar que os ácidos graxos ômega-3 e ômega-9 são capazes de interromper os sinais de morte celular, inibir a inflamação e restabelecer a sinalização celular das vias da leptina e da insulina, o trabalho trouxe evidências de que esses ácidos podem desencadear também um estímulo à gênese de novos neurônios, num processo chamado de neurogênese.

A próxima empreitada será investigar a possibilidade dessa síntese de novos neurônios, e verificar se tais ácidos graxos possuem a capacidade de exercer plasticidade sobre os neurônios afetados de indivíduos obesos, revertendo assim o processo de morte instaurado pelos ácidos graxos saturados.

"Precisamos descobrir se essa plasticidade ocorre no local onde os neurônios foram mortos pelo excesso de gordura saturada. Ainda não sabemos até que ponto, e nem por que razão, mas o ômega-3 é capaz de estimular a multiplicação de neurônios.

O estudo indicou que o ômega-3 pode ter sido o responsável pela regeneração daqueles neurônios que já haviam morrido naquela região do hipotálamo. O próximo passo será descobrir se o ômega-3 é mesmo capaz de restabelecer os neurônios controladores da fome, e assim devolver ao indivíduo a capacidade perdida de controlar sua fome após ele ter-se tornado obeso", concluiu Cintra.

Morte dos neurônios

Isto torna o assunto em questão ainda mais delicado: como a morte dos neurônios pode ser irreversível - os estudos na área ainda são muito incipientes - a possibilidade de o vício ou a compulsão por comidas gordurosas e altamente calóricas acontecer pode ser ainda mais grave.

De acordo com Cintra, é preciso que cada vez mais políticas públicas de prevenção à obesidade sejam implantadas, e que haja todo um esforço de reeducação alimentar entre a população, desde a infância.

"Uma vez que a pessoa se torna obesa, fica difícil reverter o processo de obesidade, ou, ao menos, de devolvê-la o controle da fome. Mesmo com o enorme avanço da ciência, esta ainda se encontra de mãos atadas em relação à obesidade. Ainda não temos nenhuma saída satisfatória para a doença, por isso é tão importante a prevenção. O indivíduo não pode se tornar obeso, porque a partir desse momento ele pode estar entrando em um caminho sem volta", afirma Cintra.

Por esta razão, a melhor saída continua sendo, de acordo com cientistas e especialistas, investir em programas de conscientização, reeducação alimentar, e de estímulos às práticas de atividades físicas, para assim, tentar evitar que a obesidade atinja um patamar irreversível.

Óleo de alho protege diabéticos contra doenças do coração

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Alho para o coração

O alho tem um potencial "significativo" para a prevenção da cardiomiopatia, uma forma de doença cardíaca que é a principal causa de morte em pessoas com diabetes.

O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, também explica por que as pessoas com diabetes têm um risco mais elevado para a cardiomiopatia.

Wei-Wen Kuo e seus colegas afirmam que as pessoas com diabetes têm pelo menos duas vezes o risco de morrer por doenças do coração do que a população em geral, com as doenças cardíacas respondendo por 80 por cento de todas as mortes relacionadas ao diabetes.

Cardiomiopatia diabética

Os diabéticos são especialmente vulneráveis a uma forma de doença cardíaca chamada cardiomiopatia diabética, que inflama e enfraquece os tecidos do músculo do coração.

O grupo de Kuo usou resultados de estudos anteriores que mostraram que o alho pode proteger contra doenças cardíacas em geral e também ajuda a controlar os níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue, que ocorrem no diabetes.

Mas os cientistas perceberam que poucos estudos analisaram especificamente os efeitos do alho na cardiomiopatia diabética.

Benefícios do óleo de alho

Para o estudo, animais de laboratório foram alimentados com óleo de alho ou com óleo de milho.

Os animais que receberam óleo de alho apresentaram mudanças fisiológicas benéficas associadas à proteção contra os danos cardíacos.

Segundo os cientistas, as alterações parecem estar associadas com as propriedades antioxidantes do óleo de alho, afirma os cientistas.

O grupo identificou mais de 20 substâncias presentes no óleo de alho que podem contribuir para o efeito.

"Em conclusão, o óleo de alho possui um potencial significativo para proteger o coração da cardiomiopatia induzida pela diabetes", conclui o artigo científico.

Saúde através da Linhaça

A semente do linho, conhecida como linhaça, vem sendo muito estudada por pesquisadores e cientistas em todo o mundo. Rica em fibras, vitaminas e minerais, a linhaça tem sido cada vez mais procurada por aqueles que buscam saúde.

Existem duas variedades: a dourada e a marrom. A primeira é mais comum nas regiões de clima frio, como o Canadá, e a marrom já está adaptada ao clima do mediterrâneo, por isso é a mais comumente encontrada no Brasil. A diferença fundamental está na consistência e sabor. A casca da linhaça dourada é mais fina e o sabor é mais suave. Entretanto, quanto à composição, praticamente não há diferença entre as duas. Ainda não existe um consenso em relação à quantidade diária a ser consumida, por isso é preciso introduzir com cautela este alimento na dieta.

A forma ideal de consumir a linhaça é triturando-a, pois sua casca é resistente à ação do suco gástrico e poderia passar intacta pelo aparelho digestivo. Este processo potencializa a absorção dos nutrientes.Alguns componentes importantes são: fibras, ácidos graxos (ômegas 3 e 6), fitoestrógenos (lignanas), vitaminas A, E, B1, B6, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Não contém glúten, podendo ser utilizada por pessoas com doença celíaca. Cada um destes nutrientes possui um papel específico, que torna a linhaça um poderoso alimento funcional.

As fibras ajudam na digestão e auxiliam o funcionamento do intestino, reduzindo o risco de câncer colo-retal. São muito utilizadas na dieta de obesos, pois aumentam a saciedade, reduzindo a ingestão alimentar. Úteis ainda na prevenção de diabetes e doenças coronarianas, pois atuam no controle da glicemia e das taxas de colesterol sérico.

Dentre os ácidos graxos, destacam-se os ômegas 3 e 6, que estão em perfeita harmonia na linhaça. O ômega 3 tem efeito cardioprotetor, ajudando a reduzir o colesterol total e o LDL, a agregação plaquetária e a pressão arterial. Sua ação antioxidante, o faz potente contra a formação de placas de ateroma, além de reforçar o sistema imunológico. Os aminoácidos arginina, glutamina e histidina, presentes na proteína da linhaça, também estão relacionados ao fortalecimento do sistema imunológico.

O ômega 3 inibe a formação de mediadores pró-inflamatórios, sendo útil no tratamento de diversas doenças como: inflamação ocular, artrite reumatóide, psoríase, esclerose múltipla e lupus. Ajuda no tratamento da depressão e na melhora das funções mentais, sendo útil na prevenção de demência e mal de Alzheimer. O óleo é de linhaça é utilizado no tratamento de deficiência lacrimal. Contribui ainda para a beleza da pele, sendo indicado para peles secas, manchas, acne, espinhas e eczema. O óleo de linhaça prensado a frio é fonte de vitamina E, uma vitamina antioxidante importante para manter a qualidade do óleo e evitar a oxidação e perda do ômega 3.

Os fitoestrógenos são substâncias produzidas pelas plantas com efeitos similares ao hormônio feminino estrógeno. A linhaça é muito rica em lignana, um fitoestrógeno que ajuda no equilíbrio hormonal, combatendo os sintomas da tensão pré-menstrual e menopausa. Ajudam na manutenção da saúde óssea e na redução do risco de câncer de mama e próstata.

Seja a semente, a farinha, o óleo ou a cápsula a linhaça traz inúmeros benefícios para a saúde. Vale a pena conferir!

Fonte: Vitgold

Cálcio: aliado que nos abandona na velhice

Logo após o nascimento iniciamos a ingestão do leite materno que popularmente é chamado de alimento completo.

Este alimento, que deixa de ser materno, permanece na forma de leite de vaca durante toda nossa vida. Dentre diversos nutrientes presentes no leite, o cálcio representa um que merece grande atenção para garantir boa qualidade de vida durante o processo de envelhecimento.

Recentemente foi publicado no JAMA (Jornal da Associação Médica Americana) a grande incidência de fratura em idosos que apresentavam baixa densidade mineral óssea. A densidade mineral óssea é determinada pelo estilo de vida que temos.

Dentre os fatores, o consumo de alimentos ricos em cálcio e o estímulo para a incorporação deste nutriente nos ossos pela prática regular de atividade física são os determinantes para a população brasileira.

Em outros países o consumo de alimentos ricos em vitamina D é também um fator importante. No Brasil, o clima favorece a exposição natural a irradiação solar (que deve ser feita de forma cuidadosa e em horário correto) o que estimula a síntese endógena desta vitamina.

Muitas vezes ouvimos pessoas indagando a necessidade de consumo de leite e derivados na idade adulta. Muitos relatam que os animais após a período de amamentação deixam de consumir este alimento.

Esta colocação não leva em consideração o fato de estes animais possuírem um sistema digestivo com grande capacidade de absorção de cálcio dos ossos de outros animais. Para os humanos esta capacidade é reduzida, ficando como maior fornecedor de cálcio para nosso organismo o leite e seus derivados.

Algumas pessoas apresentam intolerância ao leite devido a uma deficiência digestiva. Em alguns casos esta intolerância é contornada pelo consumo de iogurte ou consumo crescente do leite iniciando com pequena quantidade.

O cálcio então é consumido no leite e derivados representando uma “caderneta de poupança” ao longo da vida. Isto quer dizer que iremos aumentando nossa densidade mineral óssea até o processo de envelhecimento.

Durante esta etapa da vida a manutenção da atividade física, exposição correta a irradiação solar e o consumo de alimentos ricos em cálcio podem garantir a integridade mineral óssea impedindo problemas como osteoporose.

Não se esqueça, uma vida ativa é também fundamental para garantir a integridade mineral óssea.
Vale lembrar, que os suplementos alimentares podem lhe ajudar neste consumo durante sua vida, caso sua alimentação não preencha a expectativa suficiente deste mineral na sua alimentação normal. Osteoporose? De maneira nenhuma! O importante é lembrar que o cálcio deve ser consumido de uma maneira ou de outra.

Fonte: adaptado da Revista Suplementação


Proteínas em pó

(por Jeff Mayner, CPT, CSN)

Nos últimos meses tenho sido convidado inúmeras vezes para falar sobre a suplementação de proteína em particular. Parece que ainda há alguma confusão sobre este alimento importante na construção muscular, especialmente quando se trata de proteína em pó. Quase todos concordam que a proteína é necessária em grandes quantidades para o atleta e fisiculturista. Este fato também se aplica aos indivíduos fisicamente exigentes envolvendo levantamento de peso e altos níveis de atividade física, que requer também a ingestão de proteínas adicionais. Alguma vez você já olhou para alguns daqueles trabalhadores da construção civil? O foco deste artigo será limitada aos tipos diferentes de suplementos de proteínas em pó que existem hoje.

A Importância

A proteína é um macronutriente essencial que o organismo necessita diariamente. Grandes quantidades, consideradas superiores a 1,5 gramas por quilo de peso corporal, podem ser difíceis para o corpo digerir. Como mencionado anteriormente, os níveis de atividade individual exigem proteínas adicionais. Isto é especialmente verdadeiro quando o objetivo é ganhar massa magra. Os horários estão justos demais hoje. Estamos sempre ocupados, portanto, é conveniente que tenhamos bons alimentos disponíveis, nutricionalmente falando. Este é o lugar onde os suplementos em pó de proteína desempenham um papel vital em um estilo de vida fisicamente ativo e exigente.

Proteína em pó - tipos básicos

Proteína em pó, basicamente, encontramos três tipos diferentes, independentemente dos nomes de fantasia e tratamento a eles associados. Trata-se de soro de leite (Whey Protein), ovo (Egg Protein) e soja (Soy Protein). Vamos entender melhor cada um deles:

Whey

A Whey Protein aparece em três formas distintas, dos quais alguns são melhores do que outros, dependendo de fatores diferentes. Uma grande importância é a absorção, seguido pelo preço.

Whey Protein Isolado e Hidrolisado (WPIH)

Da família de proteínas de soro de leite, o Whey Protein Hidrolisada é o mais facilmente digerível. Embora tenha a maior eficácia de todas as proteínas do soro é também o mais caro. A WPIH é parcialmente utilizado para ajudar no processo digestivo humano, o que torna o muito solúvel. O problema com o WPIH é que ele tem um gosto extremamente amargo que é quase sempre impossível de vencer com adoçantes ou aromatizantes [experimente VP2]. O WPIH ainda pode ser encontrado em outros suplementos, mas em proporções menores.

Whey Protein Isolado (WPI)

Whey Protein Isolado é uma outra história. WPI tem um bom gosto e também é extremamente digestível [experimente Nectar]. WPI é quase totalmente desprovido de gordura e sem lactose. O último é de grande importância para indivíduos com intolerância à lactose. O processo de cross-flow microfiltração, ajudou a revolucionar este tipo de proteína. Esta é a fase de transformação que segue a "concentração" de fase para "isolar" a proteína do soro do leite.

Whey Protein Concentrado (WPC)

Os Whey Protein concentrados têm uma variedade de diferentes problemas que lhes estão associados. Alguns sintomas de usuários que consomem WPC, incluem inchaço, gases e, em alguns casos, diarréia. Há uma variação muito grande no teor de proteína em si. O teor de proteína real pode variar muito de 25 a 80% que é um resultado direto da dependência em relação à qualidade e custo.

Se você fosse comparar WPI a WPC você vai achar que WPC tem altas concentrações de gordura, carboidratos e lactose. A absorção também é reduzida devido à menor assimilação no estômago e intestinos.

Devido ao baixo custo de produção e redução da qualidade e quantidade da proteína, esta é a mais econômica.

Proteína do Ovo

Este é um velho amigo para a maioria de nós que estão neste meio a longos tempos. Muitos anos atrás, um homem com o nome de Blair formulou uma proteína em pó que ainda possui variações usadas hoje. A proteína de ovo é extraído de clara de ovo pura e tem um dos maiores QEP (Quociente de Eficiência Protéica) - 3,9.

Este é um ponto importante, pois quanto maior o QEP, melhor o corpo utiliza a proteína. A proteína de ovo tem a mais longa história de uso entre fisiculturistas e levantadores de peso, devido à sua alta taxa de absorção e de seus resultados comprovados pelo tempo, para não mencionar que durante muitos anos foi o único tipo de proteína em pó com excepção do leite.

Como o soro e proteínas de soja, a proteína do ovo oferece a gama completa de aminoácidos de uma forma eficiente, que é facilmente utilizada pelo organismo, livre de gordura e de colesterol. No que diz respeito proteína em pó especificamente, não é muito solúvel e é exigido o uso de um liquidificador. Hoje com o avanço dos emulsionantes, pode-se ser misturado com uma colher. O custo da proteína do ovo é geralmente na mesma faixa da WPI [custo menor ainda no Brasl].

Se você estiver em dúvida sobre qual proteína em pó para escolher, esta é sempre uma boa escolha.

Proteína da Soja

Por último, a proteína de soja [obviamente] é extraída da soja. Novas técnicas de processamento que utilizam um pH levemente alcalino, seguido de precipitação, lavagem e secagem, rendem fases do que é chamado "Proteína Isolada da Soja". Este processo retém cerca de 90% da proteína. A Proteína de Soja é uma abundante fonte de proteína econômica. Os produtos da soja oferecem inúmeros benefícios para a saúde - diminuem o risco de câncer, osteoporose e outras doenças crônicas para aliviar os sintomas da menopausa. Este tipo de proteína é especialmente interessante para as mulheres que estão querendo equilibrar os seus níveis hormonais. A proteína de soja isolada é uma fonte altamente digestível de aminoácidos (os blocos de construção de proteínas essenciais para a saúde humana). A proteína de soja é pobre em gordura, calorias e colesterol. O custo está geralmente entre a Whey Protein Isolada e a Proteína do Ovo.

Espero que este breve panorama ofereça uma melhor compreensão geral dos diferentes tipos de proteínas mais utilizados na suplementação de proteína em pó hoje. Uma coisa a estar ciente é que, se uma empresa não indica qual o tipo de proteína é usada no rótulo, é melhor assumir que ele é o mais barato e a principal fonte de proteína é mais provável (Whey Protein Concentrada). Todas essas proteínas em pó são usadas em várias combinações, para que não se esqueça de verificar a ordem dos ingredientes listados no rótulo, para que você saiba exatamente o que você está comprando. Também deve-se notar que os usuários de WPI não experimentam os efeitos colaterais usuais tais como inchaço, gases e, em alguns casos, diarréia que são comumente associados com o uso de Whey Protein Concentrada. Minha sugestão a todos os meus clientes é encontrar uma proteína em pó com sabor e preço que você possa sempre comprar, mas tente ficar longe dos produtos que contêm uma grande quantidade de Whey Protein Concentrada. A maioria das lojas terão geralmente amostras que você poderá experimentar, por isso, não se esqueça de perguntar antes de comprar. Isto lhe dará uma oportunidade de provar e perceber como o produto mistura, além do que te manterá longe de muitos quilos de pó de proteína que você terá que sofrer até que ela termine. Acredite, vale a pena pedir para que a amostra.

Fonte: Natural Muscle

Suplementos Alimentares

(por Jeferson Machado - Farmacêutico Bioquímico Clínico. CRF-SE: 658 )

Uns querem aumentar. Outros diminuir. Esses são os dilemas mais comuns em academias. Uma boa dieta balanceada, hábitos saudáveis e atividade física, podem dar os resultados esperados por todos, gordinhos ou franzinos. Entretanto, alguns necessitam de um "empurrãozinho" para atingir os objetivos mais rápidos, através dos suplementos alimentares.

Antes de tudo: suplemento não é anabolizante (bomba). Mas, todos eles merecem atenção especial no seu uso.

A creatina, por exemplo, acabou de ser liberada [novamente] no Brasil. Essa proteína se tornou uma febre entre os atletas que desejam um ganho de massa rápido. Entretanto, nem todos utilizam o suplemento de forma correta. A ingestão de creatina exige que os seus rins e fígado estejam funcionando em perfeitas condições. Além disso, é preciso beber bastante água, caso contrário você danificará os rins.

Para quem desejar perder alguns centímetros nas medidas, também existem os queimadores de gordura, substitutos de refeições, inibidores de apetite, entre outros. O acesso a eles é extremamente fácil, mas o que muitos não sabem é que são contra-indicados em diversos casos, como insuficiência cardíaca e hipertensão. Sem esquecer os inúmeros efeitos colaterais.


Confundir os suplementos com anabolizantes ou outras drogas é um erro muito comum. Albumina, por exemplo, é a mesma albumina da clara do ovo. Whey protein, é a mesma proteína que a do leite. Vitaminas são as mesmas vitaminas do complexo vitamínico. Não há tanto mistério. O problema é o uso indiscriminado e a auto-suplementação.

Os suplementos devem ser indicados por nutricionistas, médicos ou farmacêuticos. E, na hora da compra, é preciso que o farmacêutico esclareça todas as informações para o atleta. Nem todo mundo precisa de suplemento, e nem todo mundo pode usá-lo.

Outro erro: iniciantes já querem tomar suplemento na primeira semana de malhação. Calma. Algumas pessoas conseguem resultados mais rápidos, outras demoram mais. Apenas depois de alguns meses é que se poderia avaliar a necessidade ou não desse uso.

Vale também o alerta: suplemento não é comida. Ouço muito as pessoas falarem algo como: "pra que jantar se eu já tomei o meu suplemento?". Erro grave. A alimentação é fundamental para o bom funcionamento do seu corpo e mente.

Não saia por aí tomando tudo que lhe oferecere, procure um profissional e siga a recomendação dele. Como dito anteriormente, nem todo mundo necessita de suplementação alimentar. E, jamais deposite todas as suas esperanças em um shake ou cápsulas. Uma boa alimentação, hábitos saudáveis e a prática regular de atividade física são mais do que o suficiente para lhe proporcionarem um bem-estar físico. Mesmo assim, se o profissional avaliar que há uma necessidade de suplementação, procure se informar e tire todas suas dúvidas.

Fonte: Portal ItNet

Glutationa (GSH)

A Glutationa (GSH) é uma molécula antioxidante usada para impulsionar as funções do fígado em seres humanos. É sintetizada nas células através da formação de aminoácidos.

A Glutationa (γ-glutamilcisteinilglicina) é muitas vezes referida como o melhor antioxidante do corpo humano por causa de seus inúmeros papéis, considerado por muitos como o "tiol" não protéico mais importante nos sistemas vivos. De fato, é importante salientar que o nível de Glutationa presente em nossas células, está ligado intimamente como o potencial indicador da longevidade humana, sempre associada a uma melhor qualidade de vida.

Foi descoberto justamente por ser o antioxidante mais abundante do corpo humano. Executa várias funções que incluem:
- prevenção do acúmulo de gorduras oxidadas no organismo;
- promove a conversão dos carboidratos em energia;
- prevenção relacionada com a arterosclerose;
- combate severo aos radicais livres.

Glutationa é classificada como um tri-peptídeo, devido à sua combinação de três aminoácidos diferentes: ácido glutâmico, cisteína e glicina, por isso, é também conhecida por L-gama-glutamil-L-cisteinil-glicina.

Ela é encontrada em todo o corpo, sobretudo no trato intestinal e no fígado, onde ajudam na luta contra compostos prejudiciais que são eliminados do organismo através da bile.

Reconstrói o sistema imunológico fornecendo a Glutationa Peroxidase (GSH) para os glóbulos vermelhos e brancos, portanto, a deficiência desta molécula antioxidante hidrossolúvel, levará o corpo a uma maior vulnerabilidade, podendo ser ainda mais danificado pelos radicais livres. Falta de equilíbrio e coordenação, distúrbios mentais e tremores são algumas das doenças associadas à falta de Glutationa no sistema nervoso central (SNC).

A Glutationa é essencial para proteger as células do corpo de vários riscos e exposições, como ingestão excessiva de álcool e drogas, e toxinas produzidas durante o processo metabólico do corpo. Ela ajuda o organismo na produção de algumas células assassinas, que ajudam o sistema imunológico do corpo a combater determinadas doenças. É a presença de Glutationa no corpo ajuda a construir uma defesa contra os radicais livres. A falta dela pode resultar em graves danos ao sistema imunológico, bem como doenças crônicas degenerativas, incluindo numerosas doenças do dia-a-dia.

A presença de várias toxinas ambientais no corpo irá, naturalmente, provocar uma diminuição na quantidade de glutationa no corpo. Assim, é um dos antioxidantes mais importantes no corpo devido à sua alta concentração e papel central na manutenção do estado "redox" (reações de redução-oxidação) das células no corpo humano.

Também é um desintoxicante, especialmente no fígado, já que o corpo humano está sujeito a vários riscos ambientais e metabólicos diariamente.

Possui enxofre contendo o aminoácido cisteína, que ajuda a destruir os materiais tóxicos prejudiciais do organismo devido a suas propriedades de ação anti-radical livre. A cisteína funciona também como um aglutinante eficaz de metais pesados no organismo. O esgotamento de cisteína, uma parte essencial da Glutationa, pode resultar em doenças frequentes e a danos ao fígado.

Frutas e legumes são algumas das fontes naturais para a Glutationa, tai como: morango, tomate, melancia, abóbora, aspargo, abacate, melão, brócolis, repolho, couve de bruxelas, couve-flor, couve e salsa, são alguns dos alimentos que contêm glutationa em abundância.

O esgotamento de cisteína na Glutationa resultará na infiltração de toxinas não neutralizadas e de radicais livres na corrente sanguínea, o que acabará por levar os tecidos do corpo a serem danificados, portanto, suplementos de Glutationa são bem vindos na dieta humana. N-acetil-cisteína (NAC) é uma das melhores formas de suplementos de glutationa. Outro suplemento espetacular neste sentido, provavelmente o mais conhecido do mundo, é o Whey Protein (Proteína do Soro do Leite). Estudos mostram que o consumo de 20grs/dia por 12 semanas, aumentam significativamente as quantidades de Glutationa. Melhoram a performance anaeróbica e proporcionam uma redução importante do percentual de gordura corporal total.

Os suplementos alimentares neste contexto, nada mais são do que uma novíssima e inteligente tecnologia que proporciona o aumento destes níveis com segurança, através de uma simples cápsula, tablete ou shake. Experimente!
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